Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Dia 1 de Fevereiro - a recordação de um atentado ao Estado de Direito.


"Se o 5 de Outubro de 1910 tivesse sido uma coisa boa, o 25 de Abril de 1974 nunca teria sido preciso".

Dom Duarte de Bragança



Essa associação de carbonários, maçónicos e ateus militantes, inimigos de Deus, de Portugal e dos Portugueses, das suas tradições e crenças mais profundas, que dá pelo nome de “República e Laicidade”, a mesma que tem influenciado o Governo na questão da proibição dos crucifixos nas escolas, nos hospitais, na questão dos capelães militares e na assistência religiosa nos estabelecimentos de saúde, “ditou” ao Ministro Severiano Teixeira a proibição de no dia de hoje, 1 de Fevereiro, no qual se assinala o Centenário do Regicídio, o exército participar na memória desse funesto evento.

Afirma aquela organização que “há cem anos, Manuel Buíça e Alfredo Costa mataram a Monarquia”. Por tal acto, defendem que “Manuel Buíça e Alfredo Costa merecem um lugar no altar da Pátria que amaram e no coração da República por cujos ideais deram a vida”.

Esquecem que nunca uma sociedade foi feliz e alcançou, no seu seio, a justiça e a paz social, sobre os escombros da felicidade do seu semelhante, e à sombra do crime e da ignomínia.

Como podemos nós suportar, no nosso tecido social, o “convívio” com gente desta natureza, que nada respeita e apenas deseja destruir os alicerces da nossa sociedade: Deus, Pátria e Família?

Há algo de mais importante que esta trilogia?

D. Carlos foi um Monarca de vasta cultura, que ao tempo enfrentou delicados problemas, como a questão do "mapa cor de rosa", tendo, pela sua acção, salvaguardado as nossas colónias dos interesses de Alemães, Ingleses e Franceses.

Curiosamente, anos mais tarde, seriam os Republicanos a enviar para a morte milhares de portugueses, martirizados numa guerra mundial que nada nos dizia…


O Regicídio apenas conduziu Portugal à anarquia, à violência quotidiana das bombas a deflagrarem nas ruas de Lisboa e Porto. Ao assassinato de Padres, ao exílio forçado de muitos milhares de religiosos de vida contemplativa, como os franciscanos.


Esquecem esses " arautos da liberdade" que foram os únicos responsáveis pelo advento do Estado Novo que tanto criticam... Mas, com este, foi reposta a trilogia acima referida: Deus, Pátria e Família.


Deo Gratias!


Há-de vir o Tempo em que a Verdade e a Justiça serão repostas, disso não tenho dúvidas...

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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

São Tomás de Aquino, Presbítero e Doutor da Igreja.



“Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor.
Quem Me segue não anda nas trevas,
mas terá a luz da vida.”
(Jo 8, 12)


A Igreja celebrou, nesta segunda-feira, a festa de São Tomás de Aquino.


A minha muito amada Igreja de São João de Deus, que faz parte da minha vida, estava repleta para a celebração da Missa das 19H00.


São Tomás de Aquino teve, sem margem para dúvida, a Luz na sua vida: a sabedoria residiu nele.

Mostrou que o Homem é o ponto de convergência de toda a criação de Deus.

Ensinou, nomeadamente, que há uma união substancial entre a alma e o corpo. Tal é o fundamento maior da dignidade da pessoa humana. Esta é um corpo que está enformado por uma alma; a alma enforma o nosso corpo.

Trago à superfície este grande ensinamento de São Tomás de Aquino, precisamente no passamento de um amigo, por sinal não crente: que ele possa já ter atingido a Verdade e n’Ela permanecer…



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sábado, 26 de janeiro de 2008

Cem Anos de saudade...


Mão amiga (por sinal feminina...) fêz-me chegar uma petição, que circula "on-line", a fim de que o dia 1 de Fevereiro de 2008, centenário do Regicídio, seja decretado dia de Luto Nacional. E ainda que às 17:20 horas desse dia seja cumprido um minuto de silêncio, em homenagem a um dos maiores Chefes de Estado de Portugal e ao seu sucessor constitucionalmente consagrado: S.M.F. o Rei Dom Carlos I e a S.A.R o Príncipe Dom Luís Filipe.
O link é o seguinte:




De facto, durante este ano de 2008, evoca-se, e para já, no referido dia 1 de Fevereiro, os 100 anos do regicídio que vitimou o Rei D. Carlos e o seu filho primogénito o Princípe D. Luiz Filipe.

Várias iniciativas estão previstas no decorrer deste ano, que versam a figura do antigo Chefe de Estado.

