Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Regressar às verdadeiras fontes...



A presente sociedade é, sem margem para dúvidas, mal gerida.

A sociedade de hoje encontra-se sem referências, sem utopias e sem uma ordem transcendental que a inspire.

Creio bem que deveríamos regressar a Santo Agostinho, quando este ensina que a justiça e o amor verdadeiro entre os homens deveria acontecer e ser uma realidade.

Será que, para tal, a sociedade deveria ser gerida teocraticamente? É que “tecnocraticamente” já constatámos que ela não funciona…


Mas… e os fundamentalismos?

Não sei responder a esta questão. Mas, segundo os ensinamentos do Santo, a acção de Deus encontrar-se-á cada vez mais actuante no mundo, na medida em que os homens se humanizarem.

Se tal se der, e o homem deixar de ser o lobo do próprio homem, a “Cidade de Deus” acontecerá.

Será uma realidade até no nosso próprio quotidiano…
Nota: Santo Agostinho - Pintura espanhola (José de Ribera), séc. XVII. Óleo sobre tela.

2 Comments:

Blogger redonda said...

Gostei da esperança neste post.

quinta-feira, novembro 22, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Redonda, Santo Agostinho é uma das fontes da nossa esperança... dá tanto prazer lê-lo...

quinta-feira, novembro 22, 2007  

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