Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Acreditar na Luz, mesmo na noite mais escura...


Neste Sábado que passou, a 1ª Epístola de São João diz-nos que somos de Deus, mas o mundo inteiro está sujeito ao Maligno.

Pensou a geração que nos precedeu, que a II Guerra Mundial seria a última conflagração a ocorrer entre os povos.

Trágica ingenuidade! Ao vermos todas estas guerras da actualidade, algumas abusivamente “em nome de Deus”, constatamos que o mundo caminha a passos largos para o abismo.

Mas nós, crentes, estamos com o Verdadeiro Deus, que é somente Amor. E n’Ele depositamos toda a nossa Esperança.

De facto, como diz São Paulo, numa frase impressionante, que muito medito, e perante a incredulidade de alguns Coríntios, “Se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé”!

Com efeito, relativizar a divindade de Jesus Cristo [que, segundo São Mateus e São Lucas, nasceu (em terra que ainda hoje não tem sossego) Belém de Judá, no tempo do rei Herodes], reduzindo-O a um fenómeno simplesmente humano e não acreditar na sua ressurreição, é destruir a nossa fé.

Não estamos, pois, com os falsos “deuses” que esta sociedade nos “oferece”, nem com os niilistas que prometem o Paraíso nesta terra.

Nesta Terra? Já vimos que tal é impossível… Resta-nos, pois, Aquela Esperança…

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2 Comments:

Blogger Margarida Pereira said...

Tanto de Deus, quanto arriscados ao outro.
Tanto luminosamente divinos, quanto escorregadiamente malignos.
Depositar esperança é devolver a fé que Ele deixou em nós.
Desperdiçar a luz é aceitar as trevas.
Parece tudo fácil e é infinitamente complexo...

"Cometi um crime..."
"Não cometemos todos?"
(filme 'O reino dos céus')

("inocentes são culpados de outros crimes..." - canção do Godinho)

domingo, janeiro 11, 2009  
Blogger C.M. said...

infinitamente complexo...

segunda-feira, janeiro 12, 2009  

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