Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Assim Deus a pensou e viu desde sempre...


Pese embora o profundo desagrado que os "velhos" republicanos têm pela nossa História, esta contudo não pode ser apagada na sua Verdade, a qual assenta na Monarquia e no profundo amor e respeito desta pela Igreja e pelo Catolismo. No dia de hoje, celebramos a Imaculada Conceição de Maria, a qual é e sempre será a Padroeira do Reino de Portugal.

Com efeito, nas cortes celebradas em Lisboa no ano de 1646, declarou el-rei D. João IV, primeiro Rei da dinastia de Bragança, que tomava a Virgem Nossa Senhora da Conceição por padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro.

Foi instituída a Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição por D. João VI, que sintetiza o culto que em Portugal, desde sempre aliás, teve essa crença, mesmo antes de ser dogma.

Ordenou o mesmo soberano que os estudantes na Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus, juramento que foi abolido com o advento, em 1910, da República ateia e maçónica.


Cheia de Graça a Virgem Maria – assim Deus a pensou e viu desde sempre. E, no dia 8 de Dezembro de 1854, Pio IX, na Bula “Ineffabilis Deus”, proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Maria Santíssima.


Com esta denominação, Nossa senhora é representada com os seus delicados pés sobre a Terra, e com estes esmaga uma cobra, símbolo do pecado original. Ela une as mãos, em atitude de oração. Tem os cabelos longos caídos sobre os ombros. Usa uma túnica branca e um manto azul, e muitas vezes apresenta-se com uma coroa real. Sob os seus pés aparece geralmente um crescente de lua. Em algumas imagens, sob os pés da Virgem surgem cabeças de anjos.
A lua, que aparece quase sempre sob os pés da Senhora da Conceição, simboliza a substância passiva, que guarda em seu seio os raios do Sol. Por esse motivo é também o símbolo de Maria, que guardou em seu seio Jesus, o Deus Encarnado, a Luz Divina.

Como disse o nosso João Paulo II, na Solenidade da Imaculada Conceição do ano da graça de 2004, “ a sua sublime beleza, reflexo da de Cristo, é penhor para todos os crentes da vitória da Graça divina sobre o pecado e sobre a morte. “

Com efeito, Nossa Senhora e o seu querido Filho Jesus, ambos imaculados, ambos santíssimos, representam bem a vitória sobre o Mal e a Morte.

Relembrando, sempre com emoção, as doces palavras do Arcanjo Gabriel à Virgem: “Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo” (Lc 1, 28), resta-nos o desejo de que Ele esteja, também, sempre connosco, apesar das nossas infidelidades, das nossas quedas, das nossas fraquezas.
Mas, se tais fragilidades são devidas a este frágil barro, a nossa Alma pertence, incondicionalmente, a Deus.

2 Comments:

Blogger Te said...

Parabéns pelo seu blog. Parei aqui e aprendi muito da nossa história e de nós mesmos.
Obrigada.
Te

segunda-feira, dezembro 11, 2006  
Blogger Cabral-Mendes said...

Obrigado pelas suas palavras, te.

Aproveitei, e visitei o seu blog que não conhecia. Muito belo e intimista! Vou lê-lo habitualmente...

segunda-feira, dezembro 11, 2006  

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