Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Anunciação do Senhor - Nossa Senhora da Encarnação.


Hoje a Igreja celebra a Anunciação do Senhor, a Encarnação do Filho de Deus.

É o Verbo Divino que assume a nossa natureza humana, “sujeitando-se” ao Tempo e ao Espaço.


Hoje é o dia em que a eternidade entra no “nosso” Tempo.


Mas a Encarnação do Filho de Deus foi precedida pelo "fiat" de Maria. Assim, esta é também e necessariamente uma festa mariana: “Fiat mihi secundum verbum tuum”- “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38).


Cumpriu-se assim a profecia de Isaías do Antigo Testamento: "Por isso, o Senhor, por sua conta e risco, vos dará um sinal. Olhai: a jovem está grávida e vai dar à luz um filho, e há-de pôr-lhe o nome de Emanuel" (Is 7,14).


Meu Deus, quisestes que o vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos a graça de participar da Sua divindade, nós que O proclamamos, com o nosso coração, e à semelhança de São Tomé, “Meu Senhor e Meu Deus” !






Nota: Pintura de Dierick Bouts (c. 1410-1475); têmpera e óleo (?) sobre madeira transpostos para tela. Creio que um dos quadros mais belos sobre o tema - pleno de mensagens.

Segundo notas do Museu Gulbenkian, "a ordem do visível remete o observador para o domínio da espiritualidade – a luz que anuncia o Salvador, a pomba que assinala a presença do Espírito Santo, a “cruz” que prenuncia a Paixão. A paisagem, ainda que povoada de detalhes realistas à maneira flamenga, obedece, também ela, a uma estética fundamentada na esfera do sagrado: é para a árvore da vida que convergem numerosas linhas de fuga e é no muro do jardim, alusão ao Paraíso, que o pavão, símbolo da vida eterna, aparece posicionado. A impassibilidade serena das figuras elegantes, representadas num interior do século XV, corresponde a uma característica singular do estilo de Bouts".

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Ontem, Domingo da Misericórdia.


Ontem, Domingo, celebrou-se a Festa da Misericórdia.


Aquando da canonização de Faustina Kowalska, Apóstola da Misericórdia Divina, João Paulo II determinou que o II Domingo da Páscoa passasse a ser denominado de “Domingo da Divina Misericórdia”.


Santa Faustina Kowalska teve a visão e revelação do Jesus Misericordioso.

O ponto central desta devoção é a jaculatória “Jesus eu confio em Vós”, o “Terço da Misericórdia” e a “Novena à Misericórdia Divina”.

Faustina Kowalska escreveu no seu Diário tudo o que Jesus lhe disse: “Tu és testemunha da minha misericórdia, ficarás pelos séculos diante do meu trono como testemunha viva da Minha Misericórdia” (Diário 417).


"À noite, quando eu estava na minha cela, percebi a presença do Senhor Jesus vestido de uma túnica branca. Uma mão estava levantada a fim de abençoar, a outra pousava na altura do peito. Da abertura da túnica no peito saíam dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. Em silêncio eu olhei intensamente para o Senhor; minha alma estava tomada pelo espanto, mas também por grande alegria. Depois de um tempo, Jesus me disse:

'Pinta uma imagem de acordo com o que vês, com a inscrição, 'Jesus, eu confio em Vós.'
'Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá."
(Diário de Santa Faustina).



Jesus aparecia sempre aos Domingos.

Morreu numa Sexta-Feira, não apareceu no Sábado, dia do descanso dos judeus, mas sim no dia seguinte, ou seja, no Dia do Senhor, o Domingo, que é o primeiro dia da semana (o "dies Domini").

Que, ao menos no Seu dia, possamos sempre aproximar-nos da fonte da Sua Misericórdia, e nela saciar a sede de redenção que nos consome!

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sábado, 29 de março de 2008

Madrid libertada há 69 anos!


A superioridade moral, estratégica e militar do General Franco, Caudilho pela Graça de Deus, e a unidade que imprimiu às forças que se opunham ao comunismo e ao ateísmo, permitiram-lhe a vitória sobre a nefasta República.
República essa que até efectuou "fuzilamentos" de estátuas representando o nosso muito amado Nosso Senhor Jesus Cristo!

Em 28 de Março de 1939, “Madrid voltou a ser Espanhola!”
Foi o título que o jornal português “A VOZ”, do dia seguinte, 29 Março (faz hoje 69 anos), adoptou para a sua primeira página.
Nela ainda se podia ler, em subtítulo: “A população madrilena, verificado o fim do pesadelo, saiu para a rua a aclamar as tropas libertadoras”.

