Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Lisboa, 24 de Julho de...1833.


A 24 de Julho de 1833 entrava em Lisboa o Conde de Vila-Flôr, futuro Duque da Terceira, filho da conspiração maçónica e jacobina que, em Évora-Monte, privou da coroa portuguesa D. Miguel. Uma vez este caído, sucedeu-lhe a Monarquia Constitucional que mais não foi do que uma testa de ferro da Maçonaria e da Revolução Francesa, com todo o seu cortejo de horrores e arbítrios.

No nosso País ainda haveriam de surgir, já no Séc. XX, os homens tenebrosos da Iª República, que tanto lutaram para impor nesta terra de Santa Maria o manto negro do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião.


Como escreveu Ramalho Ortigão, “A obra liberal de 1834 (…) foi inteiramente semelhante à obra republicana de 1910. Nos homens dessas duas invasões é idêntico o espírito de violência, de anarquismo e de extorsão”.

8 Comments:

Blogger joaquim said...

Ressurgem agora no inicio deste século XXI...
Estão aí por toda a parte e tomando conta do poder...
Basta ver para onde caminham a sociedade e os valores...

Abraço amigo em Cristo

quinta-feira, julho 26, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Tem toda a razão...

quinta-feira, julho 26, 2007  
Blogger redonda said...

Entretanto estive a relembrar uma história de família. A minha bisavó materna (lisboeta) era monárquica e a seguir ao atentado por vestir de cor escura foi chamada de talassa. Não sei porque é que lhe chamavam isso. Vou tentar descobrir no Google.

quinta-feira, julho 26, 2007  
Blogger redonda said...

Já descobri (não no Google - só me remetia para blogues, apesar de que alguns até me pareceram interessantes, mas no Dicionário como termo depreciativo)

quinta-feira, julho 26, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

Cara Redonda, os republicanos queriam dizer, depreciativamente,ultramontano, integralista, reaccionário...

quinta-feira, julho 26, 2007  
Blogger FSantos said...

Omnia fert aetas
Felizmente, já que pelo caminho ficam o absolutismo monárquico, o estado novo e o império de má memória (quando é recordado e incensado num perspectiva reaccionária e retrógrada)

sábado, julho 28, 2007  
Blogger Cleopatra said...

Ora aqui está um tema que eu gosto: História.

quinta-feira, agosto 02, 2007  
Blogger Cabral-Mendes said...

É verdade, Cleo, a História é uma paixão que nos permite, além do mais, compreender o presente.

quinta-feira, agosto 02, 2007  

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