A comissão organizadora conta com alguns nomes importantes da vida académica, política e social, sob o alto patrocínio da Fundação D. Manuel II.

Aqui fica igualmente o "link" da Comissão Organizadora "D. Carlos 100 anos":






Os actuais partidários de Afonso Costa devem estar roxos...



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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

llusões de quem ama...




O sol, com as suas cores laranjas, anuncia o dia. São oito da manhã.

No meu gabinete, rezava há pouco as minhas orações. Uma em especial, em honra das DORES DE NOSSA SENHORA.

Gostava de partilhar convosco esta preciosidade…

Costuma a piedade cristã venerar de modo especial as 7 principais dores de Maria Santíssima, que são:

1ª - A profecia de Simeão.
2ª - A perseguição de Herodes e a fuga da Sagrada Família para o Egipto.
3ª - A perda do Menino Jesus no Templo de Jerusalém.
4ª - O encontro desta Mãe admirável com Seu Filho, carregado com a cruz, no caminho para o Calvário.
5ª - A crucifixão de Nosso Senhor.
6ª - Quando recebeu nos seus braços a Jesus Cristo, descido da cruz.
7ª - Quando depositou Jesus no túmulo, ficando Ela em triste solidão.


Santa Brígida diz-nos nas suas Revelações, aprovadas pela Igreja, que Nossa Senhora lhe prometeu conceder sete graças a quem rezar, em cada dia, sete Avé-Marias em honra das suas dores e lágrimas.


Eis as promessas:

“a) Porei a paz em suas famílias.
b) Serão iluminados pelos Divinos Mistérios.
c) Consolá-los-ei em suas penas e os acompanharei nos seus trabalhos.
d) Conceder-lhes-ei tudo o que me peçam, contanto que não se oponha à vontade adorável do Meu Divino Filho e à santificação das suas almas.
e) Defendê-los-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal e os protegerei em todos os instantes da vida.
f) Assistir-lhes-ei visivelmente no momento da morte e verão o rosto da Sua Mãe Santíssima.

g) Obtive de meu Filho que, os que propaguem esta devoção (às minhas lágrimas e dores) sejam trasladados desta vida terrena à felicidade eterna, directamente, pois ser-lhes-ão apagados todos os seus pecados e o meu Filho e eu seremos a sua eterna consolação e alegria.”


Curioso que, quando estava a rezar, tive a sensação da bela imagem de Nossa Senhora que aqui tenho na minha secretária, ter avançado um pouco, virada para mim, como que a acompanhar-me na minha meditação…

Digam-me que são ilusões dos nossos olhos…

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domingo, 20 de janeiro de 2008

La call-girl de Sarkozy crache sur les Français!


Como tinha prometido à Cleopatra, aqui vai um post tipo "Correio da Manhã" acerca da mulher do momento... (também temos direito a um pouco de "faits divers" ou não?...)

B.I:
Nom : Bruni Carla
Date de naissance : 23/12/1968
Lieu de naissance : Italie - Turin
Taille - Poids - Mensuration : 1m76 - 86-61-89


Tous les hommes de sa vie:

Mike Jagger foi um deles: deixou a modelo Jerry Hall e partiu para os braços de Carla Bruni. Esta disse ao tempo que o amava por causa da sua música e da sua originalidade… (quehorror...)

Com Eric Clapton, Carla Bruni “anexou” outro artista lendário à sua colecção…


Jean-Jacques Goldman foi outro cantor que a “seduziu” (ou foi ao contrário?... estou confuso…).

Teve ainda uma “liaison” com um colega do foro… hum… um tal de Klarsfeld…


Nos anos 90 lançou-se nos braços de Vincent Perez, um realizador de cinema…

Ai este trabalho de casa foi cansativo…

Ainda há mais:
A rapariga, dada à cultura, ligou-se ao filósofo Raphael Enthoven do qual, confesso, desconheço a obra…

Enfim, os homens de Carla Bruni são todos célebres…

E eles caem todos aos seus pés... será do ar cândido (?!...) que ela tem, como nesta foto? (Aqui, ela ouve música na sua nova casinha do Eliseu, enquanto Sarko faz o jantarinho...).



Em tempo: “ele” há fotos de Carla Bruni muito mais interessantes… mas aqui impublicáveis…

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Palavras loucas II: A certeza do Amor.




Nem a aridez do passado
Nem o vento que nos fustigou


Nem a atitude de abandono
De renúncia à felicidade que adoptaste


Nem os perigos do futuro
Que possam surgir


Não nos devem nunca fazer abandonar
A felicidade que agora nos pertence

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Palavras loucas I


Vem e toma conta de mim!...

