Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A Europa decandente por via do seu laicismo.





No Eliseu, em Matignon, na Assembleia Nacional, bem como no Senado, a classe política mantém-se cega perante o descontentamento que grassa no País rural e católico que a França ainda é, afinal lá como cá, o País real que defende a Família e sacralidade do Casamento. 
A França afunda-se num totalitarismo organizado por uma esquerda omnipresente e omnipotente. Não admira que a Europa, que assim cada vez mais deixa Deus sozinho, caia na miséria.
 
Ou será que somos nós que, por nossa culpa, ficamos mais abandonados?
 
 
 
 

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os deuses que governam o Mundo: sexo, dinheiro e poder.


A queda em desgraça do “patrão” do FMI e até pouco tempo dado como certo na cadeira presidencial francesa, Dominique Strauss-Kahn, vem demonstrar (como se tal fosse necessário), que os deuses que governam o mundo respondem pelo nome de sexo, dinheiro e, obviamente, poder (que este último acarreta).


Se bem que, noutro plano, me parece que a história estará mal contada, e que provavelmente estaremos perante uma cilada que adversários políticos montaram àquele. Mas enfim, convenhamos que Strauss-Kahn também se terá posto “a jeito”…


Nota: na foto, Christine Keeler, "Caso Profumo", Grã-Bretanha, 1963.

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Mundial de Futebol: quem quer saber da ignomínia?


Uma vergonha o que se passa neste Mundial de Futebol!


Segundo o “DN”, poucos meses após o início da construção dos novos estádios para o Mundial da África do Sul, começaram a surgir problemas no que aos prazos de conclusão das obras dizia respeito. De todas as partes do continente africano surgiam milhares de trabalhadores, mas nem assim as obras estariam prontas dentro do prazo estipulado.


Até que chegaram os norte-coreanos mas com uma particularidade: eram prisioneiros! E foram estes que tornaram possível a conclusão dos estádios e respectivas acessibilidades.


O que enoja é que o mundo inteiro sabe o que se passa na Coreia do Norte – um Estado ignóbil, onde reina o terror, e ninguém diz nada, ninguém faz nada. Pois “compreendemos”: até os EUA têm medo da China…


Kang Chol-Hwan, no seu doloroso mas imprescindível livro (para compreendermos que no mundo actual ainda há muitos monstros à solta) “Os Aquários de Pyongyang”, editado entre nós pela “Hespéria” (do qual já aqui publicámos excertos), relata-nos o que sucedeu à equipa de futebol norte-coreana que, em 1966, perdeu frente a Portugal:

"Conheci no campo um prisioneiro célebre na Coreia. Durante a sua longuíssima estada na prisão, alimentou-se sistematicamente de todos os insectos que conseguira encontrar, o que lhe permitiu aguentar-se. De qualquer modo, ficou com uma alcunha: chamavam-lhe Barata. Park Seung-Jin, de seu verdadeiro nome, conhecera um momento de glória em 1966, durante o campeonato mundial de futebol, que tivera lugar em Inglaterra. A Coreia do Norte não só ficara qualificada para as finais como, durante as eliminatórias, conseguira a proeza de ganhar à Itália, por um a zero. Para festejar este acontecimento, os jogadores fizeram uma festa algo descontrolada num bar, onde beberam muito e se envolveram com raparigas. Passados dois dias, ainda não se tinham recomposto verdadeiramente. Após um fabuloso início de jogo contra Portugal – lideravam por três a zero! - descontrolaram-se. Portugal conseguiu fazer uma recuperação incrível e acabou por ganhar cinco a três.

Em Pyongyang, a prestação da equipa nacional no estádio e no bar foi muito pouco apreciada e o comportamento dos jogadores considerado burguês, reaccionário, corrompido pelo imperialismo e pelas suas ideias perversas. Toda a equipa foi detida quando voltou ao país (…).
(fls. 96-97)


Este relato tem por pano de fundo o inenarrável campo de concentração, ainda hoje existente, de Yodok.

Presumo que, dramaticamente, o mesmo vai acontecer de novo…mas ninguém quer saber…


Mas façam um esforço: ao menos leiam o livro e meditem.

