Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

À beira do Natal...








Próximos que estamos do Natal, penso que, na nossa vida, no nosso pequeno quotidiano, cercados que estamos pelos cuidados do Mundo e dos seus pequenos interesses, se atentássemos, a tempo, na Maravilha e no Mistério que é a existência de Deus, a Beleza que reveste Jesus e a Poesia que ilumina Sua Mãe, Maria Santíssima, a nossa história pessoal seria outra; certamente nunca teríamos chegado a cair em precipícios que o Inimigo coloca no nosso caminho…

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Interpretações da Bíblia...

Estava aqui a lembrar-me dos casos bizarros de certos teólogos muito “modernos”, que chegam a negar a existência dos demónios, e a sua real intervenção neste mundo, causa directa do Mal, afirmando tantas vezes que os casos de possessão diabólica são meras enfermidades para as quais a ciência, ao tempo de Jesus, não encontrava resposta…

Vêm a talhe de foice os cinco volumes do P. Ariel Álvarez Valdez (teólogo) com o título “Que sabemos da Bíblia?”, publicados em Portugal pela Paulus Editora, que estive para comprar mas… hélas! O autor pertence ao grupo acima mencionado e, a coberto de se “pretender dar a conhecer os resultados dos mais recentes estudos sobre a Bíblia”, ali se fazem afirmações que ainda hoje em dia (infelizmente) muito padres exorcistas (sim, esses mal vistos até pelos seus pares..) desmentem na sua prática quotidiana.

Todavia, a norma de fé é a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, e não os teólogos nem os exegetas.

Estes, de facto, equivocam-se cada vez que se afastam da doutrina definida pela Igreja.

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domingo, 11 de dezembro de 2011

“Stop à la christianophobie"





Os católicos franceses estão em “pé de guerra” por via de uma peça de teatro (?) que se encontra em exibição naquele País, qual seja, o actual “Golgota picnic”, exibida no “Théâtre du Rond Point”, sito na “Avenue Franklin D. Roosevelt”, ali perto dos Champs-Élysées, e com programação prevista de 8 a 17 de Dezembro.


No “site” do mencionado “Teatro”, pode ler-se a seguinte pérola (ente outras…):


“Golgota picnic met en scène une crucifixion tragique et trash. L’artiste démontre avec toutes ses armes que l’iconographie chrétienne est pour lui l’image même de la « terreur et de la barbarie “.


A reacção católica francesa contra esta espécie de espectáculos blasfemos não tem diminuído, bem pelo contrário, desde o tristemente conhecido “piss Christ d’Avignon”, um trabalho que se reclama da escultura mas que não passa de um vil ultraje à Fé católica. Dispenso-me de aqui explicar aquele horror…


Hoje, Domingo, terá lugar uma manifestação em Paris com o seguinte mote:


“Stop à la christianophobie - Appel à la manifestation : tous à Paris le 11 décembre 2011”. Rendez-vous de tous les catholiques à 14 heures à Paris, PLACE DE L'ALMA.


Estes católicos da França laica não estão adormecidos… e fazem frente às forças do Mal! Com efeito, atentemos no que disse o Abbé Régis de Cacqueray, numa procissão de desagravo realizada em frente do “théâtre du Rond Point” no passado dia 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição:


“ (…) Ne croyons donc pas qu’il existe trois camps. Il n’en existe que deux, celui de Jésus-Christ et de la sainte Eglise Catholique d’une part; celui du diable qui cherche à dévorer les âmes, comme un lion rugissant, pour les faire tomber dans le péché, les y maintenir et les précipiter en enfer, d’autre part (….)”.



Convenhamos que nunca ouvi neste País “tão católico” um Padre, Bispo ou Religioso consagrado exprimir-se deste modo…



Nota: a foto foi retirada do "site" do referido teatro, e escolhi a menos chocante...

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Restauração e a Virgem Imaculada





No dia 8 de Dezembro, a Igreja celebra a Conceição Imaculada de Maria.


D. João IV consagrou a Nação inteira a Nossa Senhora da Conceição, colocando a Seus pés a real coroa, a qual, de facto, nunca mais foi usada por monarcas portugueses.


Linda pois a História da nossa Nação, ímpar no seio da Europa!


A 8 de Dezembro de 1854, o Papa Pio IX definiu o terceiro dogma mariano: a Imaculada Conceição de Maria. Na sua Bula “Ineffabilis Deus”, declarou a doutrina segundo a qual Nossa Senhora ficou imune de toda mancha de pecado original, no primeiro instante de sua conceição, por graça e privilégio de Deus Omnipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, salvador do Homem.

Talvez daí a pressa com que querem acabar com o feriado do dia 1º de Dezembro, pois foi na sequência da Restauração que a Mãe de Deus foi proclamada Padroeira de Portugal.


Convém a certos poderes “obscuros” que se dilua da memória colectiva de uma sociedade os verdadeiros valores que a enformam (ou deveriam enformar).

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1º de Dezembro... sempre!





Não concebo a existência de Portugal sem a Monarquia, sem a identificação da Pátria com esta e com todo o desenrolar da gloriosa História da Nação sob este regime, regime esse ignominiosamente deposto no triste episódio do 5 de Outubro.

Por isso, o 1º de Dezembro será sempre comemorado, de uma forma ou de outra.




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