Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 8 de março de 2007

Olhando para a glória perdida...

triste
No espaço de um século – que vai sensivelmente da celebração do Tratado de Tordesilhas (que não versava outra coisa senão a soberania cristã no mundo), à perda da independência nacional (1580) – Portugal escreveu a mais maravilhosa página histórica que jamais outra Nação conseguiu alcançar.

Como é que foi possível Portugal mergulhar numa vil e apagada tristeza? Sem Império, sem grandeza, sem Luz!
Portugal, um farol que foi para o Mundo!

Estamos à espera de D. Sebastião, que regresse para ajudar Portugal nas suas horas mais sombrias…
Nota: Cristóvão de Morais - "Retrato de D. Sebastião" - 1571, óleo sobre tela. Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa.

3 Comments:

Blogger Cleopatra said...

1581 nas cortes de Tomar!!

sexta-feira, março 09, 2007  
Blogger Cleopatra said...

Já não há nevoeiros como os de 1578......

sexta-feira, março 09, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Cleo, com efeito, a abdicação da independência foi selada pelas Cortes de Tomar, parlamento refém de Filipe II, após a derrota de D. António, Prior do Crato, no encontro com os castelhanos na ponte de Alcântara.

Camões falecera dois anos antes.
D. Sebastião e a fina-flor da juventude portuguesa perderam-se nas praias de Alcácer Kibir, em 1578...O nevoeiro, efectivamente, começou, aqui, a levantar-se...ainda hoje não se dissipou...

sexta-feira, março 09, 2007  

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