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sábado, 27 de fevereiro de 2010

A cultura da morte.


“A cada 26 segundos uma mulher faz um aborto na União Europeia, o que totaliza mais de 3300 por dia, constituindo "a principal causa de morte na Europa.” – notícia do “i”.

Arrepiante! E depois queixam-se que o sistema de segurança social está moribundo, que as gerações não se renovam, que os europeus estão em vias de extinção... Pudera!


Tempo de "regressar" à Encíclica "Evangelium Vitae" de João Paulo II, na qual ele condenou a cultura da morte presente no nosso Ocidente.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Saramago afinal acredita em Deus!


José Saramago veio hoje deitar mais achas para a fogueira, afirmando que “Deus é vingativo, rancoroso, má pessoa”.


Ora, afinal Saramago acaba de admitir que Deus existe! O homem tem coisas!

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Caim: um doloso desencontro com o Evangelho de Jesus Cristo.


“Lúcifer sabia bem o que fazia quando se rebelou contra deus, há quem diga que o fez por inveja e não é certo, o que ele conhecia er a maligna natureza do sujeito”.


José Saramago, in “Caim”.

Lembro-me do seu “Evangelho segundo Jesus Cristo" que li e que até me divertiu de certo modo, devido à sua grande capacidade de efabulação. Contudo, trata-se, de facto, de uma “falsificação” do Evangelho. Mas enfim, é uma obra literária. Todavia, tinha passagens que provocavam um grande silêncio. Como esta: “mas porque pressentiam que o tempo das sombras estava chegando na sua hora, e era preciso que começassem a acostumar-se, ainda juntos, à escuridão da ausência definitiva”.

O mesmo não se passa com este “Caim”. Do pouco que já pude ler, na Bertrand [ao meu lado estava uma velhinha agarrada ao livro, muito sossegadinha a lê-lo – talvez não tivesse posses para o comprar… de facto, € 16 euros por um livro pequenino (no número de páginas, não no ódio que ele contém) é excessivo…], detectei na narrativa nacos de prosa como aquela supra citada. Puro ódio! Uma obra apologética de puro ódio ao Catolicismo. Os actuais descendentes de Afonso Costa agradecem o obséquio.


Saramago julga-se dono da verdade e dono das nossas consciências. Está de acordo com a "religião" que professa: atente-se no que se passa na Coreia do Norte: se este rapaz pudesse, mandava-nos "reeducar" num campo de concentração...


Com efeito, José Saramago entende que “Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias pelos presumíveis representantes de Deus na terra, a quem na realidade só interessa o poder” .


Mas, que verdade? A dele, Saramago? O que é a Verdade? Estamos assim hoje perante a mesma pergunta que Pilatos fez a Jesus. Só que, tal como Teresa de Jesus, a nós Deus nos basta. E a Palavra do Seu Filho: “Eu sou a Verdade” – vide São João, 14, 6. E por aqui me fico: não é um tonto que nos retira a paz de espírito...

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sábado, 1 de agosto de 2009

Os Aquários de Pyongyang III


"CORREIO DA MANHÔ do dia 24 Julho 2009:


"País comunista condena cristianismo"


Coreia do Norte: Mulher executada por distribuir Bíblia.

A Coreia do Norte executou publicamente uma mulher cristã no passado mês de Junho por ter distribuído a Bíblia, proibida no país, informaram activista coreanos esta sexta-feira.
Ri Hyon Ok, com 33 anos de idade, foi executada na cidade e Ryongchon, cidade do noroeste da fronteira com a China no dia 16 de Junho, segundo um relatório de uma aliança de dezenas de grupos activistas anti-Coreia do norte.
Os pais, o marido e os três filhos foram enviados para um campo-prisão político na cidade de Hoeryong, no noroeste do país, um dia após a execução."


