Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Rosmersholm - Ibsen no CCB

Em 1886 o norueguês Ibsen escreveu 'Rosmersholm', a história de Rebecca e Rosmer confinados numa casa, prisioneiros do desejo (inconfessado), ameaçados pelos contornos indefinidos da loucura, e sobretudo assombrados pela (voluntária) perda de Deus.

Já naquela época o Homem procurava a liberdade longe de Deus. Como se tal fosse possível! Um paradoxo, com efeito.

A peça esteve até hoje no CCB. Valeu apenas a representação de João Lagarto, um grande actor que, incompreensivelmente, não representou o papel do Pastor protestante...

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Gérard Castello-Lopes, o nosso Robert Doisneau.


Gérard Castello-Lopes foi apaixonado pela obra de Henri Cartier-Bresson, embora eu goste mais de o referenciar como o nosso Robert Doisneau.

Viveu entre o cinema e a fotografia, entre Lisboa e Paris.

Partiu agora, deixando Portugal mais pobre. Uma geração que, ao que me parece, não se repetirá. Foi única.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nossa Senhora de Lourdes.



Hoje, o Mundo inteiro venera Nossa Senhora, sob o título de Nossa Senhora de Lourdes.

Nota: gruta de Massabielle.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sofia Gubaidulina e a Alma.

O CCB tem presentemente um ciclo dedicado a Sofia Gubaidulina, denominado "A Hora da Alma", uma homenagem a esta compositora russa, melhor dizendo, tártara...

Tem sido presença assídua nos diversos concertos e esta noite ela também actuou com o maravilhoso "Schostakovich Ensemble", composto pelo apaixonante Filipe Pinto-Ribeiro (piano e aquafone), Tatiana Samouil (violino), Nicolas Altstaedt (violoncelo), Natalia Tchitch (viola), Jolente de Maeyer (violino), Varoujan Bartikian (violoncelo), Levon Mouradian (violoncelo), Raquel Reis (violoncelo), Jeremy Lake (violoncelo), Teresa Valente Pereira (violoncelo), Michal Kiska (violoncelo).

Uma frase sua:

A vida reduz o homem a tantas peças que não conheço outra missão mais séria do que ajudar através da música a reconstituir a sua integridade espiritual."


Sofia Gubaidulina vê a arte como forma de aproximação ao Absoluto...

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dos ataques (à moribunda) "Função Pública".


Como se sabe (?) já não existem funcionários públicos neste Portugal pós moderno e socratiano.

Bem… quase. Com vínculo de nomeação, temos somente os Magistrados, as Polícias, e pouco mais. Os restantes ( a larga maioria), espoliados do seu vínculo por este regime dito “democrático”, têm agora um (imposto) “contrato de trabalho em funções públicas”, uma miscelânea de Direito Administrativo e Direito do Trabalho, tudo muito misturado, muito “embrulhado” como convém.

Parece que a Função Pública é a “culpada” do desastre nacional em que esta Nação foi mergulhada por um grupelho que dirige (domina!) o PS.

Mas, de facto, os grandes "mafiosos", ou seja, aqueles que "comem" do Orçamento de Estado, que têm ordenados milionários, cartões de crédito ao dispor, “despesas de representação”, telefones e telemóveis pagos (por nós, contribuintes…), diversas acumulações salariais, que usufruem de várias pensões, viaturas, deslocações e estadias pagas no País e no estrangeiro, esses não estão na Função Pública, mas sim na Administração Indirecta, nos milhares de Organismos e Institutos, (pseudo) Fundações, no Sector Empresarial (?) do Estado, Autarquias e Freguesias inúteis que não servem o cidadão.


Quando acordará este povo que já teve garra?

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