Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Nem mais um soldado...





Os soldados que regressaram das nossas províncias ultramarinas e, em concreto, os sargentos, comentaram sem hesitações que, a partir do momento em que Portugal delas saísse, iriam as várias etnias africanas matar-se umas às outras…

E assim foi, com efeito. Veja-se o que se passou em Angola, Guiné, Moçambique.

Apenas uns “iluminados” “acreditaram” naquilo em que um sargento conhecedor do terreno nunca acreditou...

“Nem mais um soldado para África" ou “Nem mais um soldado para as Colónias” foi o “slogan” então proclamado em Portugal Continental (por alguns, entenda-se…).

Hoje, após a morte de um soldado português no longínquo Afeganistão, País que nada nos diz, e onde, ao que consta, não vivem portugueses, não oiço gritar nas ruas e na Assembleia da República esta frase hoje tão apropriada:


Nem mais um soldado para alimentar as guerras da América!


Foto: Kaúlza de Arriaga, na África Portuguesa, com os seus homens. Retirada do "site" dos Comandos. Com a devida vénia. Quem o quiser consultar aqui fica o link:

9 Comments:

Blogger joaquim said...

Pois é, honram-se os militares que morrem nestas guerras de outros paises, e acho muito bem que o façam, sem exageros, claro, mas os ex-combatentes de África continuam proscritos e mal tratados, e os mortos que por lá ficaram, por lá estão, porque não há dinheiro para os trazer, ou melhor, não há vontade...

Abraço amigo

terça-feira, novembro 27, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Tal e qual, Joaquim...

terça-feira, novembro 27, 2007  
Blogger Cleopatra said...

PUXA!
Está quase com o mesmo andamento do PGR:
Gostei!!!!

quarta-feira, novembro 28, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

É assim "memo"!

quinta-feira, novembro 29, 2007  
Blogger Cleopatra said...

Oh Cabral Mendes...Já reparou que o nosso PR também??

Eu acho que os nossos homens estão a voltar a ser HOMENS!

Vá lá agora espreitar o Cleopatramoon.
Bjito

sexta-feira, novembro 30, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Já fui ver já... é digno de se ver...

Agora os homens... hum... a ver vamos...

Bjs

sexta-feira, novembro 30, 2007  
Blogger redonda said...

Triste. Lembro-me que me chocou saber que quando nasci estávamos em guerra.

sexta-feira, novembro 30, 2007  
Blogger gasolina said...

Se fosse o caso batería palmas às suas palavras. Mas o momento é de reflexão e de acção para que se evitem mais "delirios" deste.
Assim, só me resta a si, fazer a minha vénia como bailarina retirada.

Um beijo (se me é permitido)

sábado, dezembro 01, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

É assim a nossa História, Redonda...quando amigos meus me dizem que tanto angolanos como moçambicanos, e também cabo-verdianos e guineenses, pedem ajuda a amigos portugueses... hoje tudo passa por relações pessoais...que os políticos nada resolveram... afinal, os portugueses não eram os "maus"... quando me dizem que um simples par de óculos tem de ser enviado daqui de Portugal para Moçambique, que lá não conseguem fazer nada de jeito... é triste... onde estão esses malandros que nos fizeram a guerra? Onde estão, que não dão hoje a cara?

Gasolina, aqui nesta humilde folha tudo lhe é permitido. Obrigado pelas suas palavras e pela sua visita.Um beijo.

domingo, dezembro 02, 2007  

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