Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Nome:
Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Não ao capitalismo selvagem!

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

A Revolta da Nação em 28 de Maio de 1926.


Na cidade de Braga, às 6 horas da manhã do dia 28 de Maio, Manuel de Oliveira Gomes da Costa lançou o exército numa gloriosa marcha que só terminaria em Lisboa, e que iria pôr fim à putrefacta 1ª República.

No dia 29, o nefando governo de António Maria da Silva apresentou a demissão.

Foi inicialmente uma revolução que agrupou diversas correntes de pensamento: de anarco-sindicalistas a católicos, passando por integralistas, republicanos conservadores e monárquicos.

Mas a estabilidade só viria mais tarde, com Carmona, e o Ministro das Finanças, António de Oliveira Salazar.

Tinha terminado um período em que os atentados bombistas eram "o pão nosso de cada dia" por esse País fora; a política estava desacreditada aos olhos do verdadeiro povo, a perseguição à Igreja tinha sido feroz, a carestia de vida era uma triste realidade, a situação era de ruína nacional.

Mas apenas em 5 de Julho de 1932, Salazar ascendeu à chefia do Governo.

A partir de então, um novo modelo de legalidade concretiza-se com a aprovação de uma nova Constituição, pelo plebiscito nacional de 19 de Março de 1933: é o advento do Estado Novo, que realizou, sem o dinheiro e as riquezas que hoje Portugal possui, todas as infra-estruturas que faltavam à Nação portuguesa e aos portugueses. Que reorganizou o Estado. Que promoveu o bem-estar económico e social, maugrado os parcos recursos de então.

Recorde-se que, no fim, na véspera do 25 de Abril, Portugal estava a crescer ao ritmo da actual China: 10% ao ano. Hoje, o crescimento cifra-se em 1,8% (será mesmo?).

Lamentavelmente, logo no dia 29 de Maio de 1926, portanto, muito antes de Salazar, ergueram-se aqueles que, ao longo de décadas, fizeram do antagonismo um modo de vida, apenas por uma questão ideológico-filosófica.
Mais tarde, vieram a detestar a trilogia então defendida: Deus, Pátria, Família.
Não acreditavam em Deus mas acreditavam em Marx, em Lenine, em Mao Tzé Tung.
Afinal, acreditaram em "amanhãs" que nunca "cantaram"...




Nota I: na (bela) foto - o Oficial de Cavalaria, Gomes da Costa, de espada erguida, às portas de Lisboa, Campo Grande, no dia 29 de Maio de 1926.

Nota II: não há aí ninguém que hoje se revolte? A Nação está anestesiada...

Nota III: “clicar” na foto para ampliar.

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Margem Esquerda: a prova de que os homens, quando de boa-fé, entendem-se, mesmo na diferença.


Mea culpa! É assim mesmo. Eu explico...



Hoje arrisquei colocar, dentro das "Casas Fraternas" (os meus "Favoritos") o "Margem Esquerda" do Professor João Baptista Magalhães, meu antigo companheiro no "Incursões".

E digo "arrisquei" pois que o nome do seu blog aqui posto poderá não ser do seu agrado, tal é a diferença ideológica que nos "separa".



Todavia, foi precisamente com ele que tive as mais deliciosas discussões filosóficas naquele "INC", e a ele devo a extrema delicadeza e paciência com que me aturou as minhas "idiossincrasias" e... a minha ignorância.

Vale a pena ler os seus escritos, pois constituem uma denúncia corajosa e sobretudo SINCERA dos tempos que correm: convergimos sempre na crítica e no diagnóstico, divergimos no "tratamento".




Como disse o Eng. (este sim vero Engenheiro...) António Guterres, "é a vida"...

Nota: na foto - Margem esquerda do Rio Douro, entre a Régua e o Pinhão (lamento já não saber qual o autor da mesma).

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segunda-feira, 26 de maio de 2008

Petição CIDADANIA-FAMÍLIA-CASAMENTO.


