Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Interpretações da Bíblia...

Estava aqui a lembrar-me dos casos bizarros de certos teólogos muito “modernos”, que chegam a negar a existência dos demónios, e a sua real intervenção neste mundo, causa directa do Mal, afirmando tantas vezes que os casos de possessão diabólica são meras enfermidades para as quais a ciência, ao tempo de Jesus, não encontrava resposta…

Vêm a talhe de foice os cinco volumes do P. Ariel Álvarez Valdez (teólogo) com o título “Que sabemos da Bíblia?”, publicados em Portugal pela Paulus Editora, que estive para comprar mas… hélas! O autor pertence ao grupo acima mencionado e, a coberto de se “pretender dar a conhecer os resultados dos mais recentes estudos sobre a Bíblia”, ali se fazem afirmações que ainda hoje em dia (infelizmente) muito padres exorcistas (sim, esses mal vistos até pelos seus pares..) desmentem na sua prática quotidiana.

Todavia, a norma de fé é a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, e não os teólogos nem os exegetas.

Estes, de facto, equivocam-se cada vez que se afastam da doutrina definida pela Igreja.

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