Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

O dia das Missões Franciscanas


No passado Domingo, 27 de Maio, passei o dia no belo Convento do Varatojo, arredores bucólicos de Torres Vedras.

O Convento, implantado numa suave colina, tendo aos pés aquela cidadezinha, foi obra e empenho de D. Afonso V o qual, em cumprimento de um voto que fizera a Santo António, para auxiliá-lo nas conquistas do norte de África, o mandou erguer.

Tratou-se, pois, da festa anual das Missões Franciscanas, que tem lugar, habitualmente, no referido Convento.

Ali confluem diversas comunidades franciscanas do País, celebrando, em conjunto, esse desiderato bem português: anunciar Jesus Cristo por esse mundo fora, onde Ele ainda não é conhecido, ou onde é necessário revitalizar a Sua presença.

Lá estava o meu amigo Frei David Azevedo, sempre jovem de espírito com os seus oitenta anos… a sua presença grave na celebração da Santa Missa, na pequena capela do Convento, empresta ao acto litúrgico a solenidade que se impõe. A seriedade que tão necessária é na comunhão dos Sagrados Mistérios, e que vai rareando nas Igrejas desta cidade vazia de afectos…



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