Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Eleições, pão e circo.


No rescaldo das eleições legislativas, que deram uma (sofrível) vitória ao Partido Socialista, maçon e laico (onde estão os católicos deste País?!), atentemos na percentagem de abstenções: praticamente 40%!

Parece que os portugueses, afinal, não se interessam pelo “sistema democrático” e o respectivo método de eleger quem os governa (in casu, desgoverna…). Curioso: esta “gentinha” que hoje ocupa os corredores do poder andou a dizer-nos, mesmo antes do 25 de Abril, que durante o Estado Novo o pobre povo não podia expressar os seus anseios, através de eleições “livres”. Afinal, agora que temos um arremedo de democracia (estamos longe de uma Suécia ou duma Noruega), não querem ver que os ingratos viram costas ao dever cívico de escolher os seus “representantes” para a Assembleia da República e, consequentemente, escolherem o primeiro-ministro?


Afinal, as massas gostam é de “esmiuçar” gatos fedorentos e idiotices do género… pão e circo é que o nosso povo quer…

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