Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

SÓCRATES E A OBSCENIDADE.


Sócrates deixou o País na miséria. Com pseudo-reformas, destruiu a Administração Pública e o que esta tinha de melhor – os seus técnicos superiores e, em particular, os (já escassos) consultores jurídicos.


Foi preso e julgado como o primeiro-ministro islandês? Não, ninguém lhe toca. Como prémio, vai para Paris divertir-se, ao que parece ler umas “coisas” filosóficas, talvez na universidade de Pigalle, e pronto! Ninguém lhe pedirá responsabilidades!


Daqui a algum tempo, regressará de novo a Portugal e à vida política, pois que o pobre coitado não tem profissão nem outro modo de vida e, como os portugueses têm memória curta, até são capazes de lhe darem mais uma vez a sua “confiança”…

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