Arriba Espanha!

Quem nos dera ser hoje também libertados destes republicanos jacobinos que nos (des) governam!

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domingo, 23 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (VIII): Domingo de Páscoa: Jesus é o Senhor da Vida!



Ainda de noite, Maria Madalena vai ao sepulcro onde estaria Jesus. Porém, vê a pedra afastada e avisa Pedro, pensando que alguém tinha roubado o Seu corpo (João 20,1-2).

Mas eis que, chorando o Seu Senhor, o vê!

E Jesus, ressuscitado, encarrega-a de anunciar aos discípulos a Sua partida para o Pai (João 20,11-18).

Apesar de todo o Mal, ,Jesus, dono da Vida, vence a Morte.


Que Jesus não me deixe cair em tentação, me mantenha puro, alheio a todo o mal, a todas as solicitações inúteis desta sociedade, e que a luz desta Páscoa não se apague com o caminhar dos dias…

Maria Madalena é sinal de esperança para nós, pois ela amava Jesus e teve a graça de O ver.

Assim aconteça connosco, que apenas no Senhor pomos o nosso enlevo. Que O possamos, um dia, contemplar, e n’Ele permanecer.

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sábado, 22 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (VII): Sábado Santo: O nosso Silêncio.


Hoje é o dia do Silêncio.

Há dois mil anos os judeus foram responsáveis pela morte de Jesus.

Hoje, com os nossos pecados, somos nós os responsáveis pela Sua diária crucifixão.


Resta-nos, com o nosso frágil barro, sufocar as nossas más paixões, as nossas infidelidades, tudo aquilo que dramaticamente nos separa de Deus.

Peço, neste Sábado Santo, diante do Corpo martirizado de Jesus, a graça de me afastar de tudo aquilo que O possa entristecer e magoar.

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sexta-feira, 21 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (VI): Sexta-feira Santa: A Morte de Jesus.


A Liturgia da Palavra, segundo Isaías, S. Paulo e S. João, conduzem-nos ao Mistério do sofrimento e Morte de Jesus.



A Paixão de Nosso Senhor surge como uma obra de expiação em benefício de todos nós.


A Morte física de Jesus é causa de salvação de toda a Humanidade. De ontem e de hoje. Dos Seus contemporâneos e dos de hoje.


A Cruz é assim sinal da Sua Glória.


Não me perguntem porquê, pois não sei responder. Mas andei anos a reler e a tentar perceber esta frase de João Paulo II, que tenho, há anos sem fim, no meu pequeno escritório, num postalinho:


"A Cruz de Cristo é, em certo sentido, a última palavra da sua mensagem e da sua missão messiãnica".



Foi gente como nós que gritou pela morte de Jesus.

E Ele a permitiu.

Hoje, se Jesus aparecesse fisicamente a todos nós, provavelmente seria, de novo, dramaticamente rejeitado.


Nós, que vivemos a Fé, sentimos, com grande dor, o peso e a responsabilidade dos nossos pecados.

Esta época do ano é por demais propícia à nossa procura individual de reparação.

Nesta Sexta-Feira Santa, resta-me pedir a Jesus que me dê alento para também com Ele levar a Cruz de todos os meus dias.

Maria Santíssima, dá-me um pouco do Teu amor para que eu seja digno de acompanhar os passos do Teu Filho!

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quinta-feira, 20 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (V): Quinta-feira: Sacrifício e Humildade.



Na Quinta-feira Santa comemora-se a instituição da Eucaristia.

Apesar de partir para o Seu Pai, Jesus permanece entre nós sob as espécies do pão e do vinho. Presente com o Seu Corpo, o Seu Sangue, a Sua Alma.

Ao participarmos do santo sacrifício da Missa, nunca devemos banalizar, por “hábito”, o ritual da mesma, pois que nela estamos face ao próprio Jesus, embora não o vejamos com estes nossos limitados olhos; daí a frase que o sacerdote repete em cada celebração eucarística: “ Eis o Mistério da Fé!”, e a assembleia confirma: “ Anunciamos, Senhor, a vossa Morte; proclamamos a vossa Ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!”

São João conta-nos que Jesus lavou os pés aos seus discípulos, antes da Última Ceia.

Que quer isto dizer? Quem é que conhecemos hoje com a posição que Jesus tem, com a Sua condição (divina), que se humilhasse a tal ponto?

Hoje, na nossa sociedade, lavar os pés a outrem, não tem a carga humilhante que tinha na Antiguidade, tempo no qual apenas os escravos tinham essa função.