Contra a banalização e burocratização do casamento (e do divórcio), assinem:



Mas assinem também pois que existem valores absolutos na vida a que tudo o mais se subordina: a dignidade, a liberdade, a Fé.
Não podemos esquecer que estamos numa terra cristã, pese embora as actuais instituições do Estado não se basearem, como outrora, em princípos morais e éticos.

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domingo, 25 de maio de 2008

Dia 25 - dia do Menino Jesus.


No final deste Domingo, ainda vou a tempo de referir que hoje é o dia do Menino Jesus - o dia 25 - celebrado especialmente pela Ordem Carmelita todos os dias 25 de cada mês.

É a festa em memória do seu santo Nascimento.

É Deus que se fez Menino.

Temos de nos entregar a Ele, dar-Lhe a nossa Alma, o nosso coração, o nosso corpo tão frágil, para que Ele nos conserve puros e inocentes.


Assim como Ele...

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Ainda a propósito de Bob Geldof e... Angola.




Ainda a propósito das afirmações de Bol Geldorf acerca de Angola e dos seus próceres, proferidas durante a conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, aqui em Lisboa, e segundo as quais Angola é um país "gerido por criminosos", diremos apenas que ainda bem que há alguém, nos dias de hoje, com coragem para gritar bem alto a verdade, e fugir ao politicamente correcto.


O Estado Novo desenvolveu as suas províncias Ultramarinas e, ao contrário do que hoje sucede, Angola, ao tempo, era um celeiro.

Aliás, não havia fome nas nossas Províncias Ultramarinas.

Hoje, naquele espaço geográfico que compreendeu o último Império do Mundo, morre-se de várias misérias.

A apologia do Estado Novo era a do viver “como habitualmente” na segurança e paz proporcionadas pelo Estado, no recato da família, e sob a protecção da Fé. Era esta a filosofia que os inimigos de Deus, hoje no poder, não suportavam.

Que dizer dos acordos da Galp com o regime de Eduardo dos Santos, com a complacência, melhor, a aprovação, deste governo?

Que dizer de um governo que fecha os olhos à visita do Dalai Lama, enquanto que, por outro lado, firma contratos com regimes ditatoriais como é hoje o regime de Angola e da Líbia, por exemplo?






Nota: a foto foi "roubada" ao excelente "Angola Saudades".
( http://anteropaiva.blog.simplesnet.pt/)

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Daquilo que nos rouba a felicidade...


Pede-me a Júlia Moura Lopes que elabore uma lista de "pequenos/grandes ódios"...


Pensando... ei-la:


1. A inveja: é o mal nacional; por via dela, muitas injustiças são praticadas, no meio social e, sobretudo, no local de trabalho. Muitas vidas e carreiras são destruídas!

Ódio é uma palavra muito forte que evito. Porém, destes "pequeninos grandes ódios" coloco à cabeça, com efeito, a INVEJA!

2. Vem também por arrasto, as "infidelidades" do nosso quotidiano, no amor, na amizade, aquela crença em alguém que nos parece boa pessoa e vem a revelar-se um crápula! É o que mais detesto!

3. A boçalidade;

4. A "brutidade";

5. A ignorância, não dos humildes mas dos prepotentes.

6. A Maldade.




O inferno na Terra é isto!

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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Corpus Christi.


Ano 30: Jesus morre e ressuscita.

Hoje, temos fome e saudade d’Ele. Apesar da Eucaristia. É que temos necessidade da Sua presença como Homem. Sentir as Suas mãos nas nossas, porventura a afagar o nosso rosto cansado de tantas ignomímias e traições.

Como seria belo podermos sentarmo-nos à mesa com Ele e esquecer todos os nossos problemas, pois estaríamos junto da fonte que sacia toda a espécie de sede: sede de amor, sede de tranquilidade, sede de paz e justiça!

