Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 27 de junho de 2010

Nenhum "Político" nem "PEC's" nos podem tirar o Sol e o nosso Atlântico.

"Portugal é a minha terra e Lisboa a minha casa. E quando acordo de manhã e abraço o rio, sinto uma paz merecida, a tranquilidade daqueles que aprenderam a viver com os seus medos e dou graças à vida por me ter mostrado o lugar onde pertenço. Demorei muito tempo a perceber onde me sentia feliz. Não parei de correr por cansaço ou por não saber que direcção seguir. Acredito que de uma forma natural e inequívoca, fui descobrindo que era aqui que era feliz, que preciso de sol para viver em paz e da respiração do Atlântico para me sentir completa, plena. "


Margarida Rebelo Pinto, "Diário da tua ausência", Oficina do Livro, fls.25.

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Igreja do Lumiar – S. João Baptista



Nesta quinta-feira a Igreja celebrou a festa do nascimento de São João Baptista, aquele que no ventre da prima de Nossa Senhora, Isabel, se agitou quando ouviu a voz da Mãe de Deus.

Segundo o historiador romano Flávio Josefo, João Baptista “exortava os judeus a praticar a virtude, a justiça uns com os outros e a piedade com Deus, e depois a receber o baptismo” - vide Joachim Gnilka, in "Jesus de Nazaré, Mensagem e História", Ed. Vozes.

A sua mensagem consistia no anúncio da necessidade de adopção de uma atitude de penitência, exortando à conversão, e alertando que viria Aquele que seria mais forte do que ele, pois que não baptizaria apenas com água mas sim baptizaria no Espírito Santo.

Esta Igreja da minha Paróquia, construída no séc. XVII, tem como orago São João Baptista, realizando-se uma pequena procissão no seu adro, na qual, por motivos profissionais, não pude participar.


Para o ano, se Deus quiser!

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Mundial de Futebol: quem quer saber da ignomínia?


Uma vergonha o que se passa neste Mundial de Futebol!


Segundo o “DN”, poucos meses após o início da construção dos novos estádios para o Mundial da África do Sul, começaram a surgir problemas no que aos prazos de conclusão das obras dizia respeito. De todas as partes do continente africano surgiam milhares de trabalhadores, mas nem assim as obras estariam prontas dentro do prazo estipulado.


Até que chegaram os norte-coreanos mas com uma particularidade: eram prisioneiros! E foram estes que tornaram possível a conclusão dos estádios e respectivas acessibilidades.


O que enoja é que o mundo inteiro sabe o que se passa na Coreia do Norte – um Estado ignóbil, onde reina o terror, e ninguém diz nada, ninguém faz nada. Pois “compreendemos”: até os EUA têm medo da China…


Kang Chol-Hwan, no seu doloroso mas imprescindível livro (para compreendermos que no mundo actual ainda há muitos monstros à solta) “Os Aquários de Pyongyang”, editado entre nós pela “Hespéria” (do qual já aqui publicámos excertos), relata-nos o que sucedeu à equipa de futebol norte-coreana que, em 1966, perdeu frente a Portugal:

"Conheci no campo um prisioneiro célebre na Coreia. Durante a sua longuíssima estada na prisão, alimentou-se sistematicamente de todos os insectos que conseguira encontrar, o que lhe permitiu aguentar-se. De qualquer modo, ficou com uma alcunha: chamavam-lhe Barata. Park Seung-Jin, de seu verdadeiro nome, conhecera um momento de glória em 1966, durante o campeonato mundial de futebol, que tivera lugar em Inglaterra. A Coreia do Norte não só ficara qualificada para as finais como, durante as eliminatórias, conseguira a proeza de ganhar à Itália, por um a zero. Para festejar este acontecimento, os jogadores fizeram uma festa algo descontrolada num bar, onde beberam muito e se envolveram com raparigas. Passados dois dias, ainda não se tinham recomposto verdadeiramente. Após um fabuloso início de jogo contra Portugal – lideravam por três a zero! - descontrolaram-se. Portugal conseguiu fazer uma recuperação incrível e acabou por ganhar cinco a três.

Em Pyongyang, a prestação da equipa nacional no estádio e no bar foi muito pouco apreciada e o comportamento dos jogadores considerado burguês, reaccionário, corrompido pelo imperialismo e pelas suas ideias perversas. Toda a equipa foi detida quando voltou ao país (…).
(fls. 96-97)


Este relato tem por pano de fundo o inenarrável campo de concentração, ainda hoje existente, de Yodok.

