Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 31 de dezembro de 2006

A Sagrada Família (e a nossa).


Na Missa das 19H, na Igreja de Santo António à Sé, o Frei Álvaro, na sua homilia, falou-nos de uma bela referência, feita à família, por João XXIII: considerou-a este como verdadeira Igreja doméstica. Note-se que, nesta Missa vespertina, já se celebra a festa de Domingo, ou seja, a Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José.


A família, como “Igreja doméstica” reflecte, (ou deveria reflectir sempre) a ternura, a fidelidade e a Misericórdia de Deus. Mas, para que haja, no seio daquela, esse reflexo, é necessário que os esposos saibam criar, no lar, uma atmosfera tal que o Espírito de Deus o possa visitar, e nele permanecer. Só assim a família poderá ser, também, uma casa de Deus.

A Igreja considera a Família como o santuário da vida. Caso os haja, os filhos deverão ser criados no respeito para com os outros, em referência ao sentido da Justiça, do diálogo fraterno para com os demais, na busca de uma atitude que promova sempre a paz e a solidariedade. Só assim poderemos ter, amanhã, gerações responsáveis, que saibam cuidar da sociedade, e não gerações mergulhadas numa vivência sem sentido, desprovidas de quaisquer valores morais e éticos.

Como afirmou o saudoso João Paulo II, na sua “Familiaris Consortio”, “o matrimónio e a família constituem um dos bens mais preciosos da humanidade”.

Resta-nos tentar imitar a Sagrada Família, que hoje celebramos, e todos os dias devemos honrar: Jesus, Maria, José. Com efeito, modelo de amor familiar (Amor Transcendente, é certo, mas qual é o Amor que, verdadeiro, não é Transcendente?!) a Família de Nazaré deverá ser fonte de inspiração para o nosso quotidiano tão cheio de fragilidades…
Nota: Natividade - de Josefa de Óbidos, 1630 - 1684.

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