Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Novo Ano na companhia do Menino Jesus...



Com uma forte constipação, e lamentando não poder ir ao jantar dos meus amigos Maria João e José Sérgio, vou receber o Novo Ano aqui em casa, à lareira... e resta-me precisamente um charuto, que irei acender nos primeiros minutos deste novo dia...

Mas o principal será a companhia imprescindível do Menino Jesus, aqui junto de nós...

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2011 - Odisseia em Portugal.


Não se augura nada de bom para este ano que está aí à espreita... mesmo assim, bebamos (mesmo que ilusoriamente) a 2011 - mas bebamos a sério... para esquecer que vivemos em Portugal, e não numa Noruega ou Suécia...


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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Porto Canal - Coutinho Ribeiro no seu melhor.

Esta noite vi com agrado o meu Amigo Coutinho Ribeiro no Porto Canal, dissertando com aquela frontalidade que lhe conheço. Terminou a sua prestação da melhor maneira: afirmando que este País está farto de incompetentes, creio que foi este termo que utilizou.
De facto, estamos todos fartos não só de incompetência mas também de tanta corrupção a nível político, empresarial, e judicial - entendamo-nos: estou a pensar no actual Procurador-Geral da República e no Presidente do STJ, os quais têm dado a sua protecção ao famigerado primeiro-ministro José Sócrates - atente-se nos casos da pseudo-licenciatura deste, Freeport e... o caso da "sucata"...


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domingo, 26 de dezembro de 2010

Dia da Sagrada Família


Neste dia no qual a Igreja celebra a família de Jesus, como exemplo e modelo para todos nós, resta-nos, como crentes, tentar imitá-la.

Com efeito, modelo de amor familiar (Amor Transcendente, é certo, mas qual é o Amor que, verdadeiro, não é Transcendente?!) a Família de Nazaré deverá ser fonte de inspiração para o nosso quotidiano tão cheio de fragilidades…

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal: saber esperar...


Nesta noite de Natal, após um ano tão difícil a todos os títulos, descubro uma faceta da verdade das nossas vidas e um grande conforto nas palavras de Frei Maria Rafael (canonizado por Bento XVI em 2009), palavras essas que resumem toda a nossa vida, a nossa constante luta pela perfeição:


"(...) Deus pede-nos que vivamos esta vida, ainda separados dele, e por pouco tempo soframos as penalidades do corpo, as misérias do espírito e as fraquezas da carne... Eis o verdadeiro martírio para o que ama a Deus e suspira pela paz da vida eterna."


Frei Maria Rafael, "Saber Esperar " (Pensamentos), ed. Paulinas, 2009.

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

"A Última Missão".


Esta noite Mário Crespo prestou mais um bom serviço à Nação Portuguesa. O seu entrevistado foi o Coronel José de Moura Calheiros, o qual acaba de publicar um livro sobre a Guerra do Ultramar: "A Última Missão", cuja capa aqui reproduzimos, com a devida vénia aos criadores do fabuloso "site" dos "Veteranos da Guerra do Ultramar" onde a fui furtar.

Em 1973 prestava aquele militar serviço no Batalhão de Caçadores Pára-quedistas 12, de Bissalanca, Guiné.

No referido "site" faz-se uma "story-line" dos contornos do drama que se relata no livro. Permito-me colocar aqui um trecho:

"Em 23 de Maio desse ano, numa operação por si comandada e tendo como missão atingir e reforçar a guarnição de Guidage, cercada pelo PAIGC, a Companhia de Pára-quedistas 121 sofreu quatro mortos, dos quais três tiveram que ser inumados num cemitério localizado na cerca do aquartelamento daquela localidade.

Trinta e cinco anos depois, em Março de 2008, o autor regressa à Guiné integrado numa Missão da Liga dos Combatentes destinada a exumar, em Guidage, os cadáveres daqueles três militares pára-quedistas e de outros sete do Exército.

O autor conta-nos toda a problemática relacionada com a expedição: os antecedentes, a preparação e o seu desenrolar. Simultaneamente descreve o ambiente da Guiné de hoje comparando-o com o do tempo da guerra; os usos, costumes e religiões da região de Farim e Guidage; o sentimento da população em relação ao antigo colonizador; as mágoas dos guineenses antigos militares portugueses por Portugal os ter enganado e abandonado; conversas com velhos guerrilheiros do PAIGC."


O meu Amigo "Comando" Joaquim Mexia é que percebe destas coisas, pois que por lá andou... Eu por um anito não fui "visitar" África... mas lamento, de certo modo: sinto que não participei em algo em que acredito...

Um livro a não perder...



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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Tempos sombrios.