Podermos, à semelhança da mulher arrependida do Evangelho, beijar-Lhe os seus queridos pés e pedirmos perdão por todas as nossas infidelidades e quedas… e sermos salvos das Trevas…

Hoje, mais uma vez, na Procissão do Corpo de Deus (a qual esteve proibida durante a I República de Afonso Costa e apaniguados), percorri as ruas da Baixa de Lisboa, linda sem dúvida, mas já sem a pujante beleza e o ar próspero dos anos 60 da minha meninice, e que me viu passar ali pequenino, com os olhos ainda livres de toda a tristeza…

Deus certamente estava ali connosco, feliz por ver o seu povo dizendo bem alto que n’Ele reside toda a esperança e todo o sentido de viver!







Nota: na foto - o Chiado, anos 50.

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segunda-feira, 19 de maio de 2008

SANCTUS YVO


A Igreja celebra hoje o dia de Santo Ivo, Padroeiro dos Advogados.
Santo Ivo, cujo nome era Yves Hélori de Kermartin, foi Juíz eclesiástico de 1280 a 1298, praticou advocacia em Rennes, faleceu com 50 anos de idade a 19 de Maio de 1303, e foi canonizado em 1347.
Pela dedicação com que litigava as causas das viúvas, dos órfãos, dos menores, dos pobres e dos infelizes e miseráveis, mereceu o sobrenome de Advogado dos pobres.
Santo Ivo da Verdade, Monsenhor do Socorro,
se o direito está do lado dos meus adversários,
condena-me a mim; se está do meu lado,
condena-os a eles.
( de uma pagela).

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domingo, 18 de maio de 2008

Reflexões ("laicas") ao Domingo I




Ao fim de um dia de Domingo, a conclusão (se necessário fosse retirar alguma...) é esta:



A vida só vale a pena porque tu estás presente.

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terça-feira, 13 de maio de 2008

13 de Maio - Dia de Maria: mas... não o são todos?


Estava para elaborar um texto acerca do dia de hoje, mas prefiro aqui colocar um pequeno trecho da importante (porque não faz quaisquer cedências ao actual poder político) homilia do Cardeal Saraiva Martins em Fátima:

“O homem de hoje, iludido e desiludido da vida, por vezes parece ter desistido de esperar. Caíram as consideradas certezas das ideologias; o bem-estar e o consumismo – que aparentemente satisfazem as nossas necessidades e exigências –, caíram esses sistemas que revelam, de facto, cada vez mais, a sua inconsistência, a sua radical incapacidade de fazer feliz o homem de hoje, do nosso tempo, o homem que encontramos todos os dias no caminho da nossa vida”.

“Só em Deus o homem se encontra plenamente a si mesmo”. “A Fé não é uma fuga das próprias responsabilidades ou um estéril dobrar-se sobre si mesmo: é fonte de luz e de força interior, que nos anima e nos permite afrontar corajosamente os problemas e os desafios da vida”.




Salve Regina! Salve Regina!
Ora pro nobis, Maria!
(...)
Olhai, ó Virgem do Céu
O mundo que pede luz.
Bendita sejais, Senhora,
Bendito seja Jesus.

(Do cântico mais belo sobre Maria - "Senhora Um Dia Descestes" - Mús: C.Silva; Texto: F. Melo).

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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Ecce homo...



Pede-me a bela e distinta bloguer Júlia Moura Lopes que me defina em seis palavras.


Tarefa difícil, tanto mais que não gostamos de nos expôr... todavia, a escrita, quando sincera, já nos define... sendo assim...


Então, como há-de ser? Tentemos ser objectivos:


Fiel no amor e nos ideais;

Apaixonado (por tanta coisa...);

Saudosista;

Emotivo;

Sonhador;

Tímido (embora não pareça...);

Frágil (e paradoxalmente combativo);

(oops... ultrapassei o limite... tinha de ser...).



Bem, e agora desafio os meus amigos a "confessarem-se:":

Que é a Verdade?

HarpaDeCristal

O Anonimo

CleopatraMoon

momentUS

dona-redonda

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domingo, 11 de maio de 2008

Veni Sancte Spiritus!