Tu, que me atormentas a alma com a dor da tua indiferença, do teu esquecimento, do teu silêncio…

Ao menos protege-me das desilusões,

Agarra os meus desejos mais ardentes

E apaga de vez a chama do prazer.


Faz-me ao menos puro ou quase…

E protege-me de mim mesmo…




Nota: A imagem é da autoria da fotógrafa Carla Salgueiro e tem o título "I'm free to do what I want".

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domingo, 13 de janeiro de 2008

Le "Monsieur 100.000 volts".



"À propos" de um artigo da Cleópatra, (e como ela diz e bem) o francês está de volta – pelo menos na política - e ambos nos lembrámos do Becaud e das maravilhosas canções francesas que nos encantaram e encantam.


Lembro-me que, em miúdo, aos Domingos à tarde, a televisão passava espectáculos do Becaud e como eu me deliciava a ouvi-o, fechado num mundo de sonhos…

O meu primeiro disco - um 45 rotações - foi precisamente o de Gilbert Becaud: "Et maintenant".

Compreio-o no Chiado (aquele que já não existe...) e ainda hoje o tenho.

Bécaud tinha uma voz inigualável.

Ainda há pouco tempo Gregory Lemarchal, provavelmente um novo Becaud, também partiu prematuramente e se ele tinha uma voz maravilhosa!

Ambos fazem imensa falta à França e a nós, francófonos por cultura e paixão.

A Morte é algo de obsceno...



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sábado, 12 de janeiro de 2008

O Natal deixa-nos...





Amanhã, Domigo, termina (no calendário litúrgico...) o tempo do Natal.


Na Festa do Baptismo do Senhor recordamos João Baptista que administrava um baptismo de penitência, exortando à conversão.


Jesus ali também esteve, nas margens do rio Jordão, transformando o gesto de penitência de João Baptista em manifestação da Sua divindade.


Eis que, subitamente, ouviu-se uma voz que lá do alto dos céus proclamou:


"Tu és o Meu Filho muito amado, em Ti pus toda a Minha complacência" (Mc 1, 11).


E o Espírito desceu sobre Jesus em forma de pomba.


Que este mesmo Espírito me ilumine a Alma e me guie nas trevas deste mundo, para que eu possa semear, à minha passagem, apenas o Bem.


Para que um dia me possa apresentar na casa do Pai purificado de todos os erros cometidos…



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domingo, 6 de janeiro de 2008

A Revelação de Jesus.


Chegamos ao fim do Natal, se é que tal expressão é possível… Natal é todos os dias segundo uma expressão já cansada para quem não compreenda esta fé num Deus que se dignou nascer pobre e humilde, como seus pais terrenos, a Virgem Maria e São José, o homem mais perfeito que alguma vez habitou esta Terra.

Tenho pena que toda esta exaltação se vá extinguindo nos dias que aí vêm… Será que vamos esquecer Aquele que é a fonte da nossa esperança, o bordão que nos serve de arrimo nas agruras desta vida?

No dia de hoje, como senti a verdade da leitura do Livro de Isaías:

“Vê como a noite cobre a terra,
e a escuridão os povos”.

A escuridão que nos quer cobrir a nós, crentes que somos na fonte da Vida - Jesus. A escuridão travestida de falsa virtude e de falsa liberdade “para todos”, que impõe a retirada de crucifixos nas escolas, dos sacerdotes nos hospitais e, agora, nomes de santos nas primeiras.


Mas tenhamos esperança. Estes homens que nos (des) governam não sabem que sobre eles “levanta-Se o Senhor”, e que a Sua glória nos ilumina, a nós seus fiéis, e que por fim as Nações, como diz Isaías, caminharão à luz da Jerusalém Celeste e os reis verão o esplendor da sua aurora.







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sábado, 5 de janeiro de 2008

O Amor: uma herança de Deus...


Como tu és bela, meu amor. Bela como nunca. A tua silhueta de contornos suaves invade-me os sentidos, o meu espírito repousa no teu belo sorriso e deixa-me em êxtase…

Mas amar também é dor, é sentir no peito uma dor aguda, indefinida, pelo medo da perda…a vida é tão frágil…

Peço a Deus que, na nossa viagem por esta terra, Ele nos dê a mesma estrada a percorrer, e a façamos sempre de mãos dadas…

Todos nós vivemos em busca do amor e, quando o encontramos, desejamos que ele seja eterno, tão eterno quanto a nossa pobre e precária vida terrena o permite…


O amor verdadeiro resiste ao Tempo, torna-se mais forte, enfrenta abalos telúricos.

Ele é a nossa herança que entregamos, no fim da nossa vida, a Deus.


Uma herança de duas pessoas que Ele uniu e que elas souberam honrar…

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Lembranças...



