Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

"Novus Ordo Missae" II




A Igreja, com as suas preocupações de ecumenismo e de "diálogos inter-religiosos", fragiliza-se, parece que anda constantemente a pedir desculpa pela História, e entretanto afastou-se da Tradição, da liturgia que perpetuava a Teologia vinda dos Apóstolos.

Dizem que a Igreja tem que se adaptar ao mundo. Contudo, o Concilio Vaticano II deixa-me muitas dúvidas acerca da coerência dessa posição e, até, da validade dos novos ritos, à margem de toda a Tradição.

Que vigor tem assim a Igreja para se impor na sociedade?

Que dizer dos sacerdotes, hoje anónimos, que por aí andam, vestidos de fato e gravata, como nós, sem nada que os distinga, não deixando uma marca vincada nas ruas que todos nós percorremos?

A Igreja considera hoje que não é guardiã da sociedade política, não lhe competindo intervir no mundo laico. Erro crasso, que deixa “à vontade” os movimentos maçónicos e jacobinos que trabalham na sombra contra a Verdade proclamada por Jesus Cristo.

A Igreja assim arrisca-se a perder a sua força e a sua influência na sociedade, abrindo espaço aos inimigos de Cristo.


Os herdeiros de Afonso Costa têm hoje pulso livre para “meterem na ordem” os cristãos.

Parece que estamos nos primeiros séculos da era de Cristo, nos quais os cristãos tiveram de se refugiar em catacumbas para a celebração da Eucaristia.

Não se pode “dar nas vistas”! Ontem como hoje!

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