Tal como dá conta o João Pedro no Blog “ESTADO SENTIDO” – “Sucedem-se os bons exemplos da democracia do paralelo 38”

E exactamente como vem narrado no livro " Os Aquários de Pyongyang" - " (...) E aos seus filhos cabia a mesma sorte, pois urgia, sublinhava a propaganda oficial, “secar os germes da contra-revolução, arrancar-lhes as raízes, exterminar essa raça".
De facto, pelo que tenho lido, o povo da Coreia do Norte está submetido a um sofrimento intolerável, o qual passa pela fome, tortura e espionagem generalizada.
Como disse um membro da ONU num relatório, "as autoridades (norte-coreanas) alimentaram uma cultura de desconfiança penetrante e de um 'dividir e governar' multicamadas, criando grande insegurança para as populações em geral."
Está à vista o problema: toda a gente desconfia uns dos outros, e todos são carrascos do seu semelhante.

Temos de voltar a ler Hannah Arendt...

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Os Aquários de Pyongyang II


(...) Quase tenho escrúpulos de lamentar publicamente a minha vida em Yodok. Escrúpulos, sim, pois Yodok não é o campo de concentração mais duro da Coreia do Norte. Há-os bem piores, envolvidos em tal manto de mistério que foi durante muito tempo impossível falar deles com precisão. Durante a minha detenção, corriam alguns boatos sobre isto. Ouvi também informações mais seguras da boca de prisioneiros que lá tinham vivido. Em Yodok, raras pessoas vinham daqueles campos, onde os prisioneiros eram geralmente considerados irrecuperáveis, sem regresso. Havia algumas excepções, contudo, e segundo várias testemunhas Yodok parecia um paraíso, comparado com o que eles tinham experimentado; uma ideia um pouco difícil de conceber... (...) À semelhança dos irrecuperáveis de Yodok, os prisioneiros dos campos de regime severo pagavam o facto de virem de famílias de proprietários, de capitalistas, de agentes dos americanos ou sul-coreanos, até de cristãos ou de quadros vítimas das purgas no seio do Partido, sendo considerados definitivamente perdidos para a sociedade.

(...) Os irrecuperáveis estavam, pois, condenados para sempre. Sabiam que nunca iriam sair do campo pois a sua vida enquanto cidadãos terminara, ainda que fosse prolongada a nível biológico. E aos seus filhos cabia a mesma sorte, pois urgia, sublinhava a propaganda oficial, “secar os germes da contra-revolução, arrancar-lhes as raízes, exterminar essa raça".
As autoridades norte-coreanas usam mesmo o verbo "exterminar", em coreano myulhada. Aqueles prisioneiros viam-se postos no mundo fantasmático das não-pessoas, a ponto de nem sequer lhes pedirem para pendurar os retratos de Kim Il-Sung e de Kim Jong-Il, de nem sequer os submeterem às lições sobre a revolução de Kim Il-Sung, nem às sessões de crítica e de autocrítica. Por penosas ou absurdas que fossem aquelas obrigações formalistas e dogmáticas, significavam, apesar de tudo, que éramos cidadãos dignos de ser reeducados. Embora resistíssemos de momento ao ascendente do Partido, podíamos ainda vir a servi-lo. Em contrapartida, de que valia educar irrecuperáveis? Tratava-se de simples zeros para o Partido e para o Estado Socialista, que serviam apenas para fornecer trabalho enquanto não morriam de vez. Os irrecuperáveis representavam cerca de sessenta por cento da população do campo.

(...) Em todo o caso, alguns prisioneiros afirmaram que certos irrecuperáveis eram condenados a trabalhos tão penosos, em condições tão duras, que acabavam por morrer, pouco tempo depois. Enviavam-nos para locais onde construíam complexos militares, ou para estaleiros onde fabricavam material especializado, como mísseis ou munições sofisticadas, no maior dos segredos. Na Coreia do Norte, este tipo de trabalho nunca é confiado a cidadãos livres ou a prisioneiros que possam voltar a sê-lo um dia, mas sempre aos irrecuperáveis. Como trabalham até à morte, o segredo militar fica bem guardado. E o Estado faz umas belas economias: por um lado, não desperdiça balas para os matar; por outro, beneficia de mão-de obra muito pouco onerosa, visto não ser praticamente alimentada.

