Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

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Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

"Tempos de Transição"... não, não são os de hoje...


Focando o período que vai de 1968 a 1974, tendo como pano de fundo a actuação, enquanto Presidente do Conselho, do saudoso Prof. Marcello Caetano, o Centro Nacional de Cultura, o Grémio Literário (este vai certamente “bater” naquele…) e o Círculo Eça de Queiroz vão promover um ciclo de debates, a partir de 24 de Setembro, intitulado "TEMPOS DE TRANSIÇÃO”.

A não perder, pois, esta oportunidade de aprofundar um período da nossa História, no qual porventura poderia Portugal ter-se aberto a outro destino, evitando assim a “perda de tempo”, o retrocesso social e económico, e a perda de valores que representou o “25 de Abril” (veja-se o caso da Espanha), e a vitória daqueles que nos reduziram à presente miséria…

É claro que depois de se conhecer o desfecho da História, é fácil traçar caminhos e delinear soluções.


Como dizia um conhecido futebolista português, “prognósticos, só no fim do jogo”. Pois…

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2 Comments:

Blogger joaquim said...

Tenho para mim, numa "análise" muito simples, que Marcelo Caetano se deixou enredar por vários e de vários quadrantes, de tal forma que nem avançou, nem recuou, mas apenas "ficou".

E foi pena porque poder-se-ia ter evitado a "convulsão" e o país ter progredido de forma diferente, mais segura e harmoniosa.

Abraço amigo em Cristo

segunda-feira, setembro 22, 2008  
Blogger C.M. said...

Também assim penso; de certo modo, Marcello Caetano não conseguiu prosseguir com as suas reformas, em virtude da reeleição de Américo Thomáz, que deu "força" aos "ultras" do regime, deixando Marcello Caetano sózinho, se espaço de manobra.

Marcello Caetano poderia ter sido o "primeiro" Primeiro-Ministro de um Portugal renovado, dando autonomia às Províncias Ultramarinas, evitando assim o desastre que foi a "descolonização exemplar", e continuando a desenvolver a economia portuguesa que, ao tempo, crescia a 10% ao ano (agora fala-se em 1% como se isso fosse alguma coisa...).

A Espanha foi, de facto, mais "inteligente"...

terça-feira, setembro 23, 2008  

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