Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

A minha fotografia
Nome:
Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sábado, 15 de maio de 2010

A visita de Bento XVI

Mais uma vez Cavaco Silva salvou a "honra do convento", ao acompanhar Bento XVI nos diversos eventos que tiveram lugar nesta nossa Nação, apelidada com propriedade de fidelíssima, pois que da parte do Governo apenas alguns membros, como Sócrates ou Silva Pereira (este que se afirma católico, mas que apoia as leis mais abstrusas e que vão contra os mandamentos de Deus...), ou o ministro da Administração Interna, Rui Pereira (que até dirige uma loja maçónica) estiveram presentes no Terreiro do Paço, mas com caras de poucos amigos (via-se bem na TV...).


Foi uma grande Graça Ratzinger ter sucedido a João Paulo II, pois aquele continuou a obra deste na defesa da Fé, na defesa da pureza dos princípios. Ortodoxia? Certamente que sim e bem necessária, para evitar desvios...


A Nação Portuguesa demonstrou, nestes últimos dias, que a denominada "sociedade laica" não passa afinal de um mito inventado por grupúsculos que pretendem impor a sua vontade numa terra que é pertença de Santa Maria.


De facto, tratou-se não apenas de uma visita de Estado, mas sobretudo da visita do sucessor do Apóstolo Pedro a esta velha Nação, que bem precisada está de regressar às suas raízes culturais e às Verdades Eternas, mergulhar de novo nas certezas que outrora deram arrimo às Almas.


Com efeito, longe vão os tempos em que os Governantes não discutiam Deus, nem a Pátria, nem a Família...

Etiquetas:

2 Comments:

Blogger Margarida said...

Querido C.M., um dia saberemos deveras que o Amor do Pai está acima destes nossos desentendimentos terrenos. Destas interpretações da Palavra.
Das nossas limitações ditadas pelo desconhecimento e pelo medo.
Até lá, pratiquemos o que nos ensinou e sejamos piedosos para com aqueles que, como nós, tanto falham.
A justiça dos homens é nada, face à dos céus.
Só essa releva para a eternidade.
Somos aprendizes de aprendizes de aprendizes.
Pratiquemos a nossa humanidade com humildade, porque somos um instável equilíbrio entre o que podíamos ser e o que conseguimos realizar.
Paz.
(e muito obrigada por este espaço, às vezes de recolhimento, sempre de meditação)

domingo, maio 16, 2010  
Blogger C.M. said...

Obrigado eu, querida Amiga, pelas suas palavras sábias. Somos, de facto, "um instável equilíbrio entre o que podíamos ser e o que conseguimos realizar" - eis, com efeito, a minha luta diária, que me deixa esgotado, confesso...

terça-feira, maio 18, 2010  

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home