Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

As sombras da História...





























A História é uma paixão.

Surgiram agora dois volumes sobre a época do Estado Novo, da autoria do historiador e professor José Carvalho. São eles “A Concordata e o Acordo Missionário de Salazar”, e “A Formação de Salazar e o seu tempo”.


O primeiro tem uma dramática actualidade, pois que a “nova” Concordata, assinada a 18 de Maio de 2004, entre a Santa Sé e a República Portuguesa, espera a respectiva regulamentação em áreas tão sensíveis como o Ensino, a Acção Social Cristã, Património e Saúde.

São áreas nas quais, hoje em dia, a maçonaria pretende exercer a sua forte influência. Dai certamente os atrasos sofridos no desenvolvimento daquela.

A famosa Concordata de 1940 pôs termo a uma época de más relações entre a Santa Sé e Portugal, devido à acção perniciosa dos politiqueiros da I República, que apenas quiseram enxovalhar e denegrir a Igreja e, em particular, o Catolicismo.

Atente-se nas leis promulgadas em 1911 sobre a Lei de Separação do Estado da Igreja, a proibição do culto público, a nacionalização dos bens eclesiásticos, o confisco de conventos e a expulsão dos religiosos do País!

“A Formação de Salazar e o seu tempo” lança um luz muito particular sobre Oliveira Salazar, os seus anos de estudante em Coimbra, o seu activismo enquanto membro do CADC – Centro Académico de Democracia Cristã, em boa parte em reacção ao anticlericalismo da I República e da sua política laicizadora; no mesmo livro poemos seguir a sua vida académica, e o seu despertar de ideólogo e doutrinador.


Duas obras que lançam luz sobre os recantos da História, e as motivações dos homens: para compreendermos os dias em que vivemos, temos obviamente de conhecer o passado, e tentar interpretar as sombras que ele lança sobre o presente.

Duas obras de leitura “compulsiva”…

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