Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Adriano Moreira - o último "Moicano"




Esta noite foi um privilégio (é-o sempre...) ouvir Adriano Moreira, em entrevista na TVI - para quem não sabe um antigo Ministro de Oliveira Salazar. Já não existem Homens assim, cultos, íntegros, com visão da História, atentos ao Passado para melhor explicar o Presente, e delinear o Futuro.
 
Quando olhamos para os políticos que "nasceram" com o 25 de Abril, coramos de vergonha! E de revolta!!
 
 
 
 

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domingo, 3 de fevereiro de 2013

E Depois do Adeus…




E Depois do Adeus… Série que creio vai ser um êxito e um possível despertar para a realidade histórica que a geração pós-25 Abril desconhece, e que a “nomenklatura” pretende manter no segredo.
De facto, políticos como Mário Soares, Almeida Santos, e militares traidores como Costa Gomes, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Vítor Alves, Vasco Gonçalves, (e refiro estes que se estiveram “nas tintas” para o drama da “descolonização exemplar”) e todos os oficiais “de Abril” dos quais alguns até “se dignaram” participar no louco Governo do “Camarada Vasco” (como Garcia dos Santos, o qual foi Secretário de Estado das Obras Públicas do I Governo Provisório de Vasco Gonçalves); lembro Vítor Crespo que foi “Alto-Comissário” em Moçambique até à descolonização, e Ministro da Cooperação e ainda membro do sinistro Conselho da Revolução; Melo Antunes, que foi Ministro dos Negócios Estrangeiros durante os Governos Provisórios; enfim, a lista seria longa…mas, como dizia, abandonaram milhões de portugueses à sua triste sorte, e entregaram o País à URSS, a Cuba e à China.


 

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