Fiz 52 anos há poucos dias. À beirinha do Natal. Daí que apenas tenha sido hoje que a Directora do Departamento Jurídico e Contencioso, após o fim das diversas “fugas” natalícias dos elementos que compõem aquele, reuniu com todos os consultores jurídicos (somos apenas meia dúzia – os últimos “guerreiros” que restam, antes do total desmantelamento do Estado…) e, surpresa, foi para me darem uma lembrança por via do “evento”…

Não me lembro de ela ter tido esse gesto no passado, nem dos meus colegas se incomodarem a tal…

Vê-los ali reunidos expressamente para me felicitarem, tocou-me profundamente.

Pequenos gestos que suavizam as agruras da vida… por vezes tão despida de sentido…

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Alma nostálgica...



A noite desceu. E o vento grita no seu interior, com violência.

A hora continua propícia ao divagar do pensamento, sem uma linha contínua…

Continuo a pensar na Esperança, na solidão e na nostalgia. E, “pour cause”, lembrei-me de um dos meus cineastas preferidos: Andrei Tarkovsky. Com efeito, esta alma (russa) que já partiu, abordou como ninguém (para além de meu muito querido Krzysztof Kielowski, o autor de "Azul", "Branco" e "Vermelho") a temática da solidão e do exílio da Alma, neste tempo de horrorosa pós-modernidade, na qual se radicalizou o pensamento de Nietzsche. O vazio, o nada, é o que muitos apregoam e desejam… para si e para os outros.

Tarkovsky realizou “Nostalgia”, um dos seus filmes mais ricos e singulares, no qual, através da contemplação, do acto contemplativo de que o ser humano é capaz, se procura, no limite, Deus.

É certamente o “respirar” da alma da velha Rússia, sufocada que foi pelos prometidos “amanhãs” que nunca chegaram a "cantar"…

É também a nossa odisseia, homens transformados em nómadas, na eterna busca do rosto de Deus.


Nostalgia… um desejo inexplicável de eternidade...


Porque tardas, Senhor?


Vou reconfortar-me na leitura dos sermões de Santo António…






Nota: na foto, Andrei Tarkovsky e o seu filho.

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Da Esperança e da solidão...





No fim deste dia, e com uma "boa" constipação “apanhada” em Fátima, estou aqui junto à lareira a ouvir o “Gloria RV 589 en ré Majeur” de Vivaldi. E não é que me deu uma forte depressão? “Isto” ainda vem do tema da “Esperança” …

Os tempos andam conturbados. Parece que não existe uma saída para Portugal e para todos nós. Ainda esperamos que D. Sebastião nos venha salvar deste torpor e desta miséria em que vivemos: da falta de ideais, da falta de calor humano entre os portugueses… é isso, cada um vivendo a “sua” vida e… salve-se quem puder! A solidão pesa em Portugal...

Ao que chegámos!

Não sei o que nos espera amanhã. Já não existem homens que nos empolguem e nos façam vibrar e construir coisas, construir o amanhã com as cores da Esperança… Os homens de hoje apenas destroem; estão possuídos da fúria de destruir tudo o que foi alcançado, antes e depois do 25 de Abril. Os homens virtuosos, com sonhos nos olhos morreram todos… o último morreu nos horrorosos anos oitenta, e refugiado no Brasil…


“Resta-nos” Deus, que Ele sim é fiel e eterno… Deus que criou o mundo e tudo o que existe, Senhor do Tempo e da História, do Céu e da Terra.



Deus que sonha com um mundo que seja "casa para todos". Mas há tanta solidão... até em nossas casas...

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terça-feira, 1 de janeiro de 2008

No Novo Ano, a Esperança....


“Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” (São Lucas 1,38).

Graças a este “sim“ de Maria, Deus pôde assumir a nossa natureza humana, tornando-se, enquanto Menino Jesus, na Segunda Pessoa da Trindade.

Neste dia a Ela dedicado, gostaria aqui de reproduzir as belas palavras de D. Carlos de Azevedo, secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, em entrevista concedida à Revista Sábado de 27 de Dezembro.

Ei-las:

“ (…) A grande esperança só pode ser Deus. Só Ele abraça o universo e é fundamento da esperança no rosto humano que deu a vida por nós até ao fim (…).”

Eis a grande Verdade: apenas em Deus pode residir a Esperança.


Assim, no dealbar deste ano de 2008, direi, como Simão Pedro a Jesus:

"Senhor, a quem iremos? Só Tu tens palavras de vida eterna" (São João 6,68).

Esta profissão de fé proferida por Pedro é, de facto, também a base da minha (e da nossa)Esperança.


"Senhor, a quem iremos? Só Tu tens palavras de vida eterna"…

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