Presumo que, dramaticamente, o mesmo vai acontecer de novo…mas ninguém quer saber…


Mas façam um esforço: ao menos leiam o livro e meditem.

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domingo, 20 de junho de 2010

Saramago já entrou no Mistério.

A esta hora José Saramago já conversou com Jesus.

O teor da mesma permanecerá, para nós que aqui ainda peregrinamos, um mistério.


Escreveu Saramago que "Morre-se sempre demasiado cedo, ainda que seja aos oitenta anos" -


"Cadernos de Lanzarote/Diário I", Caminho, 1994, fls. 43.




Cedo ou tarde, o certo é que Saramago está agora de posse do Mistério.

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sábado, 19 de junho de 2010

Nação Eterna III - Ultramar: palavras proféticas de Marcello Caetano.


" Conheço e amo a África. Conheço e amo as suas populações. É a pensar nas terras e nas gentes africanas que formo a minha opinião. É a pensar no drama das independências prematuras, é a pensar na impreparação total dos povos de África para constituírem e gerirem Estados do tipo que lhes querem impor, e cujas estruturas e funcionamento democráticos carecem totalmente de afinidades com milenários costumes de governo tribal, é a pensar na tragédia inevitável que a sementeira de ideias revolucionárias e de ódios raciais desencadearia em meios onde a equilibrada e paciente evolução conseguirá em alguns anos consolidar sociedades multirraciais, é a pensar nos perigos da escravização dos homens nos chamados socialismos africanos ou nas alienações dos países aos neocolonialismos irresponsáveis mas exploradores, que sustento a verdade e a necessidade da presença de Portugal em África.

E quando ouço dizer que a metrópole, liberta dos encargos ultramarinos, conheceria novos tempos de prosperidade, pergunto a mim próprio se as pessoas que o afirmam estão convencidas do que dizem.

Nunca professei a opinião de que Portugal, privado do Ultramar, estivesse condenado à perda da independência. Mas não quero pensar no que seriam os dias negros dessa privação. Não quero pensar no que seria a chegada à metrópole dos portugueses de Angola e Moçambique expulsos dos seus lares e em busca de novos meios de trabalho, nem na cólera de quantos se sentissem logrados nos sacrifícios feitos para manter em África a bandeira verde-rubra! Nem ouso imaginar o que doeria a ferida moral - o que por longos anos seria uma viva e ardente ferida aberta pelo abandono ou pela entrega na consciência do País.

Entrega a quem? Se são vários e rivais os chefes e os movimentos, que só se distinguem pelos países estrangeiros que lhes fornecem armas e apoios financeiros e diplomáticos? Se esses movimentos e esses chefes, carecidos de autoridade própria, de raízes nos territórios, de legitimidade de qualquer espécie, só teriam nas negociações a voz e o voto que lhes fosse ditado pelas potências que os sustentam e movem? Se em última análise as negociações acabariam por ser feitas não com as populações ou seus representantes - mas com países que encobertamente as conduziriam para depois, encobertamente também, passarem a ser senhores e fruidores dos territórios?

Porque a verdade é que, ao contrário da falsa ideia espalhada por uma propaganda insidiosa, nenhum movimento, a partir do caso do Congo em 1961, espontâneamente, surgiu, se desenvolveu e radicou em território português: todos foram fomentados, são apoiados e estão baseados em países estrangeiros.

Não. A entrega do Ultramar aos movimentos subversivos não faria a felicidade dos africanos e não seria com certeza factor de prosperidade, nem título de nobreza, nem motivo de orgulho nacional para os Portugueses.”

Marcello Caetano
, “Portugal Não Pode Ceder”Discurso pronunciado no Palácio das Necessidades em 6 de Outubro de 1969.

A História veio a dar-lhe razão...



Nota I: Foto do Memorial dos Mortos do Utramar. “Retirada” do aqui já citado (e muito estudado...) “Luís Graça & Camaradas da Guiné”. Com a devida vénia.

Nela, conforme se pode ler naquele “blogue”, vê-se Regina Mansata Djaló, viúva do Alferes graduado 'comando' africano Demba Cham Seca, apontando com o dedo o nome do seu marido, um dos 53 militares do Batalhão de Comandos Africanos, fuzilados pelos “camaradas” do “glorioso” PAIGC.
Nota II: clicar na imagem para uma perfeita visualização.

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nação Eterna II


Soldados Comandos Portugueses traídos por Lisboa, como aqui já escrevi em 2007. Onde estarão hoje?


