Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nação Eterna II


Soldados Comandos Portugueses traídos por Lisboa, como aqui já escrevi em 2007. Onde estarão hoje?


Um grande número deles foi fuzilado, após o "glorioso" 25 de Abril, pelo "grande" PAIGC da Guiné-Bissau, demonstrando assim que aqueles que pretendiam as nossas Províncias Ultramarinas... afinal eram meros assassinos, a soldo das grandes potências de então, como a União Soviética e China.
Escrevi naquele ano:

"os ex-militares guineenses que combateram no Exército Português, perseguidos e, muitos deles fuzilados, após a entrega da Província Portuguesa de Guiné-Bissau a movimentos de inspiração soviética, encontram-se na miséria. Apesar do “Acordo de Argel” de 1974, que previa o pagamento, por Portugal, de pensões de reforma, invalidez e sangue aos seus combatentes guineenses, muitos deles soldados “Comandos” (!) aquele nunca foi cumprido.

Assim, perderam aqueles que acreditaram num Portugal pluricontinental e plurirracial: brancos e negros. Estes últimos foram ali deixados, em solo anteriormente português, abandonados à sua (triste) sorte.

Actos destes, de verdadeira traição, desonram quem os pratica… "

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