Dies Domini

Sartre escolheu o absurdo, o nada e eu escolhi o Mistério - Jean Guitton

A minha fotografia
Nome:
Localização: Lisboa, Reino Portugal Padroeira: Nª Srª Conceição, Portugal

Monárquico e Católico. intransigente defensor do papel interventor do Estado na sociedade. Adversário dos anticlericais saudosos da I República, e de "alternativos" defensores de teses “fracturantes”. Considera que é tempo, nesta terra de Santa Maria, de quebrar as amarras do ateísmo do positivismo e do cientismo substitutivo da Religião. Monárquico, pois não aliena a ninguém as suas convicções. Aliás, Portugal construiu a sua extraordinária História à sombra da Monarquia. Admira, sem complexos, a obra de fomento do Estado Novo. Lamenta a perda do Império, tal como ocorreu.

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

E se ilegalizássemos o Islão? (I)



Pululam por aí uns pobres coitados, esquizofrenicamente de esquerda, daquela que produziu os maus “frutos” que todos conhecemos, mas que eles teimam em dizer que são bons, e que zurzem apenas no Cristianismo. Este é o seu único inimigo. Não têm problemas com o Islamismo, Budismo, por aí fora. O que os incomoda e os faz espumar de raiva é, com efeito, a mensagem de Cristo. Essa, sim, os faz contorcer como se fossem atingidos por água benta…

Vêm estas linhas a propósito da nova “polémica” criada em torno do discurso de Bento XVI na Universidade Regensburg.

Muitos líderes islâmicos reagiram mal a esse discurso e exigem um pedido de desculpas.

Bento XVI lembrou um diálogo entre o Imperador bizantino Manuel II Paleológo, Imperador do Oriente entre 1391 e 1425 e antepenúltimo Imperador de Constantinopla, e um persa culto que tinha conhecimentos do Cristianismo e do Islão.

Neste diálogo vem uma afirmação que é a base de toda a polémica.

Ora, no texto (que trata da Jihad -Guerra Santa) – o imperador diz: “Mostre-me o que Maomé trouxe de novo, e lá encontrará apenas coisas más e desumanas, como a sua orientação de espalhar pela espada a fé que ele pregava”.

Ora, Bento XVI teve em mente apenas isto: a difusão da fé, através da violência, é irracional e nunca deve ser “sustentáculo para a violência”.

Os fanáticos que lutam contra a Igreja Católica lembram, sempre a (des) propósito, as cruzadas, esquecendo, porém, que estas foram uma resposta à agressão iniciada pelos muçulmanos contra os territórios cristãos!

Esquecem, ou desconhecem, porque ignorantes, que os Evangelhos não fazem, como o Alcorão, a apologia da propagação da Fé através da espada!

Ao invés, a expansão do Cristianismo fez-se à custa de numerosos mártires e não através da conquista.

Será que a nossa Europa está agora refém do pensamento “politicamente correcto” da “gauche” "gay" e irresponsável? Será que nós, europeus, estamos a ficar uma colónia do Islão?

Como afirmou Oriana Fallaci no seu livro “A Força da Razão”, “O Islão é uma montanha que em mais de 1400 anos não se mexeu, não saiu do abismo cego em que se encontra, não abriu as portas à conquista da Civilização, e nunca quis saber de liberdade, democracia e progresso. Resumindo, não mudou.”

Tal como os “gauchistes” petrificados que vivem no meio de nós…

E é mentira que os islâmicos querem impor a todo o mundo, pela via da força, a sua visão da História, da sociedade e da Fé?

Não compreender isto é tão estúpido!

Como já tenho afirmado, não há maior cego que aquele que não quer ver…

0 Comments:

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home