Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

A minha fotografia
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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Do Amor II


Nestes dias, ao contemplar as fotos que numa tarde de sol lhe tirei, apodera-se-me de mim uma angustiosa saudade.
O seu rosto ultimamente estava diferente – reflectia uma alma nova que o habitava (mesmo que ele não tenha dado por isso). Mais doce e, todavia, mais sofredora. Porventura um sofrimento redentor.
 Dei conta que agora passo muito tempo a olhar para as derradeiras fotos que lhe fiz, e descubro no seu rosto uma expressão de tristeza e dor contida.
 Tenho que aguentar este peso que me oprime, pois que só agora, passados dois meses da sua partida, "compreendi" que ele morreu, e me dei conta da crua realidade – a de que ele me faz muita falta. Apesar dos nossos constantes desencontros.
A dor da morte repete-se na minha vida, com uma intensidade que pensei não me atingisse.


Há coisas que não sabemos explicar.


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