Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

São Tomás de Aquino, Presbítero e Doutor da Igreja.



“Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor.
Quem Me segue não anda nas trevas,
mas terá a luz da vida.”
(Jo 8, 12)


A Igreja celebrou, nesta segunda-feira, a festa de São Tomás de Aquino.


A minha muito amada Igreja de São João de Deus, que faz parte da minha vida, estava repleta para a celebração da Missa das 19H00.


São Tomás de Aquino teve, sem margem para dúvida, a Luz na sua vida: a sabedoria residiu nele.

Mostrou que o Homem é o ponto de convergência de toda a criação de Deus.

Ensinou, nomeadamente, que há uma união substancial entre a alma e o corpo. Tal é o fundamento maior da dignidade da pessoa humana. Esta é um corpo que está enformado por uma alma; a alma enforma o nosso corpo.

Trago à superfície este grande ensinamento de São Tomás de Aquino, precisamente no passamento de um amigo, por sinal não crente: que ele possa já ter atingido a Verdade e n’Ela permanecer…



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