Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 16 de março de 2008

Orações muito minhas da Semana Santa (I): Domingo de Ramos.






Começa a Semana Santa com a recordação da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

João Paulo II afirmou, numa sua homilia, (em 8 Abril de 2001), que Jesus não entendeu a sua existência terrena como procura do poder. Pelo contrário, renunciou aos privilégios da sua condição de Filho de Deus, obedecendo ao plano d' Este.

Estranho é o facto de Jesus ter sido aclamado na Sua entrada em Jerusalém e, poucos dias depois, os mesmos que o tinham recebido em festa, decidiram condená-lo à morte!

Será que os homens de hoje O condenariam de novo?


Que acham?



Será que eu, com as minhas imperfeições, as minhas fraquezas de homem, o estou, nos dias de hoje, a crucificá-l'O de novo?


Que Jesus me ilumine nestas veredas tão atribuladas dos dias de hoje. Que eu o oiça bater à porta... e que lha abra!

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