Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Dives in Misericordia...


Tenho receio de desgostar o meu Deus, o meu doce Jesus e a Sua querida Mãe. Pelas minhas fraquezas, por este meu frágil barro…pois que sou tão grato a Ele pelos dons que me ofereceu…pelas graças com que me abençoou…

Na verdade, a perfeição do binómio Amor & Trabalho apenas se consegue construír uma única vez na vida, e não podemos estar distraídos, pois que esta dádiva não se repete.

Mas sei ser possível a constante renovação da possibilidade de nos santificarmos no nosso dia-a-dia, pelo amor e perfeição que colocamos no nosso trabalho, pelas nossas acções, pelas simples palavras que pronunciamos…apesar das nossas quedas…de facto, a nossa vida quotidiana é uma ocasião (que por vezes perdemos, pois que o Príncipe deste Mundo está sempre vigilante…) de encontro com o nosso Deus, para elevarmos a Alma na Sua direcção, para prestar serviço aos outros. Que Ele ali está pronto a acolher-nos. De facto, Ele é o Jesus da Misericórdia, como nos ensinou Santa Faustina Kowalska, a apóstola da Divina Misericórdia.
Através desta Mística, Jesus transmitiu-nos uma mensagem de confiança na Sua Misericórdia. Aliás, repare-se no gesto da Sua mão erguida para nós, que Ele sabe bem que somos homens que sofremos com as nossas próprias fragilidades.


Resta-nos dirigir o nosso olhar para o doce Menino Jesus, que Maria Santíssima acolhe e estreita nos Seus braços. Nele reconhecemos Aquele que é a fonte da Misericórdia e da Verdade.

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