A nossa Padroeira...

Neste Sábado, 8 de Setembro, celebra-se o nascimento da mulher mais ditosa da história da humanidade: a Virgem Santa Maria.
Que linda antífona esta:
“Exultemos de alegria no Senhor,
Ao celebrar o nascimento da Virgem Santa Maria,
Da qual nasceu o sol da justiça, Cristo nosso Deus.”
Maria é apresentada pela Liturgia como a Virgem Bela e Gloriosa que Deus amou com predilecção desde a Eternidade, desde toda a Criação, como a Sua obra-prima, enriquecida das Graças mais sublimes e elevada à excelsa dignidade de Mãe de Deus e de Bem-Aventurada Virgem.
A celebração da festa da Natividade da Santíssima Virgem Maria é conhecida no Oriente desde o século VI. Foi fixada em 8 de Setembro, dia com o que se abre o ano litúrgico bizantino, e que se fecha com a Dormição, em Agosto. No Ocidente foi introduzida no século VII e era celebrada com uma procissão-ladainha, que terminava na Basílica de Santa Maria Maior.
O Evangelho não nos dá dados acerca do nascimento de Maria. Uma corrente grega e arménia, assinala Nazaré como tendo sido o Seu berço.
Como disse João Paulo II, "Maria leva-nos a aprender o segredo da alegria cristã, recordando-nos que o cristianismo é, antes de mais, euanghelion, "boa nova", que tem o seu centro, aliás o seu próprio conteúdo, na pessoa de Cristo".
Que linda antífona esta:
“Exultemos de alegria no Senhor,
Ao celebrar o nascimento da Virgem Santa Maria,
Da qual nasceu o sol da justiça, Cristo nosso Deus.”
Maria é apresentada pela Liturgia como a Virgem Bela e Gloriosa que Deus amou com predilecção desde a Eternidade, desde toda a Criação, como a Sua obra-prima, enriquecida das Graças mais sublimes e elevada à excelsa dignidade de Mãe de Deus e de Bem-Aventurada Virgem.
A celebração da festa da Natividade da Santíssima Virgem Maria é conhecida no Oriente desde o século VI. Foi fixada em 8 de Setembro, dia com o que se abre o ano litúrgico bizantino, e que se fecha com a Dormição, em Agosto. No Ocidente foi introduzida no século VII e era celebrada com uma procissão-ladainha, que terminava na Basílica de Santa Maria Maior.
O Evangelho não nos dá dados acerca do nascimento de Maria. Uma corrente grega e arménia, assinala Nazaré como tendo sido o Seu berço.
Como disse João Paulo II, "Maria leva-nos a aprender o segredo da alegria cristã, recordando-nos que o cristianismo é, antes de mais, euanghelion, "boa nova", que tem o seu centro, aliás o seu próprio conteúdo, na pessoa de Cristo".
"Fica connosco, Senhor, pois a noite vai caindo" (cfr. Lc 24,29): porventura uma das frases mais belas e dramáticas de todo o Evangelho...
Que palavras consoladoras, as de João Paulo II, na sua Carta Apostólica "Mane Nobiscum Domine":
"Ao longo do caminho das nossas dúvidas, inquietações e às vezes amargas desilusões, o divino Viajante continua a fazer-se nosso companheiro (...). Quando o encontro se torna pleno, à luz da Palavra segue-se a luz que brota do "Pão da vida", pelo qual Cristo cumpre de modo supremo a sua promessa de "estar connosco todos os dias até ao fim do mundo" (cf.Mt 28,20).
Imagem: Selo comemorativo do III centenário da proclamação da padroeira de Portugal.
Posto em circulação em 1946.
5 Comments:
Gostei deste texto.
Hoje passei por uma Igreja, entrei e fiquei lá uns minutinhos a pensar. Nessa Igreja costumam ter uns papéis com cartas. Eu trouxe dois e comecei logo a lê-los enquanto andava (resultado, tropecei duas vezes... mas não caí). Vou ver se os encontro porque gostei muito do que estava escrito num, sobre o amor, mas agora não consigo reproduzi-lo.
Um beijinho e bom Domingo
Aí no Porto existem belas Igrejas. A de São Francisco, por exemplo, à beira da Alfândega. A do Bonfim, a qual, quando costumo ir aí, fica-me logo " a jeito" para a visitar...
Quando vou por esse País fora, ou no estrangeiro ( do pouco que conheço...),o que me dá mais gosto é visitar as Igrejas, e contemplar toda aquela Beleza ali posta à nossa espera. E, no verão, andar descalço no interior delas, plenas de calma penumbra - que ninguém se escandaliza - pelo menos em Espanha... - e poder sentir nas solas dos pés o chão quente das suas pedras centenárias, como se me fundisse com toda aquela maravilha, e rezar assim ajoelhado... de certo modo dizer a Deus que ali estou, humilde, despojado, todo Seu...
Bjs, e Bom Domingo!
Que a nossa Padroeira nos valha, aliás Ela nos tem valido, porque se não, apesar do estado das coisas neste país, como estariamos neste momento se Ela não nos valesse...
Caro cabral-mendes
perdoe-me a "imodéstia" mas queria convidá-lo a visitar o meu outro blogue pardaisaocesto.blogspot.com e ouvir algo que lá coloquei.
Peço ainda que atenda às condições da gravação e se não gostar de fado...paciência.
Exponho-me à critica...
Facetas da minha vida que vêm de longe...
Abraço amigo
Caro Joaquim:
Só agora, ao fim do dia, vi o seu comentário. de facto, também creio, firmemente, que o noso País tem sido protegido por Nossa Senhora, pois que ele tem sido poupado a grandes convulsões e perversões...apesar dos inimigos tentarem, lá isso tentam...
Vou visitar esse blog, ai pois vou vou... e olhe, gosto muito de fado: Amália, Alfredo Marceneiro...
Irei e depois digo-lhe...
Abraço!
Encontrei finalmente os papéis (estavam dentro de um livro).
Fala-se da experiência vivida pelo 1º grupo de raparigas que em Trento, no ano de 1944, deu origem ao focolar. Sentiram que a corrente de amor recíproco enfraquecia porque notávam e julgavam os defeitos umas das outras. Decidiram então fazer um "pacto de misericórdia", ou seja, decidiram ver, em cada manhã, o próximo que encontravam de um modo novo, esquecendo completamente os seus defeitos e cobrindo tudo com o amor. "Significava aproximar-nos de todos com uma amnistia completa no coração, com um perdão universal". Este compromisso, nas palavras de Chiara Lubich ajudou cada uma a ser sempre, o mais possível, a primeira a amar, à imitação de Deus misericordioso, que perdoa e esquece.
Achei muito bonita a ideia da amnistia completa no coração.
Enviar um comentário
<< Home