Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Recolhimento III


“Acabei as orações às nove horas, de joelhos no tapete ao lado da cama, e por causa da chuva mal se percebia a sombra do salgueiro, percebiam-se gotas que acrescentavam vidro ao vidro deformando as roseiras à medida que desciam, os galhos primeiro finos, depois grossos, depois finos de novo e o cheiro da terra nos intervalos dos caixilhos (…).

in "Que cavalos São Aqueles Que fazem Sombra No Mar?"

António Lobo Antunes

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2 Comments:

Blogger Margarida said...

Nunca 'regressamos' verdadeiramente Àquele de quem nunca saimos. Ilusório, sintomático da nossa absurda distracção.
Humaníssima perplexidade da fuga de sentidos.
Ele é o sorriso matinal, a sombra do sono, o acordar dos pesadelos, a glória da natureza.
Os nossos passos são reflexos do Seu colo.
Para sempre, É.

terça-feira, outubro 27, 2009  
Blogger C.M. said...

Lindíssimo este seu trecho, Margarida!

terça-feira, outubro 27, 2009  

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