Um grande número deles foi fuzilado, após o "glorioso" 25 de Abril, pelo "grande" PAIGC da Guiné-Bissau, demonstrando assim que aqueles que pretendiam as nossas Províncias Ultramarinas... afinal eram meros assassinos, a soldo das grandes potências de então, como a União Soviética e China.
Escrevi naquele ano:

"os ex-militares guineenses que combateram no Exército Português, perseguidos e, muitos deles fuzilados, após a entrega da Província Portuguesa de Guiné-Bissau a movimentos de inspiração soviética, encontram-se na miséria. Apesar do “Acordo de Argel” de 1974, que previa o pagamento, por Portugal, de pensões de reforma, invalidez e sangue aos seus combatentes guineenses, muitos deles soldados “Comandos” (!) aquele nunca foi cumprido.

Assim, perderam aqueles que acreditaram num Portugal pluricontinental e plurirracial: brancos e negros. Estes últimos foram ali deixados, em solo anteriormente português, abandonados à sua (triste) sorte.

Actos destes, de verdadeira traição, desonram quem os pratica… "

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nação Eterna I



Ainda na sequência do 10 de Junho deste ano, uma vontade enorme de gritar:


Isto é que foram homens, a nata da Nação, e não os ratos que temos hoje!







Nota: General Kaulza de Arriaga e "Comandos".

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Cavaco Silva acabou de perder o meu voto para a Presidência.

Suceda o que suceder, Cavaco Silva acabou de perder o meu voto para as próximas presidenciais.

Um ex-combatente da Província da Guiné, que faz o favor de ser meu amigo e de corresponder-se comigo, informa-me que não foi permitido aos ex-combatentes do Ultramar desfilarem neste 10 de Junho com os estandartes das Companhias nas quais serviram.

Uma afronta! É nada compreender da mística nacional, da representação simbólica da luta e da esperança, consubstanciada nas insígnias, nos pendões, nas bandeiras, nos estandartes. Tudo aquilo que envolve o sentimento de pertença a uma unidade na qual se serviu.

O ainda Presidente Cavaco Silva não autorizou que os ex-combatentes desfilassem com os estandartes!

Mas, afinal, o que se espera de um contabilista?
Nota I: na foto - Guiné Leste, Região do Xime; 2º Grupo Combate CCAÇ 12. "Furtada" ao excelente blogue, de visita obrigatória, "Luis Graça & Camaradas da Guiné". Com a devida vénia.

http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/

Nota II: Clicar na foto para ampliar.

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Combatentes "Sem-Abrigo" do Ultramar Português.


Segundo o “Público”, “A Associação de Combatentes do Ultramar Português (ACUP) estima que existam duas centenas de antigos militares a viver nas ruas (de Lisba) e a travar todos os dias a sua derradeira batalha: a da sobrevivência.”

Coloco aqui o comentário de um ex-combatente, àquela notícia, que outras palavras não são necessárias:


"A todos que lutaram na frente de combate como Guiné, Angola e Moçambique este é o meu caso" só nos resta uma coisa. Como à quarenta anos pegar nas armas e levar na frente todos estes aldrabões, vigaristas e aquele refractário que está sentado na assembleia da república já à mais de trinta anos e que passa a vida na caça e almoços. Muito mais haveria a dizer como por ex. sobre pcp que estiveram sempre ao lado dos que forneciam armas na altura ao nosso inimigo Mas o povo tem fraca memória."

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sábado, 12 de junho de 2010

Jesus e Maria.







Nesta sexta-feira que passou celebrámos a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.




Neste Sábado celebramos o Coração Imaculado de Maria.




Esta devoção é tão antiga como a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Assim, temos unidos ambos os Corações, inseparáveis, ou não fosse Maria a Mãe Co-redentora de todos nós...



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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Os Combatentes do Império.

O “10 de Junho” deste ano, outrora designado "Dia da Raça", teve pela primeira vez a presença oficial dos antigos combatentes, que desfilaram na respectiva cerimónia militar.

Para aqueles que não sabem ou estão "esquecidos", "A Guerra do Ultramar teve início em Angola. Em Março de 1961, um grupo de terroristas, provocou no norte, um mar de sangue. Chacinaram milhares de Portugueses brancos e negros. Mais de 70 mil famílias foram abatidas em genocídio. Despedaçaram os corpos com as catanas. Cortaram-nos em postas. Havia crianças com o corpo cortado e separado. Mulheres grávidas esventradas. Mulheres e meninas violadas por muitos. Cabeças espetadas em paus. Paus enfiados nos corpos. Jogavam futebol com as cabeças que cortavam (...)" -
excerto retirado, com a devida vénia, do blogue Combatentes por Portugal:




António Barreto (quem diria?!) deixou um lamento: "Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos".


