Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Os caminhos das nossas vidas.


Pode alguém gostar de música clássica, dita “erudita”, inclusivamente fugir amiúde para a Idade Média e aí ouvir com deleite os acordes que se faziam no tempo de São Francisco, e igualmente deixar-se transportar no sonho de canções que nos falam do fundamental da vida, daquilo que nos mantém vivos e nos dá a ilusão da eternidade: a paixão, os amores e desamores, que nos falam de um País desconhecido, porventura o País real e profundo, esse Portugal esquecido e desprezado pelos políticos urbanos e metrosexuais ?

Sim, pode. A vida é uma contínua descoberta e vamos passando por tantas metamorfoses! Vai o Tempo (esse grande escultor da Marguerite!) tocando em nós e deixando-nos as suas marcas profundas.

Vem isto a (des) propósito do novo disco de Tony Carreira “O homem que sou”.
Que piroseira, dir-me-ão!

Todavia, no mesmo ouvimos canções que nos falam da vida de todos nós, e que por vezes nos interpelam na nossa história pessoal. É o caso dessa canção extraordinária “Porque é que vens?”. A letra desperta-nos para a nossa mais íntima realidade: aí se canta o milagre de termos encontrado uma saída para a nossa vida; termos tido a possibilidade de refazer a nossa vida.
Que a vida é um eterno fazer e refazer de caminhos...

Deo gratia! (neste dia santo!).

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12 Comments:

Blogger Margarida Pereira said...

...foto profana...
:)

domingo, junho 14, 2009  
Blogger C.M. said...

pois... mas o amor será coisa profana ou divina? É tão maravilhoso o Amor que só pode ter raíz divina...

domingo, junho 14, 2009  
Blogger Margarida Pereira said...

...há quem advogue outra origem, quando o Amor toma foros oblíquos...
O equilíbrio, ah, o equilíbrio...

domingo, junho 14, 2009  
Blogger C.M. said...

ai o equilíbrio... e nós que as mais das vezes entornamos a ânfora...

segunda-feira, junho 15, 2009  
Blogger Cleopatra said...

Por que é que vens???
Essa é a melhor dele

domingo, junho 21, 2009  
Blogger Cleopatra said...

Porque é que vens
Bater ao meu peito
Ao fim deste tempo
Sem saber nada de ti

Porque é que vens
De novo ser minha
E nas entre linhas
Pedes pra ficar aqui

domingo, junho 21, 2009  
Blogger Cleopatra said...

O amor não precisa de equilibrio

Ele é o ponto de equilibrio


Já agora,...Vexa desata a falar de música erudita e depois salta para o Tony Carreira???

domingo, junho 21, 2009  
Blogger Cleopatra said...

Esta parte é gira:

Porque é que vens
Vens cruzar o meu caminho
Porque é que vens
Se agora estou bem
Se estou bem sozinho
Porque é que vens
Quando eu encontrei saida
E refiz a minha vida
Mesmo sem o teu carinho

domingo, junho 21, 2009  
Blogger C.M. said...

"Tá a ver"? Vexa também gosta... Porque é que vens é, de facto, uma grande canção! Românticos que somos, Cleo!

segunda-feira, junho 22, 2009  
Blogger Cleopatra said...

Por acaso gosto.

Estaremos a ficar pirosos???

terça-feira, junho 23, 2009  
Blogger Cleopatra said...

Dia 4 de Julho???? Por mim pode ser é sábado.Pode is responder lá no meu blog???

terça-feira, junho 23, 2009  
Blogger C.M. said...

Pirosos hem? Ora, deixá-lo!...

Quanto ao 4 Julho, não era o 4 de Julho mas sim nós os 4... ou os seis...

quarta-feira, junho 24, 2009  

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