Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Maria Adelaide de Bragança van Uden


Maria Adelaide de Bragança, tia do actual duque de Bragança, Duarte Pio de Bragança, neta do Senhor Dom Miguel, que foi expulso de Portugal pela Convenção de Évora Monte, de 1834, após a sua derrota face às tropas “liberais” que apoiavam o irmão, D. Pedro IV, faleceu hoje.

Vem a talhe de foice dizer, com António Sardinha, que “As fôrças negativas que de longe vinham preparando a ruína da pátria tradicional (dizemos nós – a maçonaria!) encontraram em Évora-Monte o facto definitivo que lhe consumou a obra de dissolução. Não era D. Pedro quem vencia naquela hora desesperada (...). Quem vencia era o internacionalismo revolucionário, meio disfarçado no sofisma da monarquia parlamentar, mas para já preparar o salto que lógicamente o havia de conduzir à aventura feliz da Rotunda.”


(António Sardinha, in "Na Feira dos Mitos", Edições Gama, 2ª ed., 1942, fls. 110 e ss).



Dom Miguel sempre!











Nota: a foto é do Jornal "I". Com a devida vénia.