Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Et in saecula saeculorum”, de Vivaldi

Neste final de Domingo, algo melancólico (tenho um amigo gravemente doente, vejo o meu sogro completamente derrotado com um AVC... enfim...) vem-me à memória este meu recorrente desejo de, um dia, quando partir, que haja uma alma bondosa que me faça ouvir, no derradeiro momento, o “ Et in saecula saeculorum”, de Vivaldi, tocado pela Orquestra de Câmara de Lausane, conduzida pelo Michel Corboz.

Da obra “ Dixit Dominus RV 595.

Esta música deve chegar aos ouvidos de Deus…

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2 Comments:

Anonymous Concha said...

A música quando é de qualidade não só deve chegar aos ouvidos de Deus,como também nos faz entrar mais facilmente em comunhão com Deus.
Desejo-lhe o Espírito Santo,para que possa transmitir serenidade ao seu amigo e paz ao seu sogro.
Quanto à música na partida,talvez Deus tenha outras escolhas!

segunda-feira, fevereiro 27, 2012  
Blogger C.M. said...

Obrigado, Concha, pelo seu interessante comentário...

segunda-feira, fevereiro 27, 2012  

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