Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A vida deveria ser...

Lia hoje no "Diário Económico" as futuras alterações ao Código do Trabalho quando, no fim, passo os olhos pelos convulsos gráficos da Bolsa, e pensei que apenas a Esperança em Jesus pode dar um sentido à nossa vida. Esta não pode resumir-se a uma mera contabilidade.

Ela é antes (ou deveria ser sempre) a tradução dos nossos amores, da família que nos une, repositório das nossas memórias e guardiã dos nossos afectos.

A vida deveria ser uma ronda pela amizade. Sempre!

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domingo, 23 de novembro de 2008

Qual o livro bíblico que?...


À questão, colocada pela "Voz da verdade" (revista do Patriarcado de Lisboa), a vários interlocutores, qual o livro bíblico que escolheriam e porquê, o meu poeta indefectível José Agostinho Baptista, respondeu que seria o "Cântico dos Cânticos", porque "é talvez o mai belo poema do mundo. Porque está em mim e eu estou nele. Porque caminhamos quase lado a lado, pelas sendas de Deus e do coração. Porque é o espelho do homem."
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Tem toda a razão Agostinho Baptista. Com efeito, o "Cântico dos Cânticos tem a sua base no amor puro e pleno do casal humano: no seu centro estão o homem e a mulher, que amam em toda a plenitude, conhecendo assim Deus e fazendo-O reflectir através desse mesmo amor.
Numa interpretação sublime, aquele amor traduz a união esponsal de Cristo com a Sua Igreja e com as almas que Lhe são fiéis.

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Da Amizade Pura. Sempre...



Catarina Dornelas Pinheiro é o seu nome. Distinta Advogada, amiga puríssima e desinteressada.
Nesta viagem da vida, para onde vamos? Não podemos esperar ter respostas a esta pergunta. Ao interrogarmo-nos sobre o que Deus pensa sobre nós e sobre o destino que nos reservou, estamos a mergulhar no Seu Mistério, o qual é insondável...
Mulher que se rege por sãos valores, partiu, a dado momento, "sozinha" para a sua viagem neste mundo tão irracional. Mas, mais importante que a partida, é saber para onde se vai, e o caminho a tomar, que há vários de facto, para se poder chegar ao destino sem grandes atribulações.
Faz agora parte da firma "Simões Correia Associados".
"Deus é Luz e n'Ele não há nenhuma espécie de trevas" (1 S.João, 5): desejo-lhe uma longa e frutuosa carreira:
Ela bem merece!

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Pai Rambo ou simplesmente coruja...


Engraçado que os meus amigos mais chegados têm filhos lindíssimos. Como o Miguel e a Isabel, com duas "teen" que mais parecem umas "top models". E a Cleo e o Coutinho Ribeiro, que têm dois casalinhos que são um amor.


Com filhotes destes, eu teria de ser um Rambo para os proteger de todo o mal que existe neste mundo.


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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Elle n'est pas belle la vie mais... ELLE EST SI JOLIE...


Elle était si jolie
(Alain Barrière)



Elle était si jolie
Que je n'osais l'aimer
Elle était si jolie
Je ne peux l'oublier
Elle était trop jolie
Quand le vent l'emmenait
Elle fuyait ravie
Et le vent me disait...

Elle est bien trop jolie
Et toi je te connais
L'aimer toute une vie
Tu ne pourras jamais
Oui mais elle est partie
C'est bête mais c'est vrai
Elle était si jolie
Je ne l'oublierai jamais

Aujourd'hui c'est l'automne
Et je pleure souvent
Aujourd'hui c'est l'automne
Qu'il est loin le printemps
Dans le parc où frissonnent
Les feuilles au vent mauvais
Sa robe tourbillonne
Puis elle disparaît...

Elle était si jolie
Que je n'osais l'aimer
Elle était si jolie
Je ne peux l'oublier
Elle était trop jolie
Quand le vent l'emmenait
Elle était si jolie
Je n'oublierai jamais.
XX
Hoje, uma amiga remeteu-me esta canção num "clip" (não é assim que se diz?). Há muitos anos que a não ouvia. Interrompi o que estava a fazer: o forte cheiro do mar invadiu o gabinete, e levou para longe o bafio da (inútil) papelada que nos consome a existência.


Chorei. Saudade do sol, das colinas verdes da infância, do cheiro da resina dos pinheiros, do cheiro do Tejo, o som da sua suave corrente, das manhãs que pareciam eternas, do mar antigo, de todos aqueles que já cá não estão e com os quais eu quereria desesperadamente reescrever uma nova história. Entretanto, a inocência irremediavelmente perdida...

Saudades de viver...


Mas hoje, apenas uma coisa é certa: ela continua, todos estes anos passados, a mais bela mulher que conheci.



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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O SANTO CONDESTÁVEL: novo livro do historiador José Carvalho.


Hoje, na Igreja do Santo Condestável, a Campo d'Ourique, foi apresentado o livro (mais um...) do historiador José Carvalho, o qual oportunamente me tinha remetido a notícia do evento.