E pôs o dedo na ferida: “O povo português é parco em respeito pelos seus mortos".


De facto, o que a “malta” quer é ”panem et circenses” e nada mais.

Com um povo assim, hoje alienado, terrivelmente egoísta, esquecido da sua História e desinteressado pela construção (colectiva) de um novo Futuro, a esperança em melhores dias morreu.



Nota I: a foto foi retirada do blogue acima referenciado. Com a devida vénia.
Nota II: clicar na foto para ampliar.

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Anjo da Guarda


(little angel praying...)


No dia do Anjo da Guarda de Portugal, eis uma singela, porém imprescindível e bela Oração ao nosso

Anjo da Guarda

Santo Anjo do Senhor
meu zeloso guardador
já que a ti me confiou
a piedade Divina:
hoje e sempre me governa,
rege, guarda e ilumina.
Ámen.

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Poesia Eterna














Hoje fui ouvindo, enquanto trabalhava, a Françoise Hardy, aquela cuja voz prometia o céu na terra e um mundo feliz lá muito longe... lá naquela Paris mítica dos anos sessenta.




Continua a cantar e bem.
Todavia, o corpo não resiste à erosão do Tempo. Aliás, como todos nós.
Contudo, a Alma está lá. É o que importa.



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segunda-feira, 7 de junho de 2010

O Amor... Sempre!


"Por ti quero de novo acreditar
E prometo que vou lutar para não deixar morrer a esperança…"

BETO, “CONTRA TUDO E TODOS”

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domingo, 6 de junho de 2010

Somos demasiado humanos mas...


Neste fim de Domingo - o Dia do Senhor - uma resposta às nossas interrogações:

"(...) E é isto que salva verdadeiramente: transcender os limites do ser homem - um passo para o qual já está predisposto, pela sua semelhança com Deus, como esperança e como possibilidade desde a criação".

Joseph Ratzinger, "Jesus de Nazaré", Editora A Esfera dos Livros, 2007.




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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Partir para longe...

Chegou o Verão, a luz forte, o chilrear dos passarinhos, o verde das árvores ressuscitadas, o som lá longe do mar que sempre espera por nós, o cheiro a eternidade, mas também a inquietação. Como diz a Margarida Rebelo Pinto, na sua coluna “Com Muito Prazer” na edição de hoje do “SOL”, é o tempo em que inevitavelmente “as saias sobem e as t-shirts encolhem, os sentidos apuram-se”.

De facto, os sentidos ficam exaltados, pondo a nu a (normalmente) invisível ansiedade, que sobe dentro de nós, nos estrangula a alma e impele o nosso espírito e o nosso corpo não se sabe bem para onde, para qualquer lugar menos este onde nos encontramos: País triste, sem esperança de melhores dias, já sem glória, já sem as paixões de outrora.
Paixões como a de António Ferro pelo Regime que ajudou a construir, e que hoje vem referenciado naquele semanário, precisamente por há 70 anos ter visto consagrado o seu projecto das comemorações dos centenários da fundação da nacionalidade e da restauração, que incluiu a famosa Exposição do Mundo Português, algo de extraordinário, mesmo para os parâmetros dos nossos dias, onde a técnica sobeja mas onde falta o génio e o amor.

Tudo isto a (des) propósito daquela inquietação que nos assola os sentidos, a alma, o corpo: os anos a passarem e nós neste marasmo, à espera de quê? Do fim?!

Ah partir, partir para longe, levando sob a asa o nosso amor! Lá longe onde parece que se pode ser feliz, onde talvez nos possamos esquecer de nós próprios…


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quinta-feira, 3 de junho de 2010

João Aguiar - Viriato de novo vencido.


Corriam os anos negros da década de oitenta quando João Aguiar iniciou a sua carreira de escritor com o seu romance A Voz dos Deuses, páginas que me transportaram para um tempo em que os homens não eram ratos mas simplesmente… Homens!

O Viriato dos nossos dias acabou de tombar face ao tenebroso inimigo destes tempos. Mais uma perda irreparável no nosso horizonte.

É triste partir quando toda a Natureza desperta do seu sono. Mais triste ainda quando constatamos que apenas os medíocres permanecem neste rectângulo.


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