Corriam entre nós rumores de revoltas selvagens e desesperadas dos irrecuperáveis. Seriam fantasmas de vingança da nossa parte ou tratar-se-ia da realidade? Contaram-me várias vezes a mesma história. Em 1975, os irrecuperáveis aquartelados perto da nossa zona ter-se-iam rebelado e conseguido, com foices, machados e forquilhas matar parte dos agentes da Segurança que os vigiavam. No entanto o exército investira no campo antes de eles conseguirem escapar; não fizeram cerimónias e abateram todos os prisioneiros masculinos. Talvez por isso, quando cheguei a Yodok, dois anos depois dessa revolta, vivessem na zona de alta segurança essencialmente idosos mulheres e crianças.”

Texto extraído, com a devida vénia, da obra "Os Aquários de Pyongyang – Dez anos no Gulag Norte-Coreano" - Kang Chol-Hwan com Pierre Rigoulot. Publicado entre nós pela Editorial Hespéria, 2ª edição, Junho 2009. A ler com urgência.

Nós, que temos a bênção de sermos livres, e livres para praticarmos actos tão simples (e que damos por adquiridos) como irmos à igreja ao Domingo ouvir o Evangelho, sem o receio de sermos presos e torturados por acreditarmos em Deus, não imaginamos o que sentirá um homem, uma mulher, uma criança, quando por “sorte” é libertado da tirania, da opressão.

Deve ser de facto indescritível o que um ser humano poderá sentir quando consegue fugir à tirania, quando se vê livre da injusta prisão, muitas vezes quando esta configura todo um País – como a Coreia do Norte.

Penso naqueles que neste momento penam sem razão num qualquer campo de prisioneiros. Deve estar a nascer a manhã na Ásia. Mas tal nascer do sol naquele País apenas significa mais um dia de dor e de infâmia. Em obediência a uma ideologia que já revelou o seu fracasso – filosófico, económico, social, moral – e que apenas serve uma casta dirigente, a conhecida “nomenklatura”.

Mas quem poderá libertar aquele povo? Apenas ele próprio, quando tomar consciência da mentira em que vivem e da sociedade de pesadelo para a qual, muitos inconscientemente, contribuem.

Até esse dia nascer, muitas almas serão ainda sacrificadas em vão. Em pleno século XXI!!

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sábado, 18 de julho de 2009

Os Aquários de Pyongyang I


Os Aquários de Pyongyang”, obra editada entre nós pela Editora Hespéria, relata-nos um mundo de violência inaudita e barbárie inimaginável: "Homo homini lupus".

Trata-se de um relato do ex-prisioneiro político, hoje jornalista na Coreia do Sul (para onde conseguiu fugir) Kang Chol-hwan, que nos descreve o cativeiro a que foi submetido, conjuntamente com a sua família, durante catorze anos, em Yodok, uma “aldeia” situada numa região cercada por montanhas intransponíveis: um verdadeiro Gulag norte-coreano.

Ali sofreu e penou entre 1977 e 1991.

Uma leitura obrigatória, apesar de extremamente perturbante, que apenas é igualada por relatos de factos semelhantes ocorridos em campos de concentração nazis.
De facto, tem razão Alberto João Jardim quando afirma que a nossa Constituição deverá ser revista no sentido de proibir todos os totalitarismos, de esquerda ou de direita.

Não nos podemos esquecer que aqueles que sempre combateram o Estado Novo quiseram implantar, em 1975, um regime em tudo idêntico àquele que ainda vigora na Coreia do Norte.

Infelizmente, em Portugal domina a tese do "politicamente correcto" e não existe a frontalidade necessária para expressar a Verdade.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Des larmes dans les yeux.



"La sensibilité, ce n'est pas ce qui tue les gens aujourd'hui."


Romain Gary, " La vie devant soi".


Ontem como hoje... mas parece-me que nos nossos dias ainda é pior...

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Heinrich Boll e a campanha ateísta.



A propósito da campanha “publicitária”, lançada na Inglaterra pela “British Humanist Association” (já chegou aos nossos vizinhos esta moda...) e do seu “slogan” "Provavelmente Deus não existe, deixa de preocupar-te e desfruta a vida”, vem mesmo a propósito a frase do escritor Heinrich Boll:

“Aborrecem-me os ateus porque estão sempre a falar de Deus”.

