Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Portugal já teve um (grandioso) destino...


"Houve um Portugal do Estado Novo, dentro e fora do País, e esse Portugal foi o último que se assumiu como um destino".


(o insuspeito) Eduardo Lourenço, citado no precioso e imprescindível livro de Fernando Dacosta, "Nascido no Estado Novo", 3ª edição, Dez 2001, Editorial Notícias, a fls. 64
(a Fnac ainda tem 3 ou 4 exemplares...).

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4 Comments:

Blogger al cardoso said...

Para estes (desgovernantes) o que e (cool) e ser-mos europeus. Entao nao o fomos sempre?
E pior ainda e quererem espanholar-nos!

Nem a nossa historia patria ensinam!

Um abraco dalgodrense.
Viva o Rei.

sexta-feira, agosto 20, 2010  
Blogger José Ricardo Costa said...

O problema de Salazar, um homem com qualidades, foi o salazarismo. Tivesse ele sido menos salazarista e Portugal estaria hoje muito melhor. A ideologia cega. O excesso de ideologia mata.

JR

segunda-feira, agosto 23, 2010  
Blogger C.M. said...

Ser-se europeu hoje significa apenas o deixar no esquecimento a Historia comum, e o cimento do Cristianismo.

Conforme Salazar disse, "A Europa entregue à sua solidão será estrangulada (...). O que lhe garante a vida é, antes de mais, o Atlântico e a África. (...). A África é a maior e talvez a última grnde oportunidade da Europa".

Palavras proféticas e.. trágicas, al cardoso.

segunda-feira, agosto 23, 2010  
Blogger C.M. said...

Caro José Ricardo Costa, bem aparecido!

Não sou fundamentalista (talvez o pareça..). De facto, também concordo consigo: se Salazar tivesse lançado as raízes para um desenvolvimento futuro das estruturas SEM ELE (!) e certamente que a História teria sido outra.

Com o seu desaparecimento, e a assunção do poder (demasiado tardia) por Marcello Caetano, a "urgência" ao tempo de alguns próceres do actual regime, que teimam em não largar as cadeiras do poder, e a "gula" de terceiros (U. Soviética, China, EUA) pelo nosso Império, levaram à ruina do Regime. Com todas as desgraças associadas: no mínimo, a vinda de um milhão de refugiados políticos, eufemisticamente denominados de "retornados", que desmbarcaram em Lisboa, a maior parte deles apenas com a roupa no corpo; a destruição do nosso tecido empresarial, em nome dos "amanhãs que cantam", o fim da nossa agricultura, das nossas pescas, da nossa indústria, da nossa Marinha Mercante.
Ah, e o fim do sonho, de uma Nação que ia do Minho a Timor.

Enfim...

segunda-feira, agosto 23, 2010  

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