Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sábado, 13 de outubro de 2007

Um novo espaço para encontrar Deus.



A Inova Igreja de Fátima tem o nome de Santíssima Trindade: eis o Mistério nas palavras da Irmã Lúcia:

"Estando uma noite só [na capela do convento de Tuy], ajoelhei-me entre a balaustrada no meio da capela a rezar, prostrada, as Orações do Anjo. (…) A única luz era a da lâmpada. De repente iluminou-se toda a capela com uma luz sobrenatural e sobre o altar apareceu uma cruz de luz que chegava até ao tecto. Em uma luz mais clara, via-se na parte superior da cruz uma face de homem com corpo até à cinta, sobre o peito uma pomba de luz e pregado na cruz o corpo de outro homem. Um pouco abaixo da cinta, suspenso no ar, via-se um cálice e uma Hóstia grande, sobre a qual caíam algumas gotas de sangue que corriam pelas faces do crucificado e duma ferida do peito. Sob o braço direito da cruz estava Nossa Senhora (…), com o seu Imaculado Coração na mão. Sob o braço esquerdo, umas letras grandes, como se fossem de água cristalina que corresse para cima do Altar, formavam estas palavras: “Graça e Misericórdia (...)"; "Compreendi que me era mostrado o Mistério da Santíssima Trindade, e recebi luzes sobre este Mistério que não me é permitido revelar".

(Memórias e Cartas da Irmã Lúcia, edição do P. António Maria Martins SJ, Porto 1973, pp. 463-464).

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O Cardeal Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, não podia ser mais claro quando hoje defendeu, em Fátima, que os cristãos se devem "rebelar" perante aqueles que querem comprar ou impor "o silêncio dos cristãos".

E rebelar-nos como? Fazendo nossa a audácia dos primitivos Apóstolos.

Para aquele, o silêncio da Igreja é imposto "em nome de uma sociedade tolerante e respeitosa", na qual "o único valor comum é a negação de todo e qualquer valor real e permanente".

Aqueles que invocam "imperativos de uma sociedade aberta" acabam por "fechar todas as entradas e saídas para o Transcendente".

A Igreja, de facto, conhece bem o real significado do costumeiro discurso dos políticos e dos inimigos do Bem e da Verdade, enfim de Deus...

4 Comments:

Blogger al cardoso said...

So posso dizer o seguinte, haveria necessidade de se gastar 80 milhoes para construir a quarta maior igreja do mundo, quando Jesus foi o primeiro a revelar-se contra estas grandezas e as condenou, dizendo: "Quando quizeres orar fecha-te no teu quarto e reza em segredo, que D*us que se encontra do segredo escutara a tua oracao".
Ja agora, quantas vezes no ano se enchera o novo templo?

segunda-feira, outubro 15, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Bem, caro Cardoso, posso conceder que o "pessoal" de hoje está talvez um pouco comodista... não quer apanhar chuva.... enfim.. mas olhe que a Igreja é bela... eu apenas a vi na tv, mas parece-me um espaço que pode criar ainda mais um polo aglutinador de fiéis... pese embora a verdade que a minha paixão são as Igrejas antigas com as suas imagens inigualáveis...fazem-nos sentir uma paixão cá dentro! Nas novas, apenas o conforto físico...tempos!

segunda-feira, outubro 15, 2007  
Blogger redonda said...

Dois colegas meus já lá foram. A forma como a minha colega falou deste novo espaço despertou em mim a vontade de também o ir conhecer (ela falou muito bem)

quarta-feira, outubro 24, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Temos de ir vê-la, Redonda, seguramente...

quarta-feira, outubro 24, 2007  

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