Mas imaginemos que Jesus entrava hoje na nossa casa (que maravilha!). E que Ele a quisesse limpar! Não deixávamos! Podia lá ser! O “meu” Jesus é Divino, é Santo, não faz essas “coisas” !

Mas, de facto, foi o que aconteceu há dois mil anos: Ele veio para servir os homens.

Mas Ele perguntou: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz’”.

Compreendemos?

Temos de estar limpos, purificados na alma e no corpo.

Hoje, para nos purificarmos, para podermos aproximarmo-nos de Jesus, temos o sacramento da Penitência.


Meu Deus e Senhor, a prece que hoje Te faço é esta: que eu possa contar-Te tudo aquilo que já sabes, mas que eu sei que desejas que os meus lábios pronunciem…

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quarta-feira, 19 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (IV): Quarta-feira: A traição a Jesus.


São Mateus relata-nos no seu evangelho: "Um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse-lhes: «Quanto me dareis, se eu vo-lo entregar?» Eles garantiram-lhe trinta moedas de prata. E, a partir de então, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus."


Peço ao Senhor que, da minha parte, não haja traições. Nem desfalecimentos. Nem quedas...

Apesar deste barro ser frágil, o meu espírito é de Jesus.

N’Ele reconheço a única fonte de redenção para esta vida tão difícil, tão violentada pelas más-vontades daqueles que, na vida profissional, nos cercam e que apenas aspiram à vida comezinha de todos os dias, com as suas pequenas traições, as pequenas mortes que provocam nos outros, de quem têm medo, de quem sentem raiva, inveja (as mais das vezes sabe-se lá porquê!).


Já não me surpreendem as guerras entre países, entre nações. Se elas existem no seio da nossa sociedade, nos pequenos grupos do nosso quotidiano!


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terça-feira, 18 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (III): Terça-feira:a Fé a Esperança.


Para realizar milagres, Jesus apenas pedia uma só coisa: Fé.

Aos que a tinham, Jesus curava dos seus males. Porém, em muitos lugares não os realizou porque às pessoas aquela lhes faltava.

Como é triste constatarmos que aqueles com quem trabalhamos todos os dias, nos pedem que rezemos por eles quando estão aflitos e, logo que os momentos de angústia passam, abandonam aquele ar compungido e nos atacam por questões mesquinhas. É a sociedade de competição que temos, na qual ensinaram esta geração a ver o outro como o inimigo a abater, aquele que pode impedir-nos de alcançar mais um degrau na escala hierárquica… é-se capaz de aniquilar o outro para alcançar um cargo…

Como tudo isto me dói… também os discípulos admiravam os milagres de Jesus. Contudo, alguns O negariam mais tarde…

Senhor Jesus, ilumina o coração das tuas ovelhas tresmalhadas, aquelas que julgam ser detentoras da verdade, para que compreendam que, nesta vida tão breve, apenas vale a pena lutar pela construção de pequenos paraísos à nossa volta, fazendo o Bem, sermos misericordiosos e caridosos.

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segunda-feira, 17 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (II): Segunda-feira: Jesus em Betânia.


Maria de Betânia, irmã de Marta e Lázaro, ungiu os pés de Jesus com uma libra de perfume de nardo, enxugou-os com os seus cabelos, e a casa encheu-se com a fragrância do perfume…

Quando permanecemos aos pés de Jesus, esquecemo-nos de nós próprios, não andamos ansiosos e perturbados pelas coisas desta vida (Lc.10.38-42).



Senhor Jesus, Tu conheces-me: faz com que eu me esqueça de mim próprio…e mergulhe na Tua Paz!



Nota: gravura - "Mary sits at the Holy Feet of Jesus listening to Him."

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domingo, 16 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (I): Domingo de Ramos.






Começa a Semana Santa com a recordação da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

João Paulo II afirmou, numa sua homilia, (em 8 Abril de 2001), que Jesus não entendeu a sua existência terrena como procura do poder. Pelo contrário, renunciou aos privilégios da sua condição de Filho de Deus, obedecendo ao plano d' Este.

Estranho é o facto de Jesus ter sido aclamado na Sua entrada em Jerusalém e, poucos dias depois, os mesmos que o tinham recebido em festa, decidiram condená-lo à morte!

Será que os homens de hoje O condenariam de novo?


Que acham?



Será que eu, com as minhas imperfeições, as minhas fraquezas de homem, o estou, nos dias de hoje, a crucificá-l'O de novo?


Que Jesus me ilumine nestas veredas tão atribuladas dos dias de hoje. Que eu o oiça bater à porta... e que lha abra!

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sexta-feira, 14 de março de 2008

As fontes da nossa memória II

Deve ser a crise que ataca todos os homens, sei lá!

