Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Por momentos, fiquei confuso...


O Presidente da Vodafone, António Carrapatoso, a propósito da crise que aí vai, afirmou, ao "Público", que "Portugal soma à actual crise internacional uma crise interna que há muito perdura. Esta assenta numa sociedade rígida pouco aberta, pouco transparente e pouco flexível, que vai perdendo competitividade relativa. Num Estado cada vez mais abrangente e interventor mas que falha nas suas atribuições fundamentais. Um Estado que permite uma elevada promiscuidade entre os poderes políticos e económicos e outros interesses corporativos, e que não promove os incentivos motivadores dos comportamentos mais adequados dos cidadãos e instituições."


Bem, por momentos fiquei confuso: pensei que ele estava a falar da "longa noite fascista". Afinal, estava a referir-se ao Portugal do 25 de Abril. "Ele" há coisas! Quem diria!

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