Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 29 de março de 2011

Da lentidão...




Estou aqui às voltas com um parecer que já devia ter concluído na semana passada e, subitamente, largo-o e escrevo o que me assaltou o pensamento: Sou extraordinariamente lento. Cada vez mais. Em tudo. Deve ser dos cinquenta…No trabalho, na leitura da Sagrada Palavra, na leitura mais pueril, nos ensaios políticos de que tanto gosto… e o Tempo vai passando inexoravelmente, e não sei se terei dias suficientes para abarcar tudo aquilo que desejo ainda ler e fazer nesta minha vida…


Espero que sim, pois caso contrário, tudo isto seria uma perda de tempo….


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domingo, 20 de março de 2011

São José.



Neste Sábado que passou, a Igreja celebrou São José, Esposo da Virgem Santa Maria.

Pio IX declarou-o Padroeiro da Igreja universal, através do decreto “Quemadmodum Deus”; Leão XIII, na Encíclica “Quamquam pluries”, designou-o como advogado dos lares cristãos.

São José - Aquele que, segundo João Paulo II, no Mistério da Encarnação, “participou como nenhuma outra pessoa humana, à excepção de Maria, a Mãe do Verbo Incarnado” ("Exortação Apostólica Redemptoris Custos”).

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quinta-feira, 17 de março de 2011

E as flores do Japão?



Os olhos do Senhor estão voltados para os que O temem,
para os que esperam na sua bondade,
para libertar da morte as suas almas
e os alimentar no tempo da fome.

[ Salmo 32 (33)]



No Xintoísmo, Deus chama-se Kami-Sama....

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Guerra do Ultramar: 15 de Março 1961


Poucos segundos passam do dia 15 de Março do Ano da Graça de 2011. Cinquenta anos nos separam do início do fim do sonho de um Portugal pluricontinental.


Por via da inveja e ganância internacional - os Estados Unidos de John Kennedy, toda a "Cortina de Ferro", o "idealismo" de Cuba, a subversão da China, e a ignorância e parolice dos países nórdicos, foram "alimentados" bandos de terroristas que chacinaram milhares de brancos e negros na África Portuguesa.


Como afirmou Marcello Caetano, "A civilização dos povos e a valorização das terras das províncias ultramarinas foram progressivamente ocupando, até 1961, um lugar cada vez mais largo e destacado nas preocupações dos governantes. Nesse ano desencadeou-se no norte de Angola um surto violentíssimo de terrorismo de que resultou o morticínio de milhares de pessoas - às vezes com o sacrifício de famílias inteiras - e a devastação de extensas zonas onde foram espalhadas a desolação e a ruína" - discurso na Assembleia Nacional, a 27 de Novembro de 1968.


Ao longo de treze anos, muitos soldados morreram ou ficaram inválidos em vão, traídos que foram por aqueles que deviam fidelidade à integridade da Nação.


Hoje, nada resta: nem para nós, nem para aqueles que vegetam no extinto Império Português, mas hoje supostamente "livres"...


Portugal agoniza e nós com ele. " Resta-nos" um coveiro e ave de rapina que infelizmente usa o nome do filósofo ateniense...

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domingo, 13 de março de 2011

No Primeiro Domingo da Quaresma.



Neste tempo de recolhimento, que teve o seu início na celebração das Cinzas, retomamos com mais acuidade o caminho da oração, da contemplação, da penitência… São 40 dias que temos para nos purificarmos até ao Domingo de Páscoa!
De facto, como refere o Evangelho de hoje, "Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele prestarás culto."


O Padre José Tolentino de Mendonça
, no seu recente livro "O Tesouro escondido" - Para uma arte da procura interior", cita desde logo William Wordsworth
:


"Que morada me irá receber? Em que vale
Encontrarei o meu porto? Em que bosque
Criarei o meu lar?"




Creio que esta interrogação nos persegue durante toda a nossa existência...

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sábado, 5 de março de 2011

Dos Tempos...


Sadness is a wall between two gardens...

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