Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 28 de agosto de 2011

Jeremias deixou-se seduzir pelo Senhor!





Neste Domingo, a Liturgia fala-nos de Jeremias, aquele que se deixou seduzir pelo Senhor. Abandonou-se às delícias do nosso Deus, apesar do escárnio e do desprezo da sociedade de então.


Ontem, tal como hoje. O Homem não melhorou muito… quantos não se deixam actualmente "seduzir" pelo Mal!


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sábado, 27 de agosto de 2011

"A rapariga errada"




"Gostas de sentir os teus pés sobre a areia fina. Gostas de te afastar dos lugares ocupados pelas famílias (...). Gostas de sentir os teus pés sobre a areia e vais para longe, para o fim da praia. Gostas de ficar ali sentada, os braços a abraçarem as pernas dobradas, a olhar o mar. A confirmar que duas ondas nunca são exactamente iguais durante milénios e milénios (...)".
(negrito meu)



Pedro Paixão, "a rapariga errada", 1ª edição Junho 2011, Editora Impressão Digital. Com a devida vénia.






Ainda existem escritores que traduzem o que nos vai na Alma... confesso que sou um incondicional de Pedro Paixão. Só lamento ele não ser crente... tal transparece dos seus romances. Mas porque será que o excesso de lucidez para as coisas deste mundo por vezes "rouba" o lugar à Fé? Tal não é incompatível...bem pelo contrário, ter lucidez implica possuir a humildade suficiente para que possamos reconhecer que tudo devemos a Deus e d'Ele tudo esperamos.



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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

La tête en Friche ou a luta contra a indiferença.





Gérard Depardieu, certamente um dos maiores actores franceses de sempre, demonstra, no filme “La Tête en Friche” (que passou esta noite na televisão), que encontros improváveis podem transformar as nossas vidas, algo tão "simples" como alguém ler para outrem um livro num jardim público. E como a nossa solidão pode ser vencida com a solidão do outro…


Como li numa obra sobre a Virgem Santíssima, nada a ofende mais que a indiferença, de quem não vê (não quer ver) os sofrimentos alheios.


Ora, no referido filme está bem patente um bom exemplo de solidariedade que acaba por desaguar numa fraterna amizade.


Graças a Deus que ainda existem obras literárias e cinematográficas que apelam aos mais nobres sentimentos de que o Homem é capaz, enfim, que apelam ao Bem.






Nota: O referido filme é baseado no livro de Marie-Sabine Roger, " La tête en friche".

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Às Trindades


No pequeno oásis da Praça de Londres,
às Trindades,

sob a sombra protectora das árvores sinto mais que nunca a tua ausência.

Neste espaço milagrosamente perfeito
(opus do Estado Novo)


onde harmoniosamente se conjuga a Natureza e a pedra trabalhada pelo Homem
vejo as horas escorrerem-me das mãos sem ter a tua doce companhia.

Esta hora também é divina devido a esta luz que parece incendiar o coração.

Tão diferente do fim do dia
em que a Poesia me desaparece misteriosamente do corpo e da alma.

Porquê?

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Assunção da Virgem Maria





Assumpta est Maria in coelum gaudent angeli! - Maria foi levada por Deus, em corpo e alma, para o Céu. E os Anjos rejubilam! Assim canta a Igreja.

Recorramos hoje e sempre a Maria, recordando a jaculatória de São Bernardo:



“Maria é toda a razão da minha esperança".

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Leituras de Verão III





Estou a ler o irresistível, apaixonante, sei lá que mais epítetos poderei dar aos " Males da Existência" de António Sousa Homem (há dias acabei o seu mais recente "Um Promontório em Moledo")!

Nestes volumes os ibiscos são personagens centrais, bem como a nossa História, a nossa sociedade (retratada com severidade), a nossa nostalgia do passado, da nossa família já desaparecida, e de um País que morreu creio que para sempre...




Nota: António Sousa Homem mais não é do que o heterónomo de Francisco José Viegas. Apenas encontro neste um defeito: ser defensor do "acordo ortográfico".

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Leituras de Verão II






"(...)Penso nas tuas mãos, nos teus pés e nos teus olhos e também em tudo isso misturado(...)".



Mónica Marques, "Para Interromper o Amor".

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