Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Le "Monsieur 100.000 volts".



"À propos" de um artigo da Cleópatra, (e como ela diz e bem) o francês está de volta – pelo menos na política - e ambos nos lembrámos do Becaud e das maravilhosas canções francesas que nos encantaram e encantam.


Lembro-me que, em miúdo, aos Domingos à tarde, a televisão passava espectáculos do Becaud e como eu me deliciava a ouvi-o, fechado num mundo de sonhos…

O meu primeiro disco - um 45 rotações - foi precisamente o de Gilbert Becaud: "Et maintenant".

Compreio-o no Chiado (aquele que já não existe...) e ainda hoje o tenho.

Bécaud tinha uma voz inigualável.

Ainda há pouco tempo Gregory Lemarchal, provavelmente um novo Becaud, também partiu prematuramente e se ele tinha uma voz maravilhosa!

Ambos fazem imensa falta à França e a nós, francófonos por cultura e paixão.

A Morte é algo de obsceno...



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6 Comments:

Blogger LUA DE LOBOS said...

a morte é obscena mesmo.
há Gente que não devia partir... como este "monstro" da música francesa.
também tenho o meu 45 rpm comprado na Discoteca Universal onde me atendia sempre o Zé Manel que me fazia "olhinhos" ::)))) ah meu Chiado de sempre...
xi
maria de são pedro

domingo, janeiro 13, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

È verdade, gostamos de guardar o que verdadeiramente importa. E, já agora, se esse Zé Manel lhe fazia "olhinhos" ele lá deveria ter as suas profundas razões...

Xi.

segunda-feira, janeiro 14, 2008  
Blogger joaquim said...

Realmente Bécaud era o máximo e por isso mesmo no meu blogue "Pardais ao Cesto" onde vou colocando música do meu tempo, lá está ele cantando o inevitável "Et Maintenant"...
Mas para mim a voz mais cheia e tocante da França nesse tempo era o Charles Aznavour...
Abraço amigo

segunda-feira, janeiro 14, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

Também, Joaquim, também...Abraço!

segunda-feira, janeiro 14, 2008  
Blogger Pecadormeconfesso said...

Andamos todos à volta do mesmo. Acho que vou postar Becaud.
Bnoite.

terça-feira, janeiro 15, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

É isso... isto está aqui um "pessoal" que se entende...

terça-feira, janeiro 15, 2008  

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