Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Jesus, ensina-me a viver.

Interrompi o meu trabalho pois a música das monjas carmelitas descalças de Fátima que hoje me acompanha (“Vinde e Contemplai”), levaram-me o pensamento para outras paragens, e nestas lembrei-me mais agudamente dele, e senti que não lhe fiz as suficientes festinhas naquele rosto onde brilhavam, um pouco perdidos, uns olhinhos pretos, como pontinhos de luz.

Um rosto docinho (como ele nunca o teve), e este meu desejo de o poder ainda abraçar, apertá-lo com os meus braços e ele dizer “Ai!”. Quem é amigo quem é? “É o D….”…

O Tempo não espera por nós, e se não fizermos hoje o que devemos, amanhã poderá ser já tarde. Irremediavelmente

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3 Comments:

Blogger Nadinha said...

Sim, não devemos adiar o afeto

segunda-feira, abril 09, 2012  
Blogger C.M. said...

Olá Nadinha!
Julgo não ter adiado o afecto, mas creio que ele foi insuficiente...

segunda-feira, abril 09, 2012  
Blogger Nadinha said...

Não deve ter sido insuficiente.
Não fique tão melancólico, a vida tem muito para nos dar.
Um abraço

sábado, abril 14, 2012  

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