Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

A minha fotografia
Nome:
Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Guerra do Ultramar: 15 de Março 1961


Poucos segundos passam do dia 15 de Março do Ano da Graça de 2011. Cinquenta anos nos separam do início do fim do sonho de um Portugal pluricontinental.


Por via da inveja e ganância internacional - os Estados Unidos de John Kennedy, toda a "Cortina de Ferro", o "idealismo" de Cuba, a subversão da China, e a ignorância e parolice dos países nórdicos, foram "alimentados" bandos de terroristas que chacinaram milhares de brancos e negros na África Portuguesa.


Como afirmou Marcello Caetano, "A civilização dos povos e a valorização das terras das províncias ultramarinas foram progressivamente ocupando, até 1961, um lugar cada vez mais largo e destacado nas preocupações dos governantes. Nesse ano desencadeou-se no norte de Angola um surto violentíssimo de terrorismo de que resultou o morticínio de milhares de pessoas - às vezes com o sacrifício de famílias inteiras - e a devastação de extensas zonas onde foram espalhadas a desolação e a ruína" - discurso na Assembleia Nacional, a 27 de Novembro de 1968.


Ao longo de treze anos, muitos soldados morreram ou ficaram inválidos em vão, traídos que foram por aqueles que deviam fidelidade à integridade da Nação.


Hoje, nada resta: nem para nós, nem para aqueles que vegetam no extinto Império Português, mas hoje supostamente "livres"...


Portugal agoniza e nós com ele. " Resta-nos" um coveiro e ave de rapina que infelizmente usa o nome do filósofo ateniense...

Etiquetas:

0 Comments:

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home