Neste Domingo celebramos a solenidade do Pentecostes:

“Quando chegou o dia de Pentecostes,
os Apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar.
Subitamente, fez se ouvir, vindo do Céu,
um rumor semelhante a forte rajada de vento,
que encheu toda a casa onde se encontravam.
Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo,
que se iam dividindo,
e poisou uma sobre cada um deles.
Todos ficaram cheios do Espírito Santo
e começaram a falar outras línguas,
conforme o Espírito lhes concedia que se exprimissem.”


(Actos 2,1-11)

Joaquim de Fiore, abade beneditino (séx. X) concebeu a seguinte teoria: o tempo do Pai seria o tempo do Antigo Testamento; o tempo do Filho seria o tempo da Igreja; e depois viria o tempo do Espírito Santo, tempo esse marcado pela perfeição.

Tal teoria deu até lugar a vários movimentos “espirituais” dentro do franciscanismo…

Mas o que aqui importa salientar é o facto de que Deus veio ao mundo na Pessoa de Jesus Cristo. Este disse que não ficaríamos sós, pois que o Pai daria outra Presença, a qual estaria connosco até ao fim dos Tempos: o Espírito Santo.

O dia de Pentecostes inaugura assim o “tempo” do Espírito Santo. É necessário invocá-lo para que Ele, o Pai e o Filho morem connosco.

A Palavra de Jesus permanece para sempre…

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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Não é demais relembrar os nossos valores...

“Defendamos a família, relicário de amor sustentado pelas mãos trémulas dos nossos pais. Defendamos a Pátria, que consubstancia as nossas glórias de outrora, a Pátria que é bela, porque é a mãe de todos nós. Defendamos Deus da ignorância e do atrevimento, porque Deus é a suprema aspiração da alma humana, o grande mistério que ilumina as regiões do Além. Defendamos a Família, defendamos a Pátria, defendamos Deus pela Liberdade! Deus, Pátria, Liberdade, Família”.


Afonso Pena, escritor e político brasileiro.

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quinta-feira, 8 de maio de 2008

Portugal Cristianíssimo.



“ A relação que mantemos com Portugal é, fundamentalmente, bíblica. Olhamos Portugal como uma personalidade colectiva portadora de uma alma, no sentido romântico do termo, ainda que referido a algo muito anterior ao Romantismo. E a relação que mantemos com esse gostoso e custoso colectivo vem na esteira de um outro povo, que se descobriu eleito e portador de uma missão universal.”

D. Manuel Clemente (o único Bispo português que “mexe” comigo…), in Portugal e os Portugueses ”.



Os homens que, no passado recente, compreenderam tudo isto, e viveram essa Fé messiânica, foram aqueles que erigiram o Estado Novo… doa a quem doer, esta é a verdade…

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quarta-feira, 7 de maio de 2008

D. Manoel II, Rei de Portugal


No http://oprivilegiodoscaminhos.blogspot.com/ da minha amiga Júlia, a não perder o seu "post" de homenagem a D. Manuel II.



D. Manuel II que presenciou a morte do seu pai, D. Carlos, e de seu irmão D. Luís Filipe, perpretada por "agentes" da Maçonaria e da Carbonária, agentes esses (Alfredo Costa e Manuel Buíça) que as comemorações do centenário da (sangrenta) República pretende incensar como heróis e vítimas...




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terça-feira, 6 de maio de 2008

Fartos do Maio de 68!


O movimento do Maio de 68 foi, no dizer de Olivier Rolin, revolucionário, utópico e radical.

Este Rolin foi um antigo membro do movimento maoísta “Gauche Prolétarienne” e activista do Maio de 68.

Veio agora a Portugal lançar o seu livro “Suíte no Hotel Crystal”, no "Institut Franco-Portugais".

Afirmou que em 68 integrava um movimento maoísta e acreditava que o futuro viria da Revolução Cultural chinesa.

Hoje, confessa “que era uma loucura”.

