Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sábado, 15 de agosto de 2009

Assunção de Nossa Senhora: Mistérios da nossa Fé.


Assumpta est Maria in coelum gaudent angeli!


Neste dia, feriado nacional, nós crentes, comemoramos o grande Mistério de a nossa Mãe do Céu estar desde logo junto de Deus, como sinal de esperança nossa de que também não viveremos um sono estéril e eterno, mas sim que ressuscitaremos de corpo e alma, para usufruirmos de eterna Paz e Tranquilidade na companhia do Senhor.






Nota: Pintura de André Gonçalves (1686-1762): "Assunção de Nossa Senhora" - óleo sobre tela; Palácio Nacional de Mafra.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Guerra do Ultramar: "Não Apaguem a Memória" dos nossos combatentes, brancos e negros!

“Resolução da Assembleia da República n.º 75/2009
Sobre a transladação para Portugal dos restos mortais
dos militares mortos na Guerra do Ultramar e a dignificação
dos talhões e cemitérios em que se encontram sepultados.

A Assembleia da República, tendo em conta a especial
importância para a dignificação de Portugal e da defesa
nacional e em nome de todos aqueles que morreram pelo
País, resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição,
recomendar ao Governo o seguinte:
1 — Continuar a apoiar o trabalho da Liga dos Combatentes
com meios humanos financeiros e técnicos e prossigam o seu trabalho no terreno na recuperação de cemitérios
e talhões até que os objectivos estejam concluídos.
2 — Acompanhar este trabalho, bem como facilitar,
quando possível, e de acordo com a vontade dos familiares,
o retorno dos restos mortais dos militares a Portugal
e às suas famílias, dignificando -se o Estado e a memória
colectiva dos Portugueses.”



É esta a resolução da Assembleia da República (Diário da República, 1.ª série, N.º 157, de 14 de Agosto de 2009), em linguagem algo contida e cifrada, que vem “lembrar” ao Governo (hipócritamente, uma vez que este está quase a ser "despedido") que ainda existe muito por fazer no que diz respeito à dignificação da memória de todos os portugueses que foram chamados a defender uma Nação que ao tempo se estendia do “Minho a Timor”. Memória essa que incomoda todos aqueles (como Mário Soares, Almeida Santos tantos tantos outros e os seus apaniguados maçónicos) que “dedicaram” a sua vida a destruir uma Nação velha de séculos e que “deu novos mundos ao mundo”.

Bem sei que estas palavras estão gastas, mas porventura não estarão todas?
Não obstante a perda de significado de palavras que traduziam comprometimento com um ideal de grandeza, nós bem sabemos que existe um certo vocabulário que ainda faz “tremer” todos aqueles que traíram Portugal e o seu destino.
Nota: a foto foi retirada do Blog "Praia da Claridade" :

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sábado, 8 de agosto de 2009

Como explicar o amor?


Como explicar-lhe que ela é a mulher da minha vida? Há coisas que não sabemos explicar... apesar de, as mais das vezes, as mulheres serem incrivelmente distraídas e não darem valor aos "pequenos" pormenores do dia-a-dia...

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Apenas temos o Presente.



Ao cair da noite, diz-me ela que eu não consigo viver o dia-a-dia, o presente.

Pois não. É uma inquietação que não sei explicar. E nem sei se o mar me dá a cura temporária para poder suportar um ano inteiro de trabalhos e canseiras…

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Finalmente, a voz que faltava para o sonho completo: Melanie Gardot

Finalmente no Sul, a magia do Sul que tão bem descreveu o Miguel Sousa Tavares, onde todos os sonhos são possíveis, e o desejo de não regressar mais intenso que nunca.

Cercados por muros de pedra, baixos mas protectores, desejamos banhar o corpo neste azul mágico com cheiro a eternidade. E o silêncio...
De eternidade e de amor nos fala também Melody Gardot, maravilhosa companhia para estes dias de calma. Finalmente uma voz que nos faz sonhar em toda a plenitude do nosso ser:
"Our love is easy

Deep within your heart, you know it's plain to see
Like Adam was to Eve, you were made for me
They say the poisoned vine breeds a finer wine
Our love is easy

If you ask me plainly I would gladly say
I'd like to have you round just for them rainy days
I like the touch of your hand, the way you make no demands
Our love is easy

Our love is easy
Like water rushing over stone
Oh, our love is easy, like no love I've ever known
Physically speaking we were made to last
Examine all the pieces of our recent past
There's your mouth of tears
Your hands around my waist
Our love is easy

Every time we meet it's like the first we kiss
Never growing tired of this endlessness
It's a simple thing, we don't need a ring
Our love is easy

Our love is easy
Like water rushing over stone
Oh, our love is easy, like no love I've ever known
Our love is easy

Like water rushing over stone
Oh, our love is easy, like no love I've ever known
Deep within your heart, you know it's plain to see
Like Adam was to Eve, you were made for me
They say the poisoned vine breeds a finer wine"
Nota: canção do álbum My One and Only Thrill

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sábado, 1 de agosto de 2009

Os Aquários de Pyongyang III


"CORREIO DA MANHÔ do dia 24 Julho 2009:


"País comunista condena cristianismo"


Coreia do Norte: Mulher executada por distribuir Bíblia.

A Coreia do Norte executou publicamente uma mulher cristã no passado mês de Junho por ter distribuído a Bíblia, proibida no país, informaram activista coreanos esta sexta-feira.
Ri Hyon Ok, com 33 anos de idade, foi executada na cidade e Ryongchon, cidade do noroeste da fronteira com a China no dia 16 de Junho, segundo um relatório de uma aliança de dezenas de grupos activistas anti-Coreia do norte.
Os pais, o marido e os três filhos foram enviados para um campo-prisão político na cidade de Hoeryong, no noroeste do país, um dia após a execução."


Tal como dá conta o João Pedro no Blog “ESTADO SENTIDO” – “Sucedem-se os bons exemplos da democracia do paralelo 38”

E exactamente como vem narrado no livro " Os Aquários de Pyongyang" - " (...) E aos seus filhos cabia a mesma sorte, pois urgia, sublinhava a propaganda oficial, “secar os germes da contra-revolução, arrancar-lhes as raízes, exterminar essa raça".
De facto, pelo que tenho lido, o povo da Coreia do Norte está submetido a um sofrimento intolerável, o qual passa pela fome, tortura e espionagem generalizada.
Como disse um membro da ONU num relatório, "as autoridades (norte-coreanas) alimentaram uma cultura de desconfiança penetrante e de um 'dividir e governar' multicamadas, criando grande insegurança para as populações em geral."
Está à vista o problema: toda a gente desconfia uns dos outros, e todos são carrascos do seu semelhante.

Temos de voltar a ler Hannah Arendt...

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