Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

domingo, 17 de abril de 2011

Chegados a Domingo de Ramos...



Chegado a Domingo de Ramos, que direi?


Que sou péssimo em seguir os ditames da Santa Igreja. Embora tenha sempre Deus no meu pensamento, mesmo quando “asneiro”, o facto é que não rezo como devia, não tenho conseguido realizar os meus deveres específicos desta época quaresmal. Até parece que o Inimigo me está a vencer…


Apenas olho para o meu sogro, outrora tão ríspido de seu feitio, e que hoje até me “atira” um beijo, levando a mão trémula à boca… Afago-lhe o cabelinho branco, curtinho, e ele fecha os olhos docemente, deixando-se acariciar, sentindo certamente o meu gesto.


Que Deus me possa relevar o desnorte da minha vida, pela ternura que tenho perante este sofrimento que vejo à minha volta…


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