Infelizmente (coincidência) estive todo o dia em reunião de trabalho num hotel de Lisboa e só por volta das 19H é que terminaram os trabalhos. Não pude assim assistir ao lançamento da obra. Mas ainda avisei um amigo meu, o Abel, carmelita dos sete costados, que lá foi e adquiriu o livro. Maroto, que não me trouxe um exemplar. E, claro, perdi o respectivo autógrafo e a oportunidade de conversar com o Autor....


Ficará para uma próxima oportunidade. Certo certo é que, para além dos dois volumes que tenho de José Carvalho ( "A formação de Salazar e o seu tempo" e "A Concordata e o acordo missionário de Salazar"), irei juntar a estes o presente estudo, que poderei colocar aos pés do belo e antigo quadro do Santo que tenho cá em casa...

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sábado, 8 de novembro de 2008

Como os nossos políticos são diferentes!

"Apelo a todos os americanos para não desesperarem ante as dificuldades, para acreditarem, sempre, na promessa e grandeza da América, porque aqui nada é inevitável. Os americanos nunca se rendem. Nós nunca nos escondemos da História. Nós fazemos História. Deus vos abençoe. Deus abençoe a América."


John McCain




Em Portugal, como é diferente a postura dos nossos (?!?) políticos: muitos têm vergonha da nossa História, e nem se atrevem a falar de Deus em público: uns porque não acreditam (aliás, não acreditam em nada, apenas nos seus "interesses"), outros porque não dão público testemunho da sua fé: um dia, Deus também lhes dirá: "não vos reconheço"!


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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Refazer Portugal tijolo por tijolo, quarteirão por quarteirão.

Refazer a América "tijolo por tijolo, quarteirão por quarteirão"

(Barack Obama)


Haverá algum político português que diga a esta Nação (que já foi uma potência):

Refazer Portugal "tijolo por tijolo, quarteirão por quarteirão" ?

Muito poucos poderiam subscrever tal frase. Marcello Caetano, em Maio do ano de 1969, deixou esta mensagem à Nação:


"Louvada seja a terra, louvada seja a água - louvado tudo o que a terra cria e o que a terra dá! Louvado o trabalho que nela se incorpora com amor e sofrimento! Louvados os homens que do trabalho sabem fazer dádiva ao Mundo, para que o Mundo seja melhor! E louvado seja Deus!"


Em 1973:


"Vamos nós continuando a servir Portugal. Vamos continuar serenamente, devotadamente, esforçadamente, a trabalhar por amor, e só por amor da Nossa Pátria, - isto é, por amor de todos os portugueses, quer compreendam, quer não, que só o interesse de todos nos move ao procurar, salvando as preciosas virtudes de um povo admirável, construir um Portugal melhor!"




Hoje, qual o político que saberia assim exprimir-se?!

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Hoje sinto-me americano!


Tive de conter as lágrimas quando ouvi na televisão o extraordinário discurso de Barack Obama, discurso esse que deveria empalidecer de vergonha (se a tivessem) os tristes governantes desta agonizante Europa, ateia, indiferente, envergonhada das suas raízes e, muito em particular, os deste nosso pobre País.

Aqui, nesta terra, também já houve políticos com visão, com um projecto de futuro, que também sabiam transmitir ao povo um sentido de destino colectivo, construindo todos os dias uma Nação galvanizada para a realização de grandes desígnios.

Como estamos (infelizmente) habituados aos discursos vazios, ocos, pobres, dos nossos políticos de trazer por casa, apenas tristes vendedores de banha da cobra, sem visão de futuro, sem estratégia para o amanhã, sem mensagem de esperança!…


Embora admire o extraordinário percurso de John McCain, que sem dúvida seria um grande Presidente, não é possível ignorar todo o simbolismo que representa a eleição de um afro-americano para a presidência dos EUA, e a esperança que Obama traz para todo o mundo: quer gostemos ou não dos EUA, eles representam ainda e sempre a verdadeira democracia à face da terra, País onde tudo é possível, e onde o "american dream" ainda é uma realidade.



“Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.

O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.

Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.”

Barack Obama



Algum dos políticos abrilistas cá da terra seriam capazes de transmitir uma mensagem com esta carga de poesia e de esperança?!


Nós, portugueses, provavelmente nem merecemos um Presidente assim… amorfos que somos, alheados, egoístas, sem coragem para lutar...
Nota: foto retirada do "Boston Globe" - "President-elect Barack Obama, his daughters Sasha and Malia, and wife Michelle waved to supporters last night in Chicago's Grant Park."

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A verdade nas palavras de Mccain.

"Perdemos no Vietname porque perdemos a vontade de combater, porque não compreendíamos a natureza da guerra que estávamos a travar e porque limitámos as ferramentas à nossa disposição".

John Mccain
Curioso que tal diagnóstico assenta como uma luva ao "nosso" "movimento dos capitães" do 25 de Abril...


Nota: na foto, desfile das nossas tropas em São Paulo de Luanda.

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domingo, 2 de novembro de 2008

Novembro: Mês de Todos-Os-Santos.


“Graças à inefável realidade da Comunhão dos Santos, somos solidários - cooperadores, diz São João (3 Jo, 8) - na tarefa de difundir a verdade e a paz do Senhor."


São Josemaria Escrivá de Balaguer, in “Amigos de Deus”.

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