Pois é… mas agora é tarde: destruíram, tal como em Portugal, o nosso paradigma civilizacional; no nosso país, quiseram destruir a Fé, conseguiram destruir o Império, reduziram Portugal a um mero traço da Península Ibérica, e agora têm o descaramento de nos dizer que estavam errados!

Sarkozy é que teve agora a coragem de chamar “os bois pelos nomes”:

"Desafio os franceses a romperem realmente com o espírito, com o comportamento e com as ideias de Maio de 68"; "trazer a nação de volta à política através da moral, da autoridade, do respeito e do trabalho".

Concordo em absoluto.

Em 1968, o que tínhamos pela frente? Grupos de jovens mimados, cansados da vida fácil que levavam na “Sorbonne”, e nos cafés da Paris de então, e que faziam da “doutrina” de Mao a sua “bíblia”.

Tão cegos que combateram e desprezaram um dos políticos mais verticais e impolutos de sempre: De Gaulle, o homem que lutou contra a barbárie nazi, e levou a França a décadas de esplendor.

Cá também tivemos esses meninos mimados. Como eu já escrevi, meninos que ao tempo eram comunistas, maoístas, trotkistas, e hoje burgueses exemplares, “façanhudos” que agora arrastam, sem glória, a sua indolência, e atravessam os nossos dias cinzentos, repetindo a mesma mensagem de sempre, velha e equivocada.

“Meninos” que hoje apenas sabem evocar as noites de estúrdia, nas quais bebiam e enganavam as raparigas com o seu falso paleio “progressista”.

Com efeito, o "progressismo” alardeado por essa gente tinha apenas em vista, neste particular, o levar para o mau caminho as colegas de faculdade… Esses pseudo-estudantes rejeitavam o respeito, a consideração que existia entre professores e alunos e o respeito que deveria existir entre estes últimos. Afinal, viam as colegas apenas como “fêmeas” que deveriam, em nome do “progresso”, estar prontas a satisfazer os seus “revolucionários” apetites… E, pelo caminho, rejeitavam os mais sagrados deveres que um homem pode exigir de si próprio.

Vê-se, nos nossos dias, o resultado que essa gente “alcançou" para Portugal: uma geração de gente boçal, sem outros horizontes que não seja beber, “engatar miúdas” como hoje se diz, e assistir aos “big brothers” que passam na nossa (?) televisão dita “democrática”.

Hoje, esses que vivem de modo parasitário neste Portugal de pesadelo que ajudaram a construir, que combateram o que de melhor existia na sociedade de então, pretendem escamotear (ao cantar loas às “aventuras” e “brincadeiras” que coloriam as suas vidinhas de meninos burgueses, “armados em revolucionáros”) que nesse tempo é que se aprendia a lutar e a viver em sociedade. Sendo responsável. Respeitando o próximo.

Afinal, esses desde sempre bem instalados na vida, apenas queriam destruir as nossas mais sagradas virtudes como povo católico e Nação fidelíssima, propagando (e assim continuam) a ideologia do comunismo ateu, aliás condenado pelo Papa Pio XI, na Encíclica “Divini Redemptoris".

Não descansaram enquanto não transformaram Portugal num País mesquinho e insignificante.

E pensar que o tão “mítico” Maio de 68 começou por causa de um indigente mental, de nome Daniel Cohn-Bendit, um estudante alemão que organizou um protesto na Universidade de Nanterrem contra a proibição de estudantes de ambos os sexos partilharem os mesmos dormitórios…

Que grandes revolucionários!


E pensar que nesse mesmo ano, na antiga Tchecoslováquia (hoje República Tcheca) a juventude lutou, nas ruas, mas em sentido contrário, a fim de libertar-se do comunismo (lutaram contra as tropas da ex-URSS e do Pacto de Varsóvia que invadiram e ocuparam a Tchecoslováquia, numa tentativa de reprimir o movimento reformista de Alexander Dubcek).


Mas desses ninguém fala...

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