Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

sábado, 29 de maio de 2010

Na Memória do 28 de Maio II

No "Público” de ontem, sexta-feira, 28 de Maio, veio publicada uma notícia acerca de um estudo sobre as situações de extrema pobreza em que vivem os ex-combatentes da guerra do Ultramar.

Fico chocado, revoltado, que a sociedade civil e os poderes instituídos tenham “esquecido” aqueles que nos anos sessenta e setenta defenderam não só a integridade da Nação mas também lutaram pelo Ocidente contra a barbárie do mundo ateu e comunista, cujos resquícios estão ainda bem vivos na Coreia do Norte, China, Cuba.

Quando começou a acção de guerrilha nas nossas Províncias Ultramarinas, instigada pela União Soviética, RDA, Checoslováquia, enfim, toda a “Cortina de Ferro”, bem como os EUA do tão incensado John Kennedy (que afinal não passou de um crápula), e ainda certos países europeus, como a Suécia, Portugal foi obrigado a defender-se, pois que lá estava a construir um mundo melhor para todos. Os soldados foram para África defender territórios que eram histórica e constitucionalmente pertença da Nação, ou seja, de todos nós.

Hoje, contingentes de militares, polícias, GNR, vão para teatros de guerra em países tão longínquos como o Afeganistão, em missões que nada têm a ver com os nossos interesses.

E não oiço agora aquela célebre frase pós 25 Abril "Nem mais um soldado para África"…

Todos os bens pensantes da “esquerda” de então que por aí ainda andam, aqueles que traíram e abandonaram Portugal, vivendo refastelados em Paris ou nos Países Nórdicos, toda essa esquerdalha hoje se cala perante o verdadeiro escândalo que constitui o envio de meios militares, homens e equipamentos, para zonas do mundo que nem conhecemos....

E os nossos antigos soldados, brancos e negros, para aí esquecidos na mais abjecta miséria…

Apenas um novo 28 de Maio poderia lavar-lhes a honra, expulsando desta terra todos os traidores que levaram este País, outrora respeitado, à ruína!

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