"Sinto no meu peito que te estou perdendo

Teu amor por mim foi nas asas do vento

O dia do fim eu sei que está marcado"

("O que vai ser de mim", Tony Carreira)

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Imaculada Conceição.



No dia 8 de Dezembro, a Igreja celebra a Conceição Imaculada de Maria.

O grande D. João IV consagrou a Nação inteira a Nossa Senhora da Conceição, colocando a Seus pés a real coroa, a qual, de facto, nunca mais foi usada por monarcas portugueses.

Linda a História da nossa Nação, ímpar no seio da Europa!

A 8 de Dezembro de 1854, o Papa Pio IX definiu o terceiro dogma mariano: a Imaculada Conceição de Maria. Na sua Bula “Ineffabilis Deus”, declarou a doutrina segundo a qual Nossa Senhora ficou imune de toda mancha de pecado original, no primeiro instante de sua conceição, por graça e privilégio de Deus Omnipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, salvador do Homem.

O dogma da Imaculada Conceição ensina-nos que, em Maria, começa o processo de renovação e purificação de todo o povo.

Peçamos, pois, a Ela, a graça de nos purificarmos de tal modo que possamos vir a ser “dignos da promessas de Cristo”, a despeito de vivermos rodeados de carbonários e maçónicos que mergulharam este País no abismo.





Nota: Imagem de Senhora do Sameiro, benzida pelo Papa Pio IX.

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Já fui (brevemente) feliz...

A propósito do texto anterior, ou por causa dele...


" E eu que já fui feliz, alegre e satisfeito,

Que tive no meu lábio o canto duma aurora

E que trouxe um ninho de luz dentro do peito,

Quase me não conheço e sinto-me outro agora..."


Teixeira de Pascoaes, "À Minha Alma".

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ana Maria Caetano, a última Princesa do Estado Novo.



Hoje é o dia do aniversário da (sempre bela) filha do Prof. Marcello Caetano. Todavia, a idade das senhoras não se diz...


Necessariamente recordo um Tempo em que Portugal era uma verdadeira Nação, com um Destino a cumprir-se no dia-a-dia, com ideais e Fé, muita Fé.

Ah! E não tinha dívidas, bem pelo contrário, possuia créditos sobre a Europa aquando do 25 de Abril de 1974, apesar da desgastante guerra que, ao tempo, os "turras" nos infligiam.

Hoje, neste País (aliás em toda a Europa...) nada é muito interessante. A vida perdeu o encanto e o brilho, e instalou-se em nós uma sensação de impotência perante tudo o que nos rodeia.

Por tudo isso, olho para longe e nada nem ninguém me fará, pois, abjurar da minha crença nos valores do Estado Novo.


Marcello Caetano... ad aeternum!
Nota: Quadro de uma colecção particular. Óleo sobre tela, 1968.

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Mês mais belo!

O mês mais belo (e mais doloroso) do ano aí está: Dezembro!

O mês de todas as promessas, de todos os sonhos, de todas as nostalgias que nos assaltam...

Dezembro. Aquele que celebra o nascimento de Deus feito homem. Também aquele que nos suscita mais melancolia pelos lugares vazios à mesa…

Nestes dias aviva-se na memória dos fiéis a espera do Senhor: a primeira quinzena tem um carácter escatológico, aguardando-se a vinda do Senhor no final dos tempos; na segunda quinzena, “grosso modo”, até 24 de Dezembro, temos a "Semana Santa" do Natal, na qual se prepara a vinda de Jesus Cristo na nossa História.

Estamos “precisados” da presença desse Jesus pequenino, que instintivamente queremos proteger… quando afinal é Ele que nos protege!

Por isso fico escandalizado quando vejo nas livrarias, nas secções denominadas de “livros espirituais”, ao lado da Bíblia Sagrada, uma outra denominada de “satânica”!

Mas que indiferença, falta de sensibilidade (ou será mesmo uma atitude dolosa?)!

Vivemos de facto tempos perigosos. São os nossos inimigos instalados na Política e no Poder, são os inimigos de Deus que por aí andam. Ainda há dias deparei no quiosque dos jornais com a capa de uma revista de “faits divers” que chamava a atenção para uma reportagem sobre gente (?) que celebra missas negras e faz o culto do Inimigo!


Tempos perigosos com efeito. Já é um “cliché” mas de facto a grande vitória do Inimigo é fazer-nos crer que ele… não existe!

Que Aquele que nasceu há dois mil anos para nos salvar (até de nós próprios) guarde os nossos passos!
Nota: Estatueta do Menino Jesus, esmagando a serpente; Angra do Heroísmo, Açores.

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