De facto, para um ateu convicto, não está nada mal observado…

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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Défice demográfico.

A população portuguesa atravessa um verdadeiro défice demográfico.

Para debater as consequências desta grave crise e tentar encontrar soluções para obviar a esta tendência em Portugal, o Auditório da Assembleia da República reuniu vários especialistas internacionais.

E pensar que Portugal já teve, nos anos 40, 50 e 60, a maior taxa de natalidade da Europa!

Estamos, de facto, perante uma Nação moribunda…

E não se percebe... apesar de tudo, hoje existe muito mais bem estar económico que nessas décadas, nas quais Portugal não dispunha dos "rios" de dinheiro de que dispõe hoje (saber se esse dinheiro é criteriosamente aplicado é já uma outra questão...).


Mas talvez seja o egoísmo, o edonismo, e todos os "ismos" da nossa actual sociedade que nos faz voltar para outros "valores" que não os perenes e os essenciais.
Lembro-me dos livros da minha instrução primária, agora algo divulgados por algum "saudosismo" do passado (eu próprio gosto, de vez em quando, colocar aqui as suas belas imagens), nos quais afinal se transmitiam valores de sempre, valores seguros, como a Família.
Que dizer da beleza daqueles textos nos quais se valorizava o papel da mãe, cuja alegria residia precisamente nos filhos que tinha e que considerava uma benção de Deus!
Velharias dir-me-ão! Pois...
Foto: ela é tão "bebé" não é? Tão querida... quem tem assim uma "coisinha" destas tem tudo...

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Cristão perseguidos. Ontem como hoje...


A comunidade católica na Índia tem sido violentamente atacada por fundamentalistas hindus, com destruição de Igrejas, como a Catedral de São Pedro e São Paulo de Jabalpur.

O Secretariado português da “Ajuda à Igreja que Sofre” (AIS) pediu a todos nós, crentes, que ao meio-dia de hoje façamos uma pausa para rezar a oração do Angelus, a fim de que a paz regresse à Índia, e aí surja de novo o valor da tolerância.


Nota: a foto foi retirada do "site" da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre http://www.fundacao-ais.pt/ . Com a devida vénia.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Um Regime pode cair numa noite...


Sonhei que um regime pode cair numa NOITE...


Espero que este CAIA... já é tempo de pormos fim a tanta ignomínia!
Apenas alguns exemplos:
O desmantelamento do Estado e a destruição da Administração Púbica;
O ataque à Magistratura Judicial e a tentativa de condicionamento da mesma;

O laicismo militante;

O ataque descarado à Igreja;

O ataque à instituição casamento;

O ataque à instituição família;

A insegurança que se vive no País;
O desemprego galopante;

A nova lei do divórcio

A revisão "neoliberal" do Código do Trabalho;

O novo tema fracturante que aí vem patrocinado pelo PS: o casamento homosexual.
"chega" não vos parece?

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terça-feira, 8 de julho de 2008

Ingrid Betancourt


Sem palavras. Ou por outra, deixemos falar Ingrid Betancourt:
"Je veux d'abord rendre grâce à Dieu et aux soldats de Colombie".

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Daquilo que nos rouba a felicidade...


Pede-me a Júlia Moura Lopes que elabore uma lista de "pequenos/grandes ódios"...


Pensando... ei-la:


1. A inveja: é o mal nacional; por via dela, muitas injustiças são praticadas, no meio social e, sobretudo, no local de trabalho. Muitas vidas e carreiras são destruídas!

Ódio é uma palavra muito forte que evito. Porém, destes "pequeninos grandes ódios" coloco à cabeça, com efeito, a INVEJA!

2. Vem também por arrasto, as "infidelidades" do nosso quotidiano, no amor, na amizade, aquela crença em alguém que nos parece boa pessoa e vem a revelar-se um crápula! É o que mais detesto!

3. A boçalidade;

4. A "brutidade";

5. A ignorância, não dos humildes mas dos prepotentes.

6. A Maldade.




O inferno na Terra é isto!

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