Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 26 de novembro de 2006

Cristo Rei: verdadeiro Senhor do Tempo e da História.


O último Domingo do Ano Litúrgico, antes de começar o Advento, é dedicado à solenidade de Jesus Cristo, verdadeiro Senhor do Tempo e da História.

Desde o final do século XIX que a Igreja realizou os preparativos necessários para a instituição desta festa.

No Evangelho de hoje, aquando do diálogo travado entre Jesus e Pilatos, este pergunta-Lhe: “Então Tu és rei?” (Jo 18, 37). Jesus indica a Sua dignidade real, a verdadeira: “Tu estás a dizer que Eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para dar testemunho da verdade. Todo aquele que está com a verdade ouve a Minha voz”. (Jo 18, 37).

Como afirmou João Paulo II, na sua homilia de 23 Novembro 1997, proferida na Paróquia Romana da SantíssimaTrindade, “A Liturgia de hoje recorda-nos que a verdade acerca de Cristo Rei constitui o cumprimento das profecias da Antiga Aliança. O profeta Daniel anuncia a vinda do Filho do homem, ao qual foi dado “poder, glória e reino”. (…). Sabemos bem que tudo isto encontrou o seu cumprimento perfeito em Cristo, na sua Páscoa de morte e ressurreição. A Solenidade de Cristo Rei do universo convida-nos a repetir com fé a invocação do Pai Nosso, que o próprio Jesus ensinou: “Venha a nós o Vosso Reino”. Venha a nós o Vosso Reino, ó Senhor! “Reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz”.

Num mundo onde prima a cultura de morte, numa sociedade hedonista, a festividade anual de Cristo Rei alimenta a doce esperança de que os corações humanos se voltem para o Salvador.

Citando ainda (e sempre…) João Paulo II, diremos, com ele: que “Maria, Mãe da Igreja, nos obtenha que Cristo, Rei do universo, seja o Rei de nosso coração, de nossas famílias e de nossas comunidades”.

Amém!
Nota: Quadro de Artur Bual: A Última Ceia.

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