Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

terça-feira, 2 de maio de 2006

lº de Maio: outra perspectiva.


Em 1953, o Papa Pio XII instituiu a festa litúrgica de São José Operário, designando para esta o dia primeiro de Maio. A intenção foi a de que todos reconhecessem a dignidade do trabalho, e a justa repartição de direitos, deveres e riqueza. Esta celebração é um permanente convite à sociedade moderna para viver na paz social e na harmonia. Sem ódios, sem lutas no seu seio.

É bom lembrar aqui as sábias palavras de um bom amigo, sacerdote e frade franciscano, Frei David Azevedo, um dos maiores especialistas do franciscanismo [com obra publicada! (e cito de cor)]:
como seria lindo o homem poder colocar na mesa, com amor, e com toda a naturalidade, o pão ou a fruta apanhada no campo, e oferecê-la ao seu irmão!...

Creio que ainda nos falta inventar a sociedade do Amor, aliás como já tem sido dito pelo nosso Alçada Baptista.

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