Dá-me para mergulhar nas minhas memórias dolorosas, sem proveito algum, pois a vida é o que sabemos, dura, impiedosa e… breve. Breve para tantos problemas insolúveis que nós próprios vamos criando.


Por causa do "Le Cadeau d'Elena", aqui deixo mais um texto precisamente sobre a memória…


Lembro-me das viagens de comboio, nas "férias grandes" (de carro não tinha "graça"), na linha da Beira-Baixa, e como Portugal, nessa época, fervilhava de gente, energia e vida! Portugal, nesse tempo de meninice, era uma azáfama!


O som da máquina a vapor embalava-nos, e a sua suave lentidão permitia-nos ver a paisagem, bela, a linha junto ao rio, as estações da CP lindas lindas (hoje abandonadas e destruídas!).


Recordo os instantes junto ao rio, o qual oferecia o seu cheiro inconfundível, e que ainda hoje recordo, um cheiro fresco, o fundo transparente das margens, as pedras claras jazendo no leito do rio, as mágicas manhãs da minha infância!


Hoje um velho barco dorme na margem, atracado na relva. Talvez ele tenha pertencido ao velho barqueiro que conheci ainda miúdo. Na minha memória vejo o seu rosto, pertença de outros tempos, outras memórias, os olhos muito azuis, reflectindo o brilho do rio, o qual ligava dois mundos, duas margens, com a força dos seus braços e do seu varapau a bater nas rochas do fundo do Tejo. Ainda oiço o som desse varapau a roçar no fundo baixinho do rio...
Já não existe o antigo carreiro que descia da Estação de Alvega-Ortiga até às variáveis margens do Tejo...


É uma pena este Portugal estar tão abandonado, como que morto... Aqui ao lado, na Espanha, a vida é uma festa: mesmo nas localidades mais perdidas na paisagem, ao fim do dia parece que as pessoas ressuscitam para um louvor à Vida e ao prazer de viver... Mas Portugal, tão belo e diversificado nas suas paisagens, parece mergulhado num sono letárgico, um torpor do qual não se consegue libertar... Ao caminharmos ao longo do rio, ver este a dormir entre as suas margens é ver o nosso País a caminhar docemente para o esquecimento de si próprio.



Onde estará o País que eu conheci? Onde mora ele?



Nota: na foto, o velho barco, tal qual como há 40 anos.

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quinta-feira, 13 de março de 2008

Do fundamental II




Para satisfazer, de algum modo, a "minha" Cleo, aqui coloco a bela foto do anúncio do "Le Cadeau d'Elena"...
Nota: clicar na imagem para ampliar.

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Do fundamental I




Desde sempre os filmes franceses me apaixonaram, não só pela doçura da língua, mas sobretudo pelo retrato fiel que fazem da vida de todos nós.

Exemplo do que afirmo é o filme que, por mero acaso, me veio parar às mãos sob a forma de DVD: “Le Cadeau d'Elena” ou, no título português, “Córsega Segredos Ocultos”.

Os actores, fabulosos, com destaque para o “nosso” Michel Duchaussoy, são os cúmplices do silêncio e de um certo pudor da memória.

Este filme mergulha precisamente na memória de todos nós.

“Le cadeau d'Elena” é uma película cheia de suaves emoções, de amor, de ternura.

Afinal, ele fala-nos do essencial: a vida com as suas armadilhas e encruzilhadas, o amor, a saudade, a solidão, a morte.

E é filmado nessa terra algo mítica e misteriosa que é a Córsega, a “montanha no mar” como lhe chamou Maupassant.



Nota I: na foto, Michel Duchaussoy et Stéphane Rideau. Podia ser qualquer um de nós, com o seu pai ou o seu saudoso avô...
Na imagem está... a vida! Desculpem o desabafo: está a vida que me foi roubada!
Nota II: clicar na foto para ampliar.

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quarta-feira, 12 de março de 2008

"MANIF" do Governo...


Desprezo esta III República, moribunda e putrefacta. Por isso, não gosto de abordar temas políticos da actualidade.

Mas desta feita não posso deixar de ironizar sobre o tema:

Vai haver, no próximo Sábado, uma reunião/comício/manifestação (como queiram) do PS, na cidade do Porto.

Estou com receio que a PSP irá, de norte a sul do País, indagar, candidamente, junto de cada delegação do PS, quantos militantes neo-liberais, perdão, “socialistas”, tencionam ir à MANIF do Porto.

Portugal está cada vez mais parecido, nos métodos políticos (e, já agora, na miséria) com a América Latina.

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