Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 6 de abril de 2008

Prémio de Cultura Padre Manuel Antunes.


Na sua 4.ª edição, o Prémio de Cultura Padre Manuel Antunes distinguiu a Professora Maria Helena Rocha Pereira.

Professora universitária e investigadora, licenciou-se em Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1947, e doutorou-se em Letras na mesma Universidade, em 1956.

Iniciou a sua actividade profissional no Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Porto, onde foi professora de Latim e depois também de Grego (de 1948 a 1957), mas fez a carreira universitária na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde ingressou em 1951 como segundo assistente de Filologia Clássica, e foi professora catedrática titular da cadeira de Literatura Grega desde 1964, e ainda vice-reitora em 1970/71.


D. Manuel Clemente, Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, afirmou que a atribuição do Prémio “distingue a excelência da actividade realizada pela Professora Maria Helena da Rocha Pereira numa área – Estudos Clássicos – fundamental, ainda mais nos dias de hoje, para formação da cultura e da identidade portuguesas”.


Mulheres como a Professora Maria Helena Rocha Pereira foram formadas num tempo em que existia um clima de recolhimento, estudo e reflexão, que o regime de então propiciava.

E que hoje já não existe e parece não poder ser ressuscitado.


Os tempos que correm são de superficialidade e de apagamento da memória social e colectiva.

E ainda dizem que o “Estado Novo” foi tempo de obscurantismo!

Vivemos num tempo de destruição dos mais sagrados valores.

Paradoxalmente, já o Prof. Marcello Caetano alertava, no ano de 1972, que “Fazer política não pode ser cultivar o desvario das utopias estéreis ou agitar-se na loucura das violências destruidoras.”



Hoje, culpados e inocentes, todos pagamos as loucuras cometidas há trinta e três anos!





Nota I: fonte da notícia: Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

Nota II: o citado discurso de Marcello Caetano foi proferido na reunião das comissões da ANP, Santarém, 21 de Maio 1972

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10 Comments:

Blogger Cleopatra said...

Li e gostei. É verdade.

segunda-feira, abril 07, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

Obrigado, Cleo... a sua opinião é muito importante.

terça-feira, abril 08, 2008  
Blogger Cleopatra said...

Corada.

Agora outra coisa:
Que queda foi aquela?Porque é que não se agarrou ao Marcelo. Assim saía no jornal!" Bjito e as melhoras

terça-feira, abril 08, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

Olhe, lá que me apetecia agarrar-me ao Marcelo (Rebelo...), lá isso... bom partido... ahahaha!

Olhe, quedas!... estou todo moído!

terça-feira, abril 08, 2008  
Blogger redonda said...

Eu cheguei a ler um livro seu que não sei se seria uma compilação - tenho de o reencontrar para o lembrar penso que se chamava Helade.
E porque li o que estava em cima, não sabendo nada de queda, as melhoras!

terça-feira, abril 08, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

Este comentário foi removido pelo autor.

quinta-feira, abril 10, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

Esta história de escrever depressa dá em erros...

Dizia eu, querida Redonda, que relativamenbte à Drª Maria Helena, tenho dois volumes dela que são um deslumbramento: edição da Gulbenkian, o I Vol. diz respeito à Cultura Grega; o II Vol. versa a Cultura Romana.

A par da literatura, aprendemos a História e as concepções políticas, que nos acompanham até hoje. A Redonda deve ter algo semelhante, senão mesmo este volume sobre a Grécia.

quinta-feira, abril 10, 2008  
Blogger Cleopatra said...

Por onde anda???
Preciso de si lá na minha moon! Foi de fim de semana? Não está melhor?

domingo, abril 13, 2008  
Blogger Cabral-Mendes said...

Cleo, falta de tempo....

sexta-feira, abril 18, 2008  
Blogger redonda said...

Ainda não consegui encontrá-lo (poderei tê-lo emprestado a uma das minhas irmãs), mas o volume que tenho é sobre a Grécia.

segunda